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Asunto:[sindlab] Noticias - 2ª Feira/Lunes - 30 de Outubro de 2006
Fecha:Lunes, 30 de Octubre, 2006  09:56:53 (-0200)
Autor:Sindicato <webmaster @.....................br>

Mais noticias em : http://www.sindlab.org


Para Dilma, diplomacia do Brasil deu resultados práticos

PORTO ALEGRE e BRASÍLIA - A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, disse ontem que o acordo da Petrobras com o governo boliviano demonstrou que a posição de diplomacia do governo brasileiro deu resultados práticos. Ela criticou quem defendia uma atitude beligerante por parte do Brasil. "A Petrobrás considera que há perfeitas condições de permanência na Bolívia", afirmou a ministra, ao votar em Porto Alegre.

O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, explicou ontem que ainda estão sendo negociados com a Bolívia o preço do gás vendido ao Brasil e a situação das duas refinarias de derivados de petróleo da Petrobrás naquele país. Segundo ele, já está decidido que a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) terá o controle acionário das unidades - 50% mais uma das ações.

Rondeau garantiu que tanto a Bolívia quanto o Brasil cederam para fechar o novo contrato de exploração e produção de gás da Petrobrás. O ministro só não soube dizer qual das partes cedeu mais.

O que a Petrobras está decidindo agora, segundo o ministro, é se sairá do negócio do refino, se permanecerá como sócia minoritária, mas operando as instalações, ou se será minoritária sem operar as refinarias. Independentemente disso, segundo Rondeau, é fundamental que a Petrobrás receba uma indenização pela transferência do controle das refinarias à YPFB.

Sobre o preço do gás, Rondeau lembrou que as negociações foram prorrogadas até 10 de novembro e pode haver nova prorrogação. Ele ressaltou, entretanto, que atualmente o preço do gás boliviano em São Paulo (maior mercado) já equivale ao preço de referência internacional do combustível, o que reduz a margem para um aumento desejado pelos bolivianos.

Segundo Rondeau, o acordo assinado ontem garante também o fornecimento de gás ao Brasil, pelo menos até o fim do atual contrato de importação, que terminará em 2019.  Fonte: Tribuna da Imprensa


"Hoje ninguém mais fala de Alca. Fala de Mercosul", diz Lula

Daniel Gallas

De São Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o Mercosul no seu primeiro pronunciamento após ser reeleito para um segundo mandato, neste domingo, e disse que "ninguém mais fala em Alca" (Área de Livre Comércio das Américas).

"Hoje ninguém fala mais de Alca, e todo mundo fala do Mercosul", disse Lula a jornalistas em um hotel em São Paulo.

"Já incluimos a Venezuela no Mercosul, o México já quer participar, e nós temos um sonho de fazer com que o Mercosul possa representar (...) todos os países latino-americanos, o que seria uma coisa extraordinária."

Lula destacou que o sucesso do Mercosul está condicionado aos resultados comerciais do bloco. Segundo ele, a América Latina é hoje o principal parceiro comercial do Brasil, "mesmo sem diminuir as exportações para os Estados Unidos e para a União Européia".

Bolívia

Lula defendeu o resultado da negociação entre os governos do Brasil e da Bolívia sobre a nacionalização do gás, concluídas no sábado em La Paz. A Petrobras assinou novos contratos com o governo da Bolívia.

Em resposta a uma pergunta de um jornalista argentino, Lula comentou pela primeira vez a negociação de sábado.

"Você percebeu que há uma descrença em relação à Bolívia", disse Lula. "Aqui no Brasil, existem alguns setores reacionários que acham que eu deveria ser duro com a Bolívia. Ontem (sábado) foi feito um acordo que o meu ministro das Minas e Energia achou extraordinário."

Lula disse que o Brasil e a Argentina têm responsabilidade de promover o desenvolvimento nos países mais pobres do Mercosul e elogiou as relações entre Brasília e Buenos Aires. Fonte: B B C


Lula dijo soñar con un Mercosur que represente a toda América Latina

AFP

SAO PAULO.- El presidente brasileño Luiz Inacio Lula da Silva, reelecto el domingo con más del 60% de los votos válidos, aseguró que sueña con un Mercosur que represente "a todos los países latinoamericanos".

