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CNM/CUT fala sobre o
crescimento do setor automotivo no Brasil
Assista aqui o vídeo em que o Secretário de
Organização da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT), Valter Sanches,
fala sobre o crescimento significativo do setor automotivo no Brasil, que deve
chegar a 8% neste ano, o que é mais uma mostra do bom momento da economia
brasileira.
Os investimentos das indústrias devem chegar a R$10
bi em 2007. Traduzindo isso para a realidade do trabalhador, este crescimento
somado aos investimentos, podem gerar até 150 mil empregos diretos e indiretos
no setor. Clique aqui para assistir o
vídeo
Marinho mantém previsão de 1,2
milhão de novos empregos
BRASÍLIA - O ministro do Trabalho, Luiz Marinho,
afirmou ontem que mantém a projeção de que, ao final deste ano, o saldo de
geração de novos empregos com carteira assinada fique "em torno do resultado do
ano passado." Em 2005, foi criado um total de 1,253 milhão de novos empregos
formais no setor privado da economia. Embora Marinho mantenha a projeção, o
ritmo de geração de geração de novos postos de trabalho formais em setembro
deste ano foi mais lento que em setembro do ano passado e até caiu.
No mês passado, foram criados 176.735 novos postos,
ante 189.458 criados em setembro de 2005 - o que representa uma queda de 6,7%.
Entretanto, agregando as novas vagas do mês passado ao estoque de empregos
formais já existente, o Caged registra uma expansão de 0,65% do número de postos
de trabalho com carteira assinada. Para Marinho, como a cada ano a base de
referência é maior, é normal que diminua o ritmo de abertura de novas vagas
pelas empresas.
"Por isso, para que nos próximos anos consigamos
aumentar o volume de vagas oferecidas, é preciso haver um crescimento forte da
economia", afirmou Marinho, acrescentando que aposta num crescimento de 5% do
Produto Interno Bruto (PIB) em 2007. O ministro ressaltou que, com o resultado
positivo verificado no mês passado, o Caged registra o nono mês consecutivo de
expansão do emprego formal no setor privado.
De janeiro a setembro, foram criadas no País 1,383
milhão de vagas. Em 12 meses, o saldo está acumulado em 1,229 milhão. No mês
passado, um dos setores que mais se destacaram na oferta de novas vagas com
carteira assinada foi o comércio (46.381). Esse setor, que vinha apresentando um
ritmo mais lento de contratações nos meses anteriores, começa agora, segundo o
ministro, a entrar no período de preparação para as festas de final de ano,
abrindo novos postos.
A indústria ficou com o primeiro lugar em relação à
oferta de empregos formais (81.981), também como reflexo do aumento de produção
para o final do ano. O único setor que reduziu mais empregos do que criou foi a
agricultura. O Ministério do Trabalho atribuiu a eliminação de 21.229 postos
nesse setor no mês passado a fatores sazonais. Um exemplo é o período de
entressafra do café no Estado de Minas Gerais Fonte: Tribuna da Imprensa
Volvo investe US$ 50 milhões em
novos caminhões
Uma nova linha de caminhões pesados foi apresentada
nesta quinta-feira pela Volvo do Brasil na fábrica instalada na Cidade
Industrial de Curitiba
Evandro Fadel
CURITIBA - Fruto de investimentos de US$ 50
milhões, a Volvo do Brasil apresentou nesta quinta-feira, na fábrica instalada
na Cidade Industrial de Curitiba, uma nova linha de caminhões pesados. Entre as
principais características dos novos veículos está o motor de 13 litros, que vem
substituir o de 12 litros que equipava até agora os veículos pesados. "Estudos
de engenharia indicam que os novos caminhões são até 5% mais econômicos em
relação à linha anterior", afirmou o gerente de planejamento estratégico, Sérgio
Gomes.
