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Asunto:[sindlab] Noticias - 3ª Feira/Martes - 31 de Outubro de 2006
Fecha:Martes, 31 de Octubre, 2006  08:25:36 (-0200)
Autor:Antonio Carlos <acastro @.....................br>

Mais noticias em : http://www.sindlab.org  


Atentado contra sindicato no Uruguai: Leia aqui a nota de solidariedade da CNM

Na última semana, a sede da UNTMRA (União dos Trabalhadores Metalúrgicos e Ramos Afins), no Uruguai, foi incendiada em um ato criminoso. É desta maneira covarde e terrorista que os criminosos acham que conseguem amedrontar aqueles que lutam pelos direitos dos trabalhadores.

A hipótose de acidente foi descartada pelos bombeiros. Haviam computadores, pinturas, materiais de campanha e uma motocicleta, mas nada foi levado. O que demonstra mais uma vez, a intenção apenas de atingir dolosamente a sede da UNTMRA.

A Confederação Nacional dos Metalúrgicos, por meio do Presedente Carlos Alberto Grana, enviou nota de solidariedade aos companheiros do Uruguai.

Confira a nota:

Estimados Companheiros da UNTMRA,

Foi com perplexidade que tomamos conhecimento do atentado contra a sede da União dos Trabalhadores Metalúrgicos e Afins, no Uruguai.

Nós repudiamos fortemente este violento ato de intolerância contra uma organização que tem história na defesa de nossos irmãos trabalhadores uruguaios.

Pedimos às autoridades do Uruguai que encontrem e punam severa e exemplarmente os autores deste atentado contra a liberdade de organização sindical.

Nos solidarizamos e nos colocamos à vossa disposição para lutar em defesa do Sindicato e de seus trabalhadores.

Em solidariedade,
Carlos Alberto Grana
Presidente                                                               (CNM - C U T) 

Latinoamérica teme que China la desplace del mercado de acero

Podría pasar de demandante a inundar con su producción el mercado mundial.

Ismael Bermúdez SANTIAGO, CHILE ENVIADO ESPECIAL   ibermudez@clarin.com

China es la palabra que más se repite entre los siderúrgicos latinoamericanos reunidos en esta ciudad. Y no es por las oportunidades que puede ofrecer el mercado interno asiático, sino por la amenaza de que en poco tiempo el acero chino y los productos industriales que insumen chapa inunden los países latinoamericanos.

"Este año China producirá 416 millones de toneladas, 66 millones más que el año pasado. Ese excedente equivale a 12 veces la producción argentina o a toda la producción de América latina. Entonces lo que estamos discutiendo aquí es cómo evitar que el derrame de productos siderúrgicos de China por sobrecapacidad provoque un daño irreparable a la siderúrgica regional", sostuvo Daniel Novegil, directivo de Techint y presidente saliente de ILAFA (Instituto Latonamericano del Fierro y del Acero).

"La forma de lograr esto es que los regímenes de protección del comercio desleal vía dumping actúen como mecanismos preventivos sobre el potencial de daño que representa que un sólo país —China— produzca el 34 por ciento de la producción mundial", planteó Novegil. Y a título de ejemplo, mencionó que se podrían establecer licencias que anticipen la importación que se avecina y eso permita evaluar el daño potencial y tomar medidas preventivas.

Para Martín Berardi, director de Ternium, el problema no es sólo el acero, sino toda la cadena de valor que pasa por todo lo que se elabora a partir y/o con acero, que va desde una bicicleta a un componente de la industria automotriz.

Corroborando este diagnóstico, y en un panel dedicado a la economía mundial, el economista Felipe Larraín destacó que entre 1978 y 2005, China creció a una tasa media anual del 9,5 por ciento. "Esto significa que hoy tiene un economía que es 15 veces mayor que la existente en 1978. Y de participar en 1978 del 2 por ciento del comercio internacional, ahora su incidencia llega al 16 por ciento."

Barry Naughton, especialista norteamericano en temas chinos, señaló que en China existe un alto grado de autonomía de las regiones respecto del poder central y que eso determina que los distintos distritos estimulen las inversiones locales, a tal punto que "se proyecta que hacia 2010 China esté produciendo unos 700 millones de toneladas, con un excedente de 250 millones de toneladas".

Los especialistas vaticinan aquí que la demanda interna siderúrgica de China seguirá creciendo pero a menor ritmo porque se espera que ahora tengan mayor gravitación las referidas a los servicios, que consumen menos acero o hierro que las vinculadas a la infraestructura. Entonces, sostienen que la brecha entre oferta y demanda doméstica irá ampliándose y ese excedente será volcado a los mercados internacionales.Fonte: Clarín


Volume de capitais no exterior cresce 19,8%

O volume de capitais brasileiros no exterior aumentou 19,8% em 2005 ante 2004 e passou de US$ 93,243 bilhões para US$ 111,741 bilhões, de acordo com dados divulgados ontem pelo Banco Central (BC). O crescimento foi puxado por uma elevação de 63,9% dos depósitos de brasileiros fora de país, que subiram de US$ 10,418 bilhões para US$ 17,077 bilhões.

O chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central (BC), Altamir Lopes, explicou que a variação foi afetada pelas compras de US$ 5,7 bilhões feitas pelo Tesouro Nacional em 2005 para o pagamento de compromissos da dívida externa que vencem neste ano. Os investimentos em carteira, por sua vez, tiveram um incremento de 16,56% no ano passado ante 2004. Apesar disso, o chefe do Depec destacou que a participação destes investimento no estoque total de capitais brasileiros mantidos fora do país ainda é pequena.

"É uma participação de apenas 8%", disse. Os investimentos diretos brasileiros no exterior cresceram, ao mesmo tempo, 14,5% no ano passado e saltaram dos US$ 69,196 bilhões de 2004 para US$ 79,259 bilhões. "O aumento está ligado ao próprio processo de crescimento das nossas exportações", comentou Altamir. A participação dos investimentos diretos no total de capitais brasileiros no exterior ao final do ano passado era de aproximadamente 70,9%.

Investimento estrangeiro deve crescer US$ 15,6 bi

As projeções do mercado financeiro para o fluxo de investimento estrangeiro direto (IED) neste ano subiram de US$ 15,5 bilhões para US$ 15,6 bilhões. Há quatro semanas, estas previsões estavam em US$ 15,72 bilhões. Para 2007, as previsões de fluxo de IED seguiram estáveis em US$ 16 bilhões pela 19ª semana consecutiva.

Sobre câmbio, a previs+o do mercado financeiro para a taxa de câmbio no final deste ano caiu de R$ 2,17 para R$ 2,16 por dólar. Esta foi a quarta queda consecutiva destas previsões, que estavam em R$ 2,20 há quatro semanas. Apesar da redução, as estimativas de taxa média de câmbio para este ano continuaram estáveis em R$ 2,18 pela oitava semana seguida.

Para o fim deste mês, as previsões de câmbio ficaram inalteradas em R$ 2,15. A estabilidade pôs fim a uma seqüência de duas semanas seguidas de estabilidade destas previsões, que estavam em R$ 2,17 há quatro semanas. Para o final de novembro próximo, as estimativas de câmbio não mudaram e prosseguiram em R$ 2,15. Há quatro semanas, estas previsões estavam em R$ 2,17.

Ao final de 2007, as projeções do mercado financeiro para a taxa de câmbio seguiram estáveis em R$ 2,30 pela 11ª semana seguida.

As estimativas de taxa média de câmbio para o próximo ano, por sua vez, recuaram de R$ 2,26 para R$ 2,25. Esta foi a segunda redução seguida destas previsões, que estavam em R$ 2,26 há quatro semanas.

As projeções do mercado financeiro para a dívida líquida do setor público em 2007 caíram de 49,20% para 49,15% do Produto Interno Bruto (PIB) na pesquisa semanal do BC. A queda interrompeu uma seqüência de duas semanas seguidas de elevações destas previsões, que estavam em 49,10% do PIB há quatro semanas. Para este ano, as estimativas de mercado para a dívida líquida continuaram

estáveis em 50,40% do PIB pela terceira semana consecutiva. Há quatro semanas, estas previsões estavam em 50,35% do PIB. Fonte: Tribuna da Imprensa


UE se compromete a fortalecer relações com Brasil e Mercosul

GENEBRA (Suíça) - A União Européia (UE) afirma estar comprometida com um fortalecimento das relações com o Brasil em um segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a conclusão de um acordo comercial com o Mercosul, mas se nega a estipular um prazo para que o entendimento seja concretizado.

"A Comissão Européia e o Brasil compartilham do mesmo compromisso de conclusão de um ambicioso acordo de associação entre o Mercosul e a UE", afirmou a comissária de Relações Exteriores da Europa, Benita Ferrero-Waldner em um comunicado em que "felicita" Lula pela vitória nas urnas. Contudo, entre os negociadores europeus envolvidos no processo com o Mercosul desde 1999, a avaliação é de que já não se pode mais prever quando é que o acordo poderia ser fechado.

Na semana que vem, no Rio de Janeiro, os dois blocos se reúnem pela primeira vez em meses para debater como relançarão o processo. Em Bruxelas, os diplomatas alertam que a UE precisa primeiro saber qual será o destino dado às negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) para depois definir qual será o grau de abertura do seu mercado para os produtos agrícolas do Mercosul.

