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Asunto:[sindlab] Noticias - 6ª Feira/Jueves - 20 de Outubro de 2006
Fecha:Viernes, 20 de Octubre, 2006  08:29:12 (-0200)
Autor:Antonio Carlos <acastro @.....................br>

Mais noticias em : http://www.sindlab.org  


CNM/CUT fala sobre o crescimento do setor automotivoAssista ao vídeo de Valter Sanches, da CNM/CUT no Brasil

Assista aqui o vídeo em que o Secretário de Organização da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT), Valter Sanches, fala sobre o crescimento significativo do setor automotivo no Brasil, que deve chegar a 8% neste ano, o que é mais uma mostra do bom momento da economia brasileira.

Os investimentos das indústrias devem chegar a R$10 bi em 2007. Traduzindo isso para a realidade do trabalhador, este crescimento somado aos investimentos, podem gerar até 150 mil empregos diretos e indiretos no setor.       Clique aqui para assistir o vídeo


Marinho mantém previsão de 1,2 milhão de novos empregos

BRASÍLIA - O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou ontem que mantém a projeção de que, ao final deste ano, o saldo de geração de novos empregos com carteira assinada fique "em torno do resultado do ano passado." Em 2005, foi criado um total de 1,253 milhão de novos empregos formais no setor privado da economia. Embora Marinho mantenha a projeção, o ritmo de geração de geração de novos postos de trabalho formais em setembro deste ano foi mais lento que em setembro do ano passado e até caiu.

No mês passado, foram criados 176.735 novos postos, ante 189.458 criados em setembro de 2005 - o que representa uma queda de 6,7%. Entretanto, agregando as novas vagas do mês passado ao estoque de empregos formais já existente, o Caged registra uma expansão de 0,65% do número de postos de trabalho com carteira assinada. Para Marinho, como a cada ano a base de referência é maior, é normal que diminua o ritmo de abertura de novas vagas pelas empresas.

"Por isso, para que nos próximos anos consigamos aumentar o volume de vagas oferecidas, é preciso haver um crescimento forte da economia", afirmou Marinho, acrescentando que aposta num crescimento de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2007. O ministro ressaltou que, com o resultado positivo verificado no mês passado, o Caged registra o nono mês consecutivo de expansão do emprego formal no setor privado.

De janeiro a setembro, foram criadas no País 1,383 milhão de vagas. Em 12 meses, o saldo está acumulado em 1,229 milhão. No mês passado, um dos setores que mais se destacaram na oferta de novas vagas com carteira assinada foi o comércio (46.381). Esse setor, que vinha apresentando um ritmo mais lento de contratações nos meses anteriores, começa agora, segundo o ministro, a entrar no período de preparação para as festas de final de ano, abrindo novos postos.

A indústria ficou com o primeiro lugar em relação à oferta de empregos formais (81.981), também como reflexo do aumento de produção para o final do ano. O único setor que reduziu mais empregos do que criou foi a agricultura. O Ministério do Trabalho atribuiu a eliminação de 21.229 postos nesse setor no mês passado a fatores sazonais. Um exemplo é o período de entressafra do café no Estado de Minas Gerais  Fonte: Tribuna da Imprensa


Volvo investe US$ 50 milhões em novos caminhões

Uma nova linha de caminhões pesados foi apresentada nesta quinta-feira pela Volvo do Brasil na fábrica instalada na Cidade Industrial de Curitiba

Evandro Fadel

CURITIBA - Fruto de investimentos de US$ 50 milhões, a Volvo do Brasil apresentou nesta quinta-feira, na fábrica instalada na Cidade Industrial de Curitiba, uma nova linha de caminhões pesados. Entre as principais características dos novos veículos está o motor de 13 litros, que vem substituir o de 12 litros que equipava até agora os veículos pesados. "Estudos de engenharia indicam que os novos caminhões são até 5% mais econômicos em relação à linha anterior", afirmou o gerente de planejamento estratégico, Sérgio Gomes.

