|
Atentado contra sindicato no
Uruguai: Leia aqui a nota de solidariedade da CNM
Na última semana, a sede da UNTMRA (União dos
Trabalhadores Metalúrgicos e Ramos Afins), no Uruguai, foi incendiada em um ato
criminoso. É desta maneira covarde e terrorista que os criminosos acham que
conseguem amedrontar aqueles que lutam pelos direitos dos
trabalhadores.
A hipótose de acidente foi descartada pelos
bombeiros. Haviam computadores, pinturas, materiais de campanha e uma
motocicleta, mas nada foi levado. O que demonstra mais uma vez, a intenção
apenas de atingir dolosamente a sede da UNTMRA.
A Confederação Nacional dos Metalúrgicos, por meio
do Presedente Carlos Alberto Grana, enviou nota de solidariedade aos
companheiros do Uruguai.
Confira a nota:
Estimados Companheiros da UNTMRA,
Foi com perplexidade que tomamos conhecimento do
atentado contra a sede da União dos Trabalhadores Metalúrgicos e Afins, no
Uruguai.
Nós repudiamos fortemente este violento ato de
intolerância contra uma organização que tem história na defesa de nossos irmãos
trabalhadores uruguaios.
Pedimos às autoridades do Uruguai que encontrem e
punam severa e exemplarmente os autores deste atentado contra a liberdade de
organização sindical.
Nos solidarizamos e nos colocamos à vossa
disposição para lutar em defesa do Sindicato e de seus trabalhadores.
Em solidariedade,
Carlos Alberto Grana
Latinoamérica teme que China la
desplace del mercado de acero
Podría pasar de demandante a inundar con su producción el mercado
mundial.
Ismael Bermúdez SANTIAGO, CHILE ENVIADO
ESPECIAL ibermudez@clarin.com
China es la palabra que más se repite entre los
siderúrgicos latinoamericanos reunidos en esta ciudad. Y no es por las
oportunidades que puede ofrecer el mercado interno asiático, sino por la amenaza
de que en poco tiempo el acero chino y los productos industriales que insumen
chapa inunden los países latinoamericanos.
"Este año China producirá 416 millones de
toneladas, 66 millones más que el año pasado. Ese excedente equivale a 12 veces
la producción argentina o a toda la producción de América latina. Entonces lo
que estamos discutiendo aquí es cómo evitar que el derrame de productos
siderúrgicos de China por sobrecapacidad provoque un daño irreparable a la
siderúrgica regional", sostuvo Daniel Novegil, directivo de Techint y presidente
saliente de ILAFA (Instituto Latonamericano del Fierro y del Acero).
"La forma de lograr esto es que los regímenes de
protección del comercio desleal vía dumping actúen como mecanismos preventivos
sobre el potencial de daño que representa que un sólo país —China— produzca el
34 por ciento de la producción mundial", planteó Novegil. Y a título de ejemplo,
mencionó que se podrían establecer licencias que anticipen la importación que se
avecina y eso permita evaluar el daño potencial y tomar medidas
preventivas.
Para Martín Berardi, director de Ternium, el
problema no es sólo el acero, sino toda la cadena de valor que pasa por todo lo
que se elabora a partir y/o con acero, que va desde una bicicleta a un
componente de la industria automotriz.
Corroborando este diagnóstico, y en un panel
dedicado a la economía mundial, el economista Felipe Larraín destacó que entre
1978 y 2005, China creció a una tasa media anual del 9,5 por ciento. "Esto
significa que hoy tiene un economía que es 15 veces mayor que la existente en
1978. Y de participar en 1978 del 2 por ciento del comercio internacional, ahora
su incidencia llega al 16 por ciento."
Barry Naughton, especialista norteamericano en
temas chinos, señaló que en China existe un alto grado de autonomía de las
regiones respecto del poder central y que eso determina que los distintos
distritos estimulen las inversiones locales, a tal punto que "se proyecta que
hacia 2010 China esté produciendo unos 700 millones de toneladas, con un
excedente de 250 millones de toneladas".
Los especialistas vaticinan aquí que la demanda
interna siderúrgica de China seguirá creciendo pero a menor ritmo porque se
espera que ahora tengan mayor gravitación las referidas a los servicios, que
consumen menos acero o hierro que las vinculadas a la infraestructura. Entonces,
sostienen que la brecha entre oferta y demanda doméstica irá ampliándose y ese
excedente será volcado a los mercados internacionales.Fonte: Clarín
Volume de capitais no exterior
cresce 19,8%
O volume de capitais brasileiros no exterior
aumentou 19,8% em 2005 ante 2004 e passou de US$ 93,243 bilhões para US$ 111,741
bilhões, de acordo com dados divulgados ontem pelo Banco Central (BC). O
crescimento foi puxado por uma elevação de 63,9% dos depósitos de brasileiros
fora de país, que subiram de US$ 10,418 bilhões para US$ 17,077
bilhões.
O chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco
Central (BC), Altamir Lopes, explicou que a variação foi afetada pelas compras
de US$ 5,7 bilhões feitas pelo Tesouro Nacional em 2005 para o pagamento de
compromissos da dívida externa que vencem neste ano. Os investimentos em
carteira, por sua vez, tiveram um incremento de 16,56% no ano passado ante 2004.
Apesar disso, o chefe do Depec destacou que a participação destes investimento
no estoque total de capitais brasileiros mantidos fora do país ainda é
pequena.
"É uma participação de apenas 8%", disse. Os
investimentos diretos brasileiros no exterior cresceram, ao mesmo tempo, 14,5%
no ano passado e saltaram dos US$ 69,196 bilhões de 2004 para US$ 79,259
bilhões. "O aumento está ligado ao próprio processo de crescimento das nossas
exportações", comentou Altamir. A participação dos investimentos diretos no
total de capitais brasileiros no exterior ao final do ano passado era de
aproximadamente 70,9%.
Investimento estrangeiro deve crescer US$ 15,6
bi
As projeções do mercado financeiro para o fluxo de
investimento estrangeiro direto (IED) neste ano subiram de US$ 15,5 bilhões para
US$ 15,6 bilhões. Há quatro semanas, estas previsões estavam em US$ 15,72
bilhões. Para 2007, as previsões de fluxo de IED seguiram estáveis em US$ 16
bilhões pela 19ª semana consecutiva.
Sobre câmbio, a previs+o do mercado financeiro para
a taxa de câmbio no final deste ano caiu de R$ 2,17 para R$ 2,16 por dólar. Esta
foi a quarta queda consecutiva destas previsões, que estavam em R$ 2,20 há
quatro semanas. Apesar da redução, as estimativas de taxa média de câmbio para
este ano continuaram estáveis em R$ 2,18 pela oitava semana seguida.
Para o fim deste mês, as previsões de câmbio
ficaram inalteradas em R$ 2,15. A estabilidade pôs fim a uma seqüência de duas
semanas seguidas de estabilidade destas previsões, que estavam em R$ 2,17 há
quatro semanas. Para o final de novembro próximo, as estimativas de câmbio não
mudaram e prosseguiram em R$ 2,15. Há quatro semanas, estas previsões estavam em
R$ 2,17.
Ao final de 2007, as projeções do mercado
financeiro para a taxa de câmbio seguiram estáveis em R$ 2,30 pela 11ª semana
seguida.
As estimativas de taxa média de câmbio para o
próximo ano, por sua vez, recuaram de R$ 2,26 para R$ 2,25. Esta foi a segunda
redução seguida destas previsões, que estavam em R$ 2,26 há quatro
semanas.
As projeções do mercado financeiro para a dívida
líquida do setor público em 2007 caíram de 49,20% para 49,15% do Produto Interno
Bruto (PIB) na pesquisa semanal do BC. A queda interrompeu uma seqüência de duas
semanas seguidas de elevações destas previsões, que estavam em 49,10% do PIB há
quatro semanas. Para este ano, as estimativas de mercado para a dívida líquida
continuaram
estáveis em 50,40% do PIB pela terceira semana
consecutiva. Há quatro semanas, estas previsões estavam em 50,35% do PIB.
Fonte: Tribuna da Imprensa
UE se compromete a fortalecer
relações com Brasil e Mercosul
GENEBRA (Suíça) - A União Européia (UE) afirma
estar comprometida com um fortalecimento das relações com o Brasil em um segundo
mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a conclusão de um acordo
comercial com o Mercosul, mas se nega a estipular um prazo para que o
entendimento seja concretizado.
"A Comissão Européia e o Brasil compartilham do
mesmo compromisso de conclusão de um ambicioso acordo de associação entre o
Mercosul e a UE", afirmou a comissária de Relações Exteriores da Europa, Benita
Ferrero-Waldner em um comunicado em que "felicita" Lula pela vitória nas urnas.
Contudo, entre os negociadores europeus envolvidos no processo com o Mercosul
desde 1999, a avaliação é de que já não se pode mais prever quando é que o
acordo poderia ser fechado.
Na semana que vem, no Rio de Janeiro, os dois
blocos se reúnem pela primeira vez em meses para debater como relançarão o
processo. Em Bruxelas, os diplomatas alertam que a UE precisa primeiro saber
qual será o destino dado às negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC)
para depois definir qual será o grau de abertura do seu mercado para os produtos
agrícolas do Mercosul.
