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<title>egrupos.net - Laborat&#243;rio Industrial Sindical</title>
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<description>Politica Industrial Metalurgica en el Mercosur</description>
<language>es</language><copyright>&#169; Copyright 2006, AR Networks. All Rights Reserved.</copyright>
<pubDate>15 Dec 2011 05:04:52 +0100</pubDate><lastBuildDate>15 Dec 2011 05:04:52 +0100</lastBuildDate>
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<title>egrupos.net</title><url>http://www.egrupos.net/pics/en/eListasNet.gif</url><link>http://www.egrupos.net/</link></image>
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 <pubDate>15 Dec 2011 05:04:52 +0100</pubDate>
 <author>"Jairo Duarte" &lt;jaduartecastillo@yahoo.com.co&gt;</author>
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 <pubDate>7 Nov 2011 04:23:32 +0100</pubDate>
 <author>"Jairo Duarte" &lt;jaduartecastillo@yahoo.com.co&gt;</author>
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 <pubDate>30 Oct 2011 18:54:13 +0200</pubDate>
 <author>"Jairo Duarte" &lt;jaduartecastillo@yahoo.com.co&gt;</author>
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 <title>Hey Sindlab@egrupos.net ;)</title>
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 <pubDate>Sun, 23 Dec 2007 23:28:57 +0000</pubDate>
 <author>CARLOS VALLEJO &lt;vallejo.carles@gmail.com&gt;</author>
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CARLOS

 



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 <title>raltorio LIS</title>
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 <pubDate>Mon, 27 Nov 2006 12:59:16 -0200</pubDate>
 <author>"Fabio" &lt;fabio@cnmcut.org.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
agora vai 
  ----- Original Message -----  
  From: Antonio Carlos  
  To: sindlabMercosulUE@googlegroups.com ; sindlab@egrupos.net ;
 
SecetariaInternacional CNM-CUT  
  Sent: Thursday, October 19, 2006 9:14 AM 
  Subject: [sindlab]Noticias - 5ª Feira/Jueves - 19 de Outubro de 2006 
 
 
  Mais noticias em : http://www.sindlab.org    
 
 
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  Brasil nunca teve tanto prestígio, diz Amorim 
 
  Fernando Exman 
 
  Brasília - Chanceler faz balanço dos quatro anos de governo Lula
 
no cenário internacional. 
 
  &quot;O presidente Lula conhece os temas de política externa. Os outros
 
não têm sido muito felizes quando buscam criticar&quot; 
 
  Amante do cinema, o ministro das Relações Exteriores, Celso
 
Amorim, recorre ao boxe para ilustrar o que considera sucesso da
 
política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva, criticada
 
pelo candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin. Antes da
 
gestão petista, diz o chanceler, comentava-se no exterior que o Brasil
 
- mesmo tendo capacidade de competir nas categorias destinadas aos
 
pugilistas de maior peso - disputava as divisões mais baixas. 
 
  Agora, acrescenta Amorim, o Brasil é convidado para participar das
 
reuniões do G8, o grupo dos sete países democráticos mais ricos do
 
mundo e a Rússia, e tem um presidente que desempenha papel de
 
protagonista nas negociações comerciais multilaterais. 
 
  Em entrevista exclusiva à Gazeta Mercantil, Amorim rebate com ironia
 
a acusação de que a atuação do Itamaraty não foi pautada pelo
 
pragmatismo durante o governo Lula. &quot;Diga para os empresários que
 
estão ganhando dinheiro na China, Índia, Rússia ou África do Sul
 
devolverem o dinheiro porque ele é ideológico&quot;, provoca Amorim.
 
&quot;Não vivemos mais na Guerra Fria&quot;, acrescenta. 
 
  A seguir os principais trechos da conversa, na qual Amorim se coloca
 
à disposição de Lula caso o presidente seja reeleito e nega que o
 
País tenha sido derrotado, por exemplo, ao não conseguir o status de
 
integrante permanente do Conselho de Segurança da Organização das
 
Nações Unidas (ONU). 
 
  Gazeta Mercantil - Qual a opinião do senhor sobre as propostas dos
 
candidatos à Presidência para a política externa? 
 
  Celso Amorim - O presidente Lula está muito bem preparado porque
 
conhece os temas de política externa. Os outros não têm sido muito
 
felizes quando buscam criticar. Não vou citar nomes. Outro dia li um
 
artigo que dizia que nossa política é ideológica e não é
 
pragmática, mas tudo o que ele (Geraldo Alckmin) dizia (que faria se
 
eleito) a gente está fazendo, só que melhor. 
 
  Gazeta Mercantil - O debate é pobre? 
 