"Ahora nadie habla del Alca (Área de Libre Comercio de las Américas) y todo el mundo habla del Mercosur", destacó Lula, opositor a esa iniciativa estadounidense, en su primer pronunciamiento tras confirmarse su reelección.

"Yo tengo un sueño de que el Mercosur represente (...) a todos los países latinoamericanos, sería una maravilla, una cosa extraordinaria", expresó Lula en una conferencia de prensa.

Recordó que siente "una pasión especial" por el bloque subregional que integran Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay y Venezuela. "Cuando llegamos al gobierno (en 2003) se decía que el Mercosur estaba fuera de moda, se hablaba del Alca y no del Mecosur", dijo.

Lula argumentó que "ya incluimos a Venezuela", que "los argentinos necesitan de Brasil y los brasileños necesitamos de Argentina" y anticipó que se atenderán las demandas de Paraguay y Uruguay en el bloque sudamericano.

Elogió además el acuerdo alcanzado la madrugada de este domingo entre Petrobrás y el gobierno de La Paz, para la permanencia de la petrolera brasileña en Bolivia tras la nacionalización de hidrocarburos en la nación andina. "Nuestro ministro de Minas y Energía (Silas Rondeau) calificó (el acuerdo) como extraordinario", concluyó el mandatario reelecto. Fonte: El Mercurio


Pela primeira vez em 20 anos, uma eleição sem crise econômica

Inflação alta e fragilidade externa foram superadas; risco País está no menor nível da história e saldo comercial é recorde

Leandro Modé

Diferentemente do que ocorreu nos últimos 20 anos, o candidato que vencer a eleição de hoje não terá de vestir um uniforme de bombeiro para apagar incêndios na área econômica. Ele comandará um país com indicadores macroeconômicos de fazer inveja aos antecessores que ocuparam o cargo após o processo de redemocratização do País, na década de 80.

José Sarney assumiu a Presidência da República em março de 1985, um pouco antes da morte de Tancredo Neves. Topou com uma inflação anual de 215% - o porcentual refere-se ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no ano anterior. Para se ter uma idéia, esse mesmo indicador deve encerrar 2006 um pouco abaixo de 3%.

Ainda na seara dos índices de preços, a tarefa de Fernando Collor de Mello foi mais ingrata. Em 1989, ano em que foi eleito (sua posse ocorreu em 15 de março de 1990), o IPCA anual atingiu inacreditáveis 1.972%! A história a partir daí é conhecida de todos. Seu governo congelou os depósitos bancários - à vista e a prazo - justamente para combater a inflação.

Graças ao Plano Real, Fernando Henrique Cardoso deparou-se com problemas diferentes, mas não menos importantes. Em 1994, a América Latina era chacoalhada pela crise do México, que fez os investidores internacionais correrem da região. Em 31 de dezembro daquele ano, um dia antes de FHC tomar posse, o chamado risco Brasil, medido pelo banco de investimentos americano JP Morgan, estava em 923 pontos.

Isso significa que o País, naquele momento, pagava 9,23 pontos porcentuais a mais que os Estados Unidos para obter crédito na praça. Os títulos do governo americano são usados como referência para esse indicador. Hoje, o risco Brasil oscila na casa dos 215 pontos.

Outro desafio de FHC era consolidar o Plano Real, lançado seis meses antes. Os índices de preços despencavam, mas, àquela altura, muitos apostavam que voltariam a subir.

O período que precedeu a reeleição do peessedebista foi bem mais complicado. O mundo havia passado por diversas crises internacionais - com destaque para a da Ásia e a da Rússia -, o real estava supervalorizado e a balança comercial de 1998 registrava déficit de US$ 6,5 bilhões.

A pressão pela desvalorização da moeda brasileira era forte e acabou ocorrendo no início do segundo mandato de FHC. Hoje, o câmbio flutua, o dólar está estável em cerca de R$ 2,15 e a balança comercial deve alcançar superávit de aproximadamente US$ 45 bilhões.