Um novo sistema de transmissão eletrônica é opção
para quem precisa de um veículo com peso bruto total combinado de até 60
toneladas, como os bitrens que transportam grãos ou combustíveis. De acordo com
o gerente das linhas FH e FM da Volvo, Bernardo Fedalto, é garantia de mais
conforto para o motorista, além de mais produtividade e menos gasto com
manutenção. Fonte: O Estado de S.Paulo
Aço : Produção mundial cresce 9%
até setembro
Patrícia Nakamura
Em setembro, a produção mundial de aço alcançou
101,4 milhões de toneladas, um aumento de 8,8% em comparação com o mesmo mês do
ano passado. Nos nove primeiros meses do ano, foram fabricadas 903,3 milhões de
toneladas, 9,3% superior ante 2005. Os números foram divulgados ontem pelo
International Iron and Steel Institute (IISI), com base em informações de
siderúrgicas de 62 países, representando 98% da produção mundial.
A China, principal produtor de aço, fechou o mês
com 36,1 milhões de toneladas produzidas, um aumento de 18,5% em comparação com
setembro de 2005. Entretanto, houve uma retração de 538 mil toneladas se
comparado com agosto, em decorrência das medidas do governo chinês para conter o
crescimento econômico do país. A demanda interna fez o Japão, ampliar sua
produção em 4,8% no mês passado, para 9,6 milhões de toneladas. A Ásia respondeu
por mais da metade da produção mundial, com 54,9 milhões de toneladas em
setembro. Nos nove primeiros meses do ano, o continente atingiu produção de
477,2 milhões de toneladas, 14% a mais em comparação com o mesmo período do ano
passado.
A produção na União Européia cresceu 2,1% em
setembro, atingindo 15,7 milhões de toneladas. A melhora do desempenho deve-se
ao aquecimento da construção civil e da indústria automotiva nos 10 países que
aderiram ao bloco em 2004. A Alemanha, principal produtor, atingiu 4,02 milhões
de toneladas no mês passado, incremento de 11,2%.
Os Estados Unidos fecharam setembro com 8 milhões
de toneladas produzidas, uma alta de 3,5%. Dessa forma, a América do Norte teve
crescimento de 2,9%, com 10,6 milhões de toneladas produzidas. Já os países da
América do Sul produziram 8,9% a mais em setembro, atingindo 4 milhões de
toneladas. Fonte: Valor
Impulsan un plan de renovación de
autos
Cautela en la Argentina
Brasil propone un programa regional
Brasil le propuso a la Argentina renovar el parque
automotor en ambos países con un incentivo similar al plan Canje, que no
implique menos recaudación impositiva. La administración Kirchner no rechazó la
posibilidad, pero aún no comenzó a analizarla en profundidad.
El ministro de Industria, Desarrollo y Comercio
Exterior brasileño, Luiz Fernando Furlan, dio ayer por sentado que la
posibilidad está en pleno proceso de análisis:
"Queremos recibir una propuesta del sector
automotor. Le hablé del tema a la ministra de Economía de la Argentina [Felisa
Miceli], y ella también me dijo que su país analizaría el asunto para realizar
un programa conjunto", comentó durante la ceremonia de apertura del Salón del
Automóvil, realizado en San Pablo, citado por la agencia ANSA.
La única exigencia realizada por el gobierno
brasileño es que la iniciativa no comprometa la recaudación de
impuestos.
Furlan se refirió a "incentivos" y a "bonos del
gobierno [para aplicar a descuentos al consumidor]", y no un recorte de
impuestos.
"Podría existir una especie de «bonus». La
Argentina hizo eso años atrás (en referencia al plan Canje aplicado en 1999),
dando a cambio bonos que serían compensados con el aumento de la recaudación del
producto de la venta de automóviles nuevos", explicó el ministro.
En el gobierno argentino reconocieron que Furlan
propuso al pasar, en su reunión con Miceli, una renovación del parque mediante
un incentivo que no impliquen menos recaudación impositiva, pero dijeron que la
ministra sólo respondió que estaba de acuerdo y pasaron de inmediato a otro
tema, sin entrar en detalles.
Si bien el gobierno de Kirchner no analizó ni
evalúa un plan, ni mucho menos un nuevo esquema de canje, no está en desacuerdo
con la posibilidad. Este año, el Gobierno cumplió con la devolución total de la
deuda con las automotrices por el plan Canje de 1999 (ese pasivo se reintegró a
cambio de planes de inversión).
Furlan se explayó más sobre el tema en la reunión
que mantuvo días atrás con representantes de la Asociación de Fábricas de
Automotores de Argentina (Adefa) y la Asociación Nacional de Fabricantes de
Vehículos Automotores (Anfavea).