  C.A. - A oposição não vê flancos para criticar. Quiseram citar
 
o caso da Bolívia para dizer que o Brasil deveria ter sido mais duro.
 
Na base do diálogo, o Brasil tem sido firme na defesa de seus
 
interesses. É diferente de ser arrogante, colocar tropas na fronteira. 
 
  Gazeta Mercantil - Qual o saldo da política externa brasileira na
 
gestão Lula? 
 
  C.A. - Muitas coisas que estavam no programa de governo do presidente
 
Lula ocorreram. Houve o fortalecimento do Mercosul e a inclusão da
 
Venezuela no bloco. Construímos a Comunidade Sul-Americana de
 
Nações. Aconteceu a integração com a África, países árabes
 
e outros grandes países em desenvolvimento. Essa integração não
 
ocorre só em termos formais, mas em termos materiais. Houve aumentos
 
espetaculares no comércio. As pessoas esquecem de dizer que o
 
comércio aumentou mais onde colocamos ênfase na política externa.
 
Não alcançamos todas as metas, como a ampliação do Conselho de
 
Segurança da ONU e a conclusão da Rodada Doha da Organização
 
Mundial do Comércio (OMC). Mas estas questões não dependem só de
 
nós. E, mesmo nestes casos, caminhamos na direção certa. 
 
  Gazeta Mercantil - A oposição e parte do empresariado consideraram
 
um erro a inclusão da Venezuela no Mercosul. 
 
  C.A. - A vida é complicada, dinâmica e sempre produz problemas
 
novos. Estamos enfrentando os problemas num patamar mais elevado de
 
integração com nossos vizinhos, com maiores benefícios
 
econômicos. 
 
  Gazeta Mercantil - Quais benefícios econômicos? 
 
  C.A. - A América Latina é hoje o maior parceiro comercial do
 
Brasil. Só a América do Sul já é maior do que os Estados Unidos,
 
sendo que o comércio com os EUA está batendo recordes. Não estamos
 
falando de uma situação de diminuição do comércio com os
 
norte-americanos. 
 
  Gazeta Mercantil - O Brasil tentou conquistar uma cadeira permanente
 
no Conselho de Segurança da ONU, além das diretorias gerais da OMC e
 
do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Houve falta de foco na
 
política externa brasileira? 
 
  C.A. - - Não. Acho que querer ao mesmo tempo a diretoria da OMC e do
 
BID foi provavelmente algo demais. Mas o caso da OMC não afetou em
 
nada o prestígio do Brasil. Pelo contrário. Fortaleceu. Durante o
 
processo de candidatura, nossa mensagem foi transmitida. Ulysses
 
Guimarães também não se elegeu (à Presidência da República,
 
em 1989), mas contribuiu para a democracia do Brasil. Não vou dizer
 
que o Brasil nunca teve prestígio, mas nunca foi tão alto. 
 
  Gazeta Mercantil - E a meta do Brasil de virar membro permanente do
 
Conselho de Segurança da ONU? 
 
  C.A. - A questão do Conselho de Segurança não pode ser misturada
 
com os outros temas. Trata-se de uma reforma da ONU, e não de uma
 
candidatura do Brasil. O Brasil não perdeu nenhuma candidatura. A
 
discussão sobre a reforma está no centro dos acontecimentos. Se vai
 
ocorrer em um ou dois anos, não sei. Durante quanto tempo tivemos de
 
lutar aqui para ter democracia e estabelecer a Constituinte? Essas
 
coisas não ocorrem tão rapidamente. 
 
  Gazeta Mercantil - A diplomacia brasileira foi derrotada nesses temas? 
 
  C.A. - Não. No episódio da candidatura da OMC, a extensão dos
 
contatos que fomos obrigados a fazer fortaleceu o G20. O grupo, que
 
tinha ficado reduzido a 13 membros depois da reunião de Cancun por
 
causa das pressões, hoje tem 23 países. A gente nem quer mais. Claro
 
que se alguém se apresentar tudo bem, mas não fazemos mais
 
proselitismo. Está bem do jeito que está. 
 
  Gazeta Mercantil - Já é possível ter a dimensão da
 
importância histórica do G20? 
 
  C.A. - A decisão de fazer o G-20 foi um lance muito ousado. Hoje
 
parece fácil e até óbvio. Na época, não era. O G20 é uma
 
conjugação de países em desenvolvimento que atua de maneira não
 
confrontacionista, mas propositiva. Não é mais o presidente Lula que
 
diz que o G20 mudou a geografia comercial do mundo. São os livros de
 
geografia da França. Todo mundo reconhece que o Brasil tomou a
 
liderança e assumiu os riscos do G20. Diria sem falsa modéstia que o
 
Brasil mudou a dinâmica das negociações da OMC. Não foi o Brasil
 
sozinho. Mas o Brasil lidera o G20 e é procurado - e diria que quase
 
que cortejado - por EUA, União Européia e Japão, entre outros
 
países. 
 