Em 2002, a possibilidade de o então candidato Lula ser eleito presidente, somada à fragilidades macroeconômicas do País, provocou um enorme incêndio. O dólar disparou para a casa de R$ 4, a inflação medida pelo IPCA superava os 12% e o risco país em 31 de dezembro, um dia antes de Lula assumir o Palácio do Planalto, estava em 1.446 pontos. Fonte: O Estado de S.Paulo  29.10.2006


Uruguay : Atentaron contra sede del sindicato metalúrgico

Alrededor de las 3:00 de la madrugada personas no identificadas ingresaron en la sede de la Unión de Trabajadores Metalúrgicos y Ramos Afines (UNTRA) e incendiaron las instalaciones. Luis Vega, integrante del sindicato, precisó a Observa que el lunes se realizará un acto en repudio al atentado

El local de la UNTRA, ubicado en Luis Alberto de Herrera 3972 fue incendiado esta madrugada, tal como confirmó a Observa, el integrante del sindicato, Luis Vega.

En el transcurso de la mañana de este sábado la dirigencia de la UNTRA realizó una asamblea y se determinó en coordinación con el secretariado ejecutivo del PIT-CNT realizar un acto en repudio del atentado el próximo lunes a las 18:00 horas.

La hipótesis de que se tratara de un incendio ocasional fue descartada por personal de Bomberos y por los propios trabajadores del metal. Explicaron que los vidrios rotos y la ausencia de robos sostienen la idea de que se trató de un atentado.

Vega precisó que "había computadoras, pinturas, material de propaganda, una moto y no se llevaron nada".

Marcelo Abdala, representante del sindicato y del PIT-CNT, dijo en conversación con radio Montecarlo que "acusa a los bloques del poder del imperialismo de intentar con este tipo de hechos amedrentar la lucha de los trabajadores".  Fonte: El Observador  28.10.2006


Empresários e governo tentam barrar exclusão do SGP

BRASÍLIA - A estratégia do governo e empresários brasileiros para manter o Brasil na lista de países beneficiados pelo Sistema Geral de Preferências (SGP) é tentar convencer as empresas norte-americanas de que elas seriam as maiores prejudicadas com a exclusão do Brasil. O sistema concede redução parcial ou total de imposto de importação. Ontem, a embaixada brasileira em Washington promoveu um almoço com entidades de importadores e produtores norte-americanos e empresários brasileiros para discutir o tema.

"A nossa avaliação é que o importante é mobilizar as empresas americanas porque empresa brasileira não dá voto para congressista", afirmou por telefone o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Antonio Cavalcanti. Ele se referia às eleições legislativas nos Estados Unidos, que serão no dia 7 de novembro.

Caberá ao novo Congresso americano votar a renovação do SGP, que acaba em 31 de dezembro. Alguns parlamentares defendem a idéia de que o sistema deve ser renovado, mas somente para beneficiar as nações menos desenvolvidas. Também já foi ventilada a possibilidade de o Brasil ser mantido no sistema, mas com uma lista menor de produtos.

O diretor da Fiesp argumentou que as empresas norte-americanas são as maiores beneficiadas pelo sistema porque importam produtos de outros países com redução de impostos. Segundo ele, os produtos brasileiros são importantes porque são bens intermediários usados na produção pela indústria dos EUA. Cavalcanti contou que os funcionários do escritório da Fiesp em Washington também já estiveram reunidos com 150 parlamentares fazendo um trabalho de esclarecimento.

Carlos Antonio Cavalcanti está em Washington há três dias e esteve reunido com representantes do USTR (órgão do governo responsável pelo comércio exterior) e várias entidades empresariais. "Estamos fazendo um trabalho de formiguinha", disse. Na próxima semana, o diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), José Augusto Fernandes, também vai a Washington e, entre outros assuntos da pauta, vai discutir a renovação do SGP.

"O objetivo é mostrar que consideramos importante a manutenção do SGP", disse Fernandes. "A integração das empresas brasileiras e americanas favorece o desempenho dessa cadeia". O diretor explicou que a CNI tem trabalhado junto com a Câmara de Comércio Brasil - Estados Unidos e com o Conselho Empresarial Brasil - Estados Unidos, que apóiam o pleito brasileiro.

O lobby privado tem um papel estratégico nessa discussão sobre a renovação do SGP", avaliou. Para Fernandes, o papel do governo brasileiro é de coordenação das ações e de esclarecimento. Cavalcanti disse que os Estados Unidos estão em compasso de espera por causa das eleições legislativas, mas avaliou que o cenário está mais favorável para o Brasil agora do que há dois ou três meses.  Fonte: Tribuna da Imprensa


Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical de direção do Laboratório está a cargo da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero Metalúrgica (FM-CCOO).






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