"Vamos manter um perfil baixo até que possamos saber o que de fato vai ocorrer na OMC", afirmou um dos negociadores. Em Genebra, a OMC continua com seu processo suspenso diante das diferenças entre os governos sobre como deve ocorrer a liberalização agrícola. Uma retomada de fato do processo ocorreria apenas no início de 2007. Só então Bruxelas estaria disposta a retomar as negociações com o Mercosul em cada um dos capítulos do acordo.

Implementar ações em áreas sociais

Politicamente, porém, a Europa insiste que passará os próximos quatro anos "fortalecendo as relações bilaterais" e levando em consideração o "crescente interesse de ambos governos a cooperar em áreas sociais, transporte marítimo, meio ambiente, desenvolvimento regional e energia". A comissária da UE ainda apelou em seu comunicado para que o Brasil adote uma posição de liderança no que se refere ao debate internacional sobre o etanol nos próximos anos.

Em meados de 2007, a Europa realiza uma conferência para discutir como acelerar a introdução do combustível no mercado europeu. Lula foi convidado e, segundo Bruxelas, sua presença confirmará a liderança do Brasil no assunto.

Benita Ferrero Waldner ainda classificou como "exemplar" as eleições no Brasil e "congratulou" a Justiça eleitoral pela "precisão e rapidez no anúncio dos resultados". A comissária afirmou que acompanhou com "grande interesse" a campanha eleitoral, incluindo os debates na televisão entre os candidatos e os dois turnos de votação.

"Desejo todo o sucesso ao presidente Lula em seu segundo mandato. Quero assegura a ele nosso interesse em trabalhar em conjunto por um progresso nas relações entre o Brasil e a UE", concluiu a representante européia. Fonte: Tribuna da Imprensa


Ford deve ter queda de produção de 8% a 12% no 1º semestre de 2007

da Folha Online

A fabricante norte-americana de veículos Ford Motor deve sofrer uma queda de produção de 8% a 12% nos primeiros seis meses de 2007, na comparação com o mesmo período deste ano.

A estimativa, divulgada pelo diretor-operacional da empresa, Don Leclair, feita ao diário americano especializado no setor "Automotive News", foi confirmada nesta segunda-feira pelo porta-voz da empresa, Oscar Suris.

Já no segundo semestre do próximo ano, a produção da Ford deve ficar entre 5% e 10% acima do registrado no mesmo período de 2006, disse Suris, segundo a agência de notícias Reuters.

A estimativa é de que a produção da Ford fique entre 1,5 milhão e 1,6 milhão de unidades entre janeiro e julho, e entre 1,3 milhão e 1,4 milhão entre julho e dezembro de 2007.

Neste ano, a empresa informou que sua produção deve ficar 9% abaixo do registrado em 2005.

Na semana passada, a Ford anunciou um prejuízo de US$ 5,8 bilhões no terceiro trimestre devido à queda nas vendas na América do Norte e ao plano de reestruturação da empresa. Com agências internacionais  Fonte: Folha Online


Brasil vai crescer de forma mais acelerada em 2006, diz BNDES

CLARICE SPITZ

da Folha Online, no Rio

O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Demian Fiocca, afirmou hoje que o país não tem obstáculos para voltar a crescer de forma mais acelerada em 2006.

Segundo ele, o Brasil tem interrompido nos últimos 20 anos um ciclo de crescimento mais robusto graças a uma sucessão de crises ou em razão do desejo de reduzir a inflação. Mas, segundo ele, nem as crises nem a inflação alta estão mais presentes no cenário econômico.

'Eu acho que estamos voltando agora para uma situação de normalidade do ponto de vista de não ter crises. Daqui para frente nós não temos perspectivas de crises e, por outro lado, estamos terminando de digerir a desaceleração de 2005 que veio por conta da necessidade de de reduzir a inflação', afirmou.

Fiocca disse que o crescimento da economia a taxas maiores deve ser acompanhado por um aumento dos investimentos. Ele afirmou que os desembolsos do banco têm aumentado e que o fraco desempenho do primeiro trimestre não reflete a situação atual.

No terceiro trimestre, o BNDES registrou de julho a setembro um crescimento de 18,2% nos desembolsos na comparação com o mesmo período de 2005.

Segundo mandato

Fiocca desconversou ao ser questionado se pretende permanecer à frente do banco. 'É uma pergunta muito difícil de ser respondida por uma pessoa que está no governo. Se a pessoa responde de uma maneira reticente parece que não está prestigiando o cargo que tem, se falar que sim, que tem interesse, parece que a pessoa está se convidando, então, não posso responder essa pergunta', disse. Fonte: Folha Online


Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical de direção do Laboratório está a cargo da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero Metalúrgica (FM-CCOO).






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