Um novo sistema de transmissão eletrônica é opção para quem precisa de um veículo com peso bruto total combinado de até 60 toneladas, como os bitrens que transportam grãos ou combustíveis. De acordo com o gerente das linhas FH e FM da Volvo, Bernardo Fedalto, é garantia de mais conforto para o motorista, além de mais produtividade e menos gasto com manutenção.  Fonte: O Estado de S.Paulo


Aço : Produção mundial cresce 9% até setembro

Patrícia Nakamura

Em setembro, a produção mundial de aço alcançou 101,4 milhões de toneladas, um aumento de 8,8% em comparação com o mesmo mês do ano passado. Nos nove primeiros meses do ano, foram fabricadas 903,3 milhões de toneladas, 9,3% superior ante 2005. Os números foram divulgados ontem pelo International Iron and Steel Institute (IISI), com base em informações de siderúrgicas de 62 países, representando 98% da produção mundial.

A China, principal produtor de aço, fechou o mês com 36,1 milhões de toneladas produzidas, um aumento de 18,5% em comparação com setembro de 2005. Entretanto, houve uma retração de 538 mil toneladas se comparado com agosto, em decorrência das medidas do governo chinês para conter o crescimento econômico do país. A demanda interna fez o Japão, ampliar sua produção em 4,8% no mês passado, para 9,6 milhões de toneladas. A Ásia respondeu por mais da metade da produção mundial, com 54,9 milhões de toneladas em setembro. Nos nove primeiros meses do ano, o continente atingiu produção de 477,2 milhões de toneladas, 14% a mais em comparação com o mesmo período do ano passado.

A produção na União Européia cresceu 2,1% em setembro, atingindo 15,7 milhões de toneladas. A melhora do desempenho deve-se ao aquecimento da construção civil e da indústria automotiva nos 10 países que aderiram ao bloco em 2004. A Alemanha, principal produtor, atingiu 4,02 milhões de toneladas no mês passado, incremento de 11,2%.

Os Estados Unidos fecharam setembro com 8 milhões de toneladas produzidas, uma alta de 3,5%. Dessa forma, a América do Norte teve crescimento de 2,9%, com 10,6 milhões de toneladas produzidas. Já os países da América do Sul produziram 8,9% a mais em setembro, atingindo 4 milhões de toneladas. Fonte: Valor


Impulsan un plan de renovación de autos

Cautela en la Argentina

Brasil propone un programa regional

Brasil le propuso a la Argentina renovar el parque automotor en ambos países con un incentivo similar al plan Canje, que no implique menos recaudación impositiva. La administración Kirchner no rechazó la posibilidad, pero aún no comenzó a analizarla en profundidad.

El ministro de Industria, Desarrollo y Comercio Exterior brasileño, Luiz Fernando Furlan, dio ayer por sentado que la posibilidad está en pleno proceso de análisis:

"Queremos recibir una propuesta del sector automotor. Le hablé del tema a la ministra de Economía de la Argentina [Felisa Miceli], y ella también me dijo que su país analizaría el asunto para realizar un programa conjunto", comentó durante la ceremonia de apertura del Salón del Automóvil, realizado en San Pablo, citado por la agencia ANSA.

La única exigencia realizada por el gobierno brasileño es que la iniciativa no comprometa la recaudación de impuestos.

Furlan se refirió a "incentivos" y a "bonos del gobierno [para aplicar a descuentos al consumidor]", y no un recorte de impuestos.

"Podría existir una especie de «bonus». La Argentina hizo eso años atrás (en referencia al plan Canje aplicado en 1999), dando a cambio bonos que serían compensados con el aumento de la recaudación del producto de la venta de automóviles nuevos", explicó el ministro.

En el gobierno argentino reconocieron que Furlan propuso al pasar, en su reunión con Miceli, una renovación del parque mediante un incentivo que no impliquen menos recaudación impositiva, pero dijeron que la ministra sólo respondió que estaba de acuerdo y pasaron de inmediato a otro tema, sin entrar en detalles.

Si bien el gobierno de Kirchner no analizó ni evalúa un plan, ni mucho menos un nuevo esquema de canje, no está en desacuerdo con la posibilidad. Este año, el Gobierno cumplió con la devolución total de la deuda con las automotrices por el plan Canje de 1999 (ese pasivo se reintegró a cambio de planes de inversión).