Dinamizar la demanda
Por su parte, el presidente de la Asociación
Nacional de Fabricantes de Vehículos Automotores, Rogelio Golfarb, dijo que
"cualquier iniciativa para dinamizar la demanda es bienvenida". El parque
automotor que circula hoy en Brasil tiene una antigüedad media de 8,5 años
frente a los 10 del parque argentino.
Según cifras de Adefa, el mes pasado las ventas de
las terminales a las concesionarias se elevaron un 9,4%, a 39.339 automotores,
con lo que acumula una suba del 11,5% entre enero y septiembre, al alcanzar las
340.174 unidades. Fonte: La Nación
Venda de jatos da Embraer cresce
29% no trimestre
Os maiores mercados são os Estados Unidos e a
Europa, mas as vendas na América do Sul e no próprio Brasil também
surpreendem
Simone Menocchi
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - Os jatinhos executivos da
Embraer estão fazendo a diferença na carteira de pedidos da fabricante
brasileira, acumulada em US$ 13,3 bilhões de dólares. Em comparação ao último
trimestre, as vendas da empresa aumentaram 29% graças ao salto no volume de
pedidos dos jatos Phenom 100 e Phenom 300 e dos outros modelos executivos, que
já ultrapassam a marca de 300 unidades. Os modelos Phenom 100 e 300 custam,
respectivamente, US$ 2,75 milhões e US$6,65 milhões e tiveram as vendas
iniciadas há um ano.
Nesta semana a Embraer divulgou, durante a NBAA
(National Business Aviation Association), maior feira de aviação executiva do
mundo, três clientes dos mini-jatos, que tem capacidade para quatro e seis
pessoas. A norte-americana Avantair, empresa líder em serviços de aeronaves
compartilhadas, comprou 20 unidades Phenom 100. A Wondair, empresa espanhola de
vôos privados também adquiriu 20 aviões e reservou mais 12. Em seguida, a Eagle
Creek, dos Estados Unidos, anunciou a compra de 16 unidades. Em uma semana, as
três empresas juntas renderam negócios no valor de US$ 188 milhões.
As entregas do Phenom 100 começam em meados de 2008
e do Phenom 300 no ano seguinte. Só do jatinho para até 4 passageiros espera-se
entregar 30 unidades em 2008. As entregas dos mini-jatos devem ficar em torno de
120 a 150 por ano.
Mercados
Os maiores mercados são os Estados Unidos e a
Europa, mas as vendas na América do Sul e no próprio Brasil também surpreendem.
A fabricante brasileira entrou no mercado executivo há seis anos com o Legacy
600 - aeronave para até 16 lugares - e percebeu um crescimento na categoria até
o ano passado de 13%. Atualmente 76 aeronaves Legacy voam em 18
países.
Os principais concorrentes dos mini-jatos são os
fabricados pelas americanas Cessna e Eclipse, mas os aviõezinhos acabaram
ganhando clientes porque são os maiores da categoria, únicos com toalete em
lugar adequado e tem maior espaço para a bagagem, o que neste modelo é
considerado um fator essencial.
Centros de serviços para jatos
executivos
A Embraer vai ampliar a rede de centros de serviços
autorizados para seus jatos executivos nos Estados Unidos e Europa. "Até meados
de 2008, a rede de apoio aos clientes da empresa deverá ter sete centros de
serviço próprios e 38 autorizados em todas as regiões do mundo", afirma a
fabricante de aviões em comunicado.
Em sua avaliação para escolha de novos centros, a
companhia levou em conta fatores como localização, infra-estrutura, capacitação,
flexibilidade e experiência na prestação de serviços. Os centros devem fornecer
serviços completos para aeronaves, inclusive inspeções de rotina, manutenção e
reparos programados e não-programados de estrutura, motor e outros sistemas,
assistência 24 horas, serviços de emergência e fornecimento de peças consumíveis
e reparáveis. Fonte: O Estado de S.Paulo
Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório Industrial
Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos sindicatos metalúrgicos
do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical de direção do Laboratório está a
cargo da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
Metalúrgica (FM-CCOO).
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