"Vamos manter um perfil baixo até que possamos
saber o que de fato vai ocorrer na OMC", afirmou um dos negociadores. Em
Genebra, a OMC continua com seu processo suspenso diante das diferenças entre os
governos sobre como deve ocorrer a liberalização agrícola. Uma retomada de fato
do processo ocorreria apenas no início de 2007. Só então Bruxelas estaria
disposta a retomar as negociações com o Mercosul em cada um dos capítulos do
acordo.
Implementar ações em áreas sociais
Politicamente, porém, a Europa insiste que passará
os próximos quatro anos "fortalecendo as relações bilaterais" e levando em
consideração o "crescente interesse de ambos governos a cooperar em áreas
sociais, transporte marítimo, meio ambiente, desenvolvimento regional e
energia". A comissária da UE ainda apelou em seu comunicado para que o Brasil
adote uma posição de liderança no que se refere ao debate internacional sobre o
etanol nos próximos anos.
Em meados de 2007, a Europa realiza uma conferência
para discutir como acelerar a introdução do combustível no mercado europeu. Lula
foi convidado e, segundo Bruxelas, sua presença confirmará a liderança do Brasil
no assunto.
Benita Ferrero Waldner ainda classificou como
"exemplar" as eleições no Brasil e "congratulou" a Justiça eleitoral pela
"precisão e rapidez no anúncio dos resultados". A comissária afirmou que
acompanhou com "grande interesse" a campanha eleitoral, incluindo os debates na
televisão entre os candidatos e os dois turnos de votação.
"Desejo todo o sucesso ao presidente Lula em seu
segundo mandato. Quero assegura a ele nosso interesse em trabalhar em conjunto
por um progresso nas relações entre o Brasil e a UE", concluiu a representante
européia. Fonte: Tribuna da Imprensa
Ford deve ter queda de produção de
8% a 12% no 1º semestre de 2007
da Folha Online
A fabricante norte-americana de veículos Ford Motor
deve sofrer uma queda de produção de 8% a 12% nos primeiros seis meses de 2007,
na comparação com o mesmo período deste ano.
A estimativa, divulgada pelo diretor-operacional da
empresa, Don Leclair, feita ao diário americano especializado no setor
"Automotive News", foi confirmada nesta segunda-feira pelo porta-voz da empresa,
Oscar Suris.
Já no segundo semestre do próximo ano, a produção
da Ford deve ficar entre 5% e 10% acima do registrado no mesmo período de 2006,
disse Suris, segundo a agência de notícias Reuters.
A estimativa é de que a produção da Ford fique
entre 1,5 milhão e 1,6 milhão de unidades entre janeiro e julho, e entre 1,3
milhão e 1,4 milhão entre julho e dezembro de 2007.
Neste ano, a empresa informou que sua produção deve
ficar 9% abaixo do registrado em 2005.
Na semana passada, a Ford anunciou um prejuízo de
US$ 5,8 bilhões no terceiro trimestre devido à queda nas vendas na América do
Norte e ao plano de reestruturação da empresa. Com agências internacionais Fonte:
Folha
Online
Brasil vai crescer de forma mais
acelerada em 2006, diz BNDES
CLARICE SPITZ
da Folha Online, no Rio
O presidente do BNDES (Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social), Demian Fiocca, afirmou hoje que o país não
tem obstáculos para voltar a crescer de forma mais acelerada em 2006.
Segundo ele, o Brasil tem interrompido nos últimos
20 anos um ciclo de crescimento mais robusto graças a uma sucessão de crises ou
em razão do desejo de reduzir a inflação. Mas, segundo ele, nem as crises nem a
inflação alta estão mais presentes no cenário econômico.
'Eu acho que estamos voltando agora para uma
situação de normalidade do ponto de vista de não ter crises. Daqui para frente
nós não temos perspectivas de crises e, por outro lado, estamos terminando de
digerir a desaceleração de 2005 que veio por conta da necessidade de de reduzir
a inflação', afirmou.
Fiocca disse que o crescimento da economia a taxas
maiores deve ser acompanhado por um aumento dos investimentos. Ele afirmou que
os desembolsos do banco têm aumentado e que o fraco desempenho do primeiro
trimestre não reflete a situação atual.
No terceiro trimestre, o BNDES registrou de julho a
setembro um crescimento de 18,2% nos desembolsos na comparação com o mesmo
período de 2005.
Segundo mandato
Fiocca desconversou ao ser questionado se pretende
permanecer à frente do banco. 'É uma pergunta muito difícil de ser respondida
por uma pessoa que está no governo. Se a pessoa responde de uma maneira
reticente parece que não está prestigiando o cargo que tem, se falar que sim,
que tem interesse, parece que a pessoa está se convidando, então, não posso
responder essa pergunta', disse. Fonte: Folha
Online
Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório Industrial
Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos sindicatos metalúrgicos
do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical de direção do Laboratório está a
cargo da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
Metalúrgica (FM-CCOO).
|