Furlan se explayó más sobre el tema en la reunión que mantuvo días atrás con representantes de la Asociación de Fábricas de Automotores de Argentina (Adefa) y la Asociación Nacional de Fabricantes de Vehículos Automotores (Anfavea).

Dinamizar la demanda

Por su parte, el presidente de la Asociación Nacional de Fabricantes de Vehículos Automotores, Rogelio Golfarb, dijo que "cualquier iniciativa para dinamizar la demanda es bienvenida". El parque automotor que circula hoy en Brasil tiene una antigüedad media de 8,5 años frente a los 10 del parque argentino.

Según cifras de Adefa, el mes pasado las ventas de las terminales a las concesionarias se elevaron un 9,4%, a 39.339 automotores, con lo que acumula una suba del 11,5% entre enero y septiembre, al alcanzar las 340.174 unidades. Fonte: La Nación


Venda de jatos da Embraer cresce 29% no trimestre

Os maiores mercados são os Estados Unidos e a Europa, mas as vendas na América do Sul e no próprio Brasil também surpreendem

Simone Menocchi

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - Os jatinhos executivos da Embraer estão fazendo a diferença na carteira de pedidos da fabricante brasileira, acumulada em US$ 13,3 bilhões de dólares. Em comparação ao último trimestre, as vendas da empresa aumentaram 29% graças ao salto no volume de pedidos dos jatos Phenom 100 e Phenom 300 e dos outros modelos executivos, que já ultrapassam a marca de 300 unidades. Os modelos Phenom 100 e 300 custam, respectivamente, US$ 2,75 milhões e US$6,65 milhões e tiveram as vendas iniciadas há um ano.

Nesta semana a Embraer divulgou, durante a NBAA (National Business Aviation Association), maior feira de aviação executiva do mundo, três clientes dos mini-jatos, que tem capacidade para quatro e seis pessoas. A norte-americana Avantair, empresa líder em serviços de aeronaves compartilhadas, comprou 20 unidades Phenom 100. A Wondair, empresa espanhola de vôos privados também adquiriu 20 aviões e reservou mais 12. Em seguida, a Eagle Creek, dos Estados Unidos, anunciou a compra de 16 unidades. Em uma semana, as três empresas juntas renderam negócios no valor de US$ 188 milhões.

As entregas do Phenom 100 começam em meados de 2008 e do Phenom 300 no ano seguinte. Só do jatinho para até 4 passageiros espera-se entregar 30 unidades em 2008. As entregas dos mini-jatos devem ficar em torno de 120 a 150 por ano.

Mercados

Os maiores mercados são os Estados Unidos e a Europa, mas as vendas na América do Sul e no próprio Brasil também surpreendem. A fabricante brasileira entrou no mercado executivo há seis anos com o Legacy 600 - aeronave para até 16 lugares - e percebeu um crescimento na categoria até o ano passado de 13%. Atualmente 76 aeronaves Legacy voam em 18 países.

Os principais concorrentes dos mini-jatos são os fabricados pelas americanas Cessna e Eclipse, mas os aviõezinhos acabaram ganhando clientes porque são os maiores da categoria, únicos com toalete em lugar adequado e tem maior espaço para a bagagem, o que neste modelo é considerado um fator essencial.

Centros de serviços para jatos executivos

A Embraer vai ampliar a rede de centros de serviços autorizados para seus jatos executivos nos Estados Unidos e Europa. "Até meados de 2008, a rede de apoio aos clientes da empresa deverá ter sete centros de serviço próprios e 38 autorizados em todas as regiões do mundo", afirma a fabricante de aviões em comunicado.

Em sua avaliação para escolha de novos centros, a companhia levou em conta fatores como localização, infra-estrutura, capacitação, flexibilidade e experiência na prestação de serviços. Os centros devem fornecer serviços completos para aeronaves, inclusive inspeções de rotina, manutenção e reparos programados e não-programados de estrutura, motor e outros sistemas, assistência 24 horas, serviços de emergência e fornecimento de peças consumíveis e reparáveis.  Fonte: O Estado de S.Paulo


Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical de direção do Laboratório está a cargo da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero Metalúrgica (FM-CCOO).






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