  Gazeta Mercantil - Os críticos dizem que a política externa do
 
governo Lula é ideológica. 
 
  C.A. - Diz para os empresários que estão ganhando dinheiro na
 
China, Índia, Rússia ou África do Sul devolverem o dinheiro porque
 
ele é ideológico (risos). O que tem de ideológico? Não vivemos
 
mais na Guerra Fria. A Índia tem um acordo na área de energia
 
nuclear com os EUA, e a África do Sul é citada como exemplo de
 
transição para a democracia. Lamento muito dizer, mas ideológicos
 
são esses críticos que não conseguem ver além de paradigmas. 
 
  Gazeta Mercantil - Que paradigmas? 
 
  C.A. - Eles são presos aos paradigmas de que o Brasil sempre foi um
 
país dependente e tem que continuar a ser. Que o Brasil precisa pedir
 
licença para fazer as coisas. Esses paradigmas dizem que o Brasil
 
não pode olhar para a Índia ou para a África do Sul sem passar
 
antes por EUA ou Europa. 
 
  Gazeta Mercantil - O senhor permanecerá no cargo em eventual segundo
 
mandato do presidente Lula? 
 
  C.A. - O presidente Lula representa um projeto muito importante para o
 
Brasil, com o qual sempre me identifiquei. É um projeto de
 
desenvolvimento nacional independente. Essa independência não é
 
contraditória à interdependência. Significa aumentar a capacidade
 
de tomar decisões autônomas levando em conta o que se passa no
 
mundo, com inclusão social ao mesmo tempo. Se o presidente me pedir
 
alguma missão que eu possa ajudar nesse projeto, provavelmente
 
continuarei. 
 
  Gazeta Mercantil - O Brasil está na presidência do Mercosul neste
 
semestre. O que foi feito de fato neste período? 
 
  C.A. - Como o Mercosul tem uma reunião a cada seis meses, não se
 
pode esperar que de seis em seis meses ocorra alguma coisa espetacular.
 
Se a gente tiver a expectativa, vai gerar frustrações e erros. Não
 
se pode pensar que o Mercosul vai ficar jogando foguetes ao ar a cada
 
seis meses. 
 
  Gazeta Mercantil - Mas o que foi feito? 
 
  C.A. - Conseguimos ter uma conversa muito positiva com Uruguai e
 
Paraguai. Estamos tratando os problemas das assimetrias dentro do
 
Mercosul sem que isso implique rupturas. A temperatura das queixas
 
diminuiu muito. A Venezuela está se incorporando, e o Fundo para a
 
Convergência Estrutural e Fortalecimento das Instituições do
 
Mercosul está sendo operacionalizado. Por fim, as negociações com
 
os países do Conselho do Golfo também são importantíssimas. Pela
 
primeira vez, estamos vendo algo concreto e real chegar ao Mercosul. 
 
  Gazeta Mercantil - Quais as ações voltadas aos países menores do
 
Mercosul? 
 
  C.A. - Estamos estudando – e provavelmente adotaremos – medidas
 
que facilitem desde já o fim da dupla cobrança da Tarifa Externa
 
Comum (TEC) para facilitar o comércio. Se necessário, começaremos
 
unilateralmente com os países menores. Mas o bloco é feito também
 
das relações bilaterais dos países. Fui recentemente numa missão
 
ao Uruguai em que levamos diversas instituições, inclusive privadas,
 
para estudar como podemos contribuir efetivamente para o rompimento dos
 
gargalos normativos, burocráticos e de financiamento. Queremos fazer
 
algo semelhante com o Paraguai. 
 
  Gazeta Mercantil - Como andam as conversas informais para que a Rodada
 
Doha seja retomada? 
 
  C.A. - Por causa do momento político aqui, nos EUA e em outros
 
lugares, estamos num momento que recomenda que tudo seja um pouquinho na
 
surdina. Uma semana atrás falei com o Peter Mandelson (comissário
 
europeu), por iniciativa dele. Acredito que depois da eleição
 
parlamentar americana, no fim de novembro ou início de dezembro, possa
 
ocorrer algo de mais peso e consistência. Acredito que seja muito
 
difícil para a negociadora norte-americana, Susan Schwab, assumir um
 
compromisso neste momento. 
 
  Gazeta Mercantil - Quais as perspectivas para o reinício das
 
negociações? 
 
  C.A. - Não sei quando ou de que maneira ocorrerá a retomada. Não
 
tenho bola de cristal. Mas tenho confiança de que a rodada irá
 
adiante. Todos querem e vêem que é necessário fazer movimentos.
 
É diferente de situações anteriores. 
 
  Gazeta Mercantil - Como são dentro do governo – entre Itamaraty,
 
Palácio do Planalto e Ministério de Minas e Energia – as
 
discussões sobre o papel que a Petrobras deve ter nas negociações
 
com a Bolívia sobre a questão do gás natural? 
 
  C.A. - A gente tem que buscar um equilíbrio. A Petrobras desempenha
 
a política energética do governo e, ao mesmo tempo, é uma empresa.
 
Nem sempre é muito fácil equilibrar, mas o diálogo é bom e tem
 
sido positivo porque introduz uma boa dose de pragmatismo na
 
discussão. Não pode ser uma discussão puramente política ou
 
técnica. O diâmetro do gasoduto e o preço do gás são
 
questões técnicas. Mas o conjunto da relação é político. Em
 
resumo, temos que criar um bom ambiente político para que haja uma boa
 
negociação técnica. E isso tem ocorrido bem. 
 
  Gazeta Mercantil - A proximidade do fim do prazo imposto pela
 
Bolívia para as negociações pode atrapalhar um entendimento? 
 
  C.A. - Não vou fazer agora uma previsão sobre isso. É um assunto
 
delicado tanto lá quanto cá. Há canais abertos de negociação.
 
O problema do prazo é que os temas são complexos e exigem um pouco
 
de tempo. Se houver bom senso, a gente conseguirá resolver. 
 
  Gazeta Mercantil - No início do mandato, o presidente Lula era
 
considerado o principal líder da região. Nos últimos anos, no
 
entanto, alguns analistas apontam o crescimento da influência do
 
presidente venezuelano, Hugo Chávez. 
 
  C.A. - Não estamos em competição por liderança. O presidente
 
Lula representa para o mundo - não só para a região - um caminho
 
de uma liderança reformista, democrática, moderada e de diálogo
 
que tem muita atração. Não cabe a minha pessoa fazer um juízo de
 
valor sobre as posições e o comportamento do presidente Chávez,
 
que foi eleito e confirmado pelo povo venezuelano. 
 
  Gazeta Mercantil - O Brasil condenou o teste nuclear realizado pela
 
Coréia do Norte. Qual pode ser o efeito sobre o país dessa crise? 
 
  C.A. - Nada que ocorre no mundo nos é estranho. Temos a
 
convicção de que não se combaterá efetivamente e eficazmente a
 
proliferação nuclear se não houver passos efetivos para o
 
desarmamento nuclear total. O Brasil já tem escrito na sua
 
Constituição que não quer ter arma nuclear.  Fonte: Gazeta
 
Mercantil  
 
 
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  Programa de Lula anuncia pólos de microeletrônica em 5 Estados 
 
  PATRÍCIA ZIMMERMANN 
 
  da Folha Online, em Brasília 
 
  A TV digital vai criar pólos de desenvolvimento da microeletrônica
 
e semicondutores em cinco Estados (Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro,
 
São Paulo e Rio Grande do Sul), e manterá seu &quot;primeiro núcleo&quot; na
 
Zona Franca de Manaus (AM). 
 
  O anúncio desses pólos, que fazem parte dos desdobramentos da
 
escolha do sistema de TV digital, no entanto, não foi feito pelo
 
governo, mas durante o programa eleitoral do presidente Luiz Inácio
 
Lula da Silva, candidato à reeleição, veiculado ontem à noite. 
 
  Até agora, o governo havia falado oficialmente somente no potencial
 
de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, que possuem projetos de
 
desenvolvimento tecnológico voltados para a TV digital, além da Zona
 
Franca de Manaus, onde de várias indústrias já produzem
 
equipamentos digitais. 
 
  Ao comentar o anúncio feito da campanha eleitoral, o ministro das
 
Comunicações, Hélio Costa, disse hoje que haverá uma
 
&quot;distribuição nacional&quot; de tudo o que estiver relacionado à TV
 
digital, mas fez questão de destacar que os Estados citados no
 
programa de Lula na TV têm condições técnicas de abrigar
 
investimentos nesse setor, que é intensivo em tecnologia. 
 
  &quot;Ele [o programa eleitoral] deu a entender é que existem alguns
 
Estados que estão sim bem à frente no posicionamento tecnológico
 
para receber qualquer unidade da TV digital. Agora, não quer dizer que
 
outros Estados não possam se candidatar ainda&quot;, afirmou o ministro. 
 
  Questionado se o anúncio sobre a localização dos pólos de
 
microeletrônica não deveria ter sido feito pelo governo, e não em
 
peça da campanha eleitoral, o ministro afirmou que o programa
 
veiculado na TV tentou &quot;mostrar que o governo está trabalhando no
 
setor, que o governo tem proposta para o setor e que está caminhando
 
para uma decisão&quot;. 
 
  Segundo ele, o programa eleitoral tem o direito de apresentar o
 
trabalho do governo, e que além de fazer propaganda do candidato deve
 
fazer também propaganda de seu programa de governo. 
 
  Costa reconheceu que o Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do
 
Sul, São Paulo, Bahia e o Pólo Industrial de Manaus &quot;estão muito
 
adiantados nesse procedimento&quot;, e lembrou que há em Minas um projeto
 
de fabricação de semicondutores financiado pelo BNDES, que no Rio
 
Grande do Sul, também estão avançados os trabalhos do Ceitec
 
(Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada) no
 
desenho de chips para a TV, e que a Bahia possui um pólo industrial
 
importante. 
 
  Hélio Costa admitiu, no entanto, que a medida provisória que
 
deverá incentivar a produção de semicondutores no país ainda
 
não está pronta, e só deverá ser editada após as eleições.
 
&quot;A decisão final cabe ao presidente da República&quot;, completou. 
 
  Ele explicou que a indústria de microeletrônica pressupõe a
 
produção de uma série de componentes, que poderão ser fabricados
 
em diferentes locais. 
 
  Ministro diz que exclusividade para fabricar conversor da TV digital
 
é &quot;ganância&quot; 
 
  PATRÍCIA ZIMMERMANN 
 
  da Folha Online, em Brasília 
 
  O ministro das Comunicações, Hélio Costa, criticou hoje o que
 
considerou &quot;ganância&quot; na disputa pela fabricação de conversores da
 
TV digital (aparelhos que permitirão receber nos aparelhos de TV
 
analógica, os sinais digitais). 
 
  Essa disputa acontece dentro do próprio governo e entre Estados que
 
pretendem produzir os equipamentos e a Zona Franca de Manaus. 
 
  &quot;Esse aparelhinho tem provocado tanta ganância de gente que acha que
 
pode resolver o problema com exclusividade&quot;, disse Costa, sem mencionar
 
diretamente os defensores de incentivos para a produção desses
 
equipamentos somente na Zona Franca de Manaus. 
 
  A declaração do ministro foi feita durante apresentação sobre
 
a TV digital aos funcionários do Ministério das Comunicações na
 
tarde de hoje. 
 
  No Senado, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), ocupou a tribuna
 
hoje para criticar o governo e uma suposta minuta de medida provisória
 
que estaria sendo preparada contrariando os interesses do setor
 
eletroeletrônico do pólo industrial de Manaus (AM). 
 
  &quot;[O presidente] só está esperando passar a eleição para
 
assinar o ato que levará para outros pontos do território nacional a
 
produção dos futuros televisores digitais, deixando em Manaus enorme
 
contingente de desempregados&quot;, acusou o senador, com base em uma cópia
 
da minuta de medida provisória, que teria, segundo ele, sido
 
encaminhada pelo Ministério do Desenvolvimento à Casa Civil. 
 
  Ao comentar as declarações do senador, o ministro Hélio Costa,
 
que defende a produção de conversores também fora da Zona Franca,
 
negou qualquer prejuízo para Manaus na MP que está sendo elaborada
 
pelo governo com incentivos à indústria de microeletrônica e de
 
semicondutores (chip). 
 
  &quot;O governo tem tido o cuidado de dizer insistentemente que Manaus
 
não perderá rigorosamente nada da implantação da TV digital&quot;,
 
disse o ministro, que considerou &quot;lamentável&quot; que o assunto tenha sido
 
usado como instrumento de disputa política. 
 
  Segundo Costa, a idéia do governo é produzir os equipamentos para
 
a TV digital &quot;utilizando o melhor de cada região&quot;, seja na Zona
 
Franca, seja em outros Estados. &quot;Ninguém vai perder, principalmente um
 
pólo como Manaus. Agora, o Brasil inteiro não pode ficar refém de
 
uma situação&quot;, completou o ministro. 
 
  De acordo com a minuta obtida pelo senador, os incentivos propostos
 
pelo governo na medida provisória são &quot;incontáveis vezes maiores&quot;
 
que aqueles destinados à Zona Franca de Manaus 
 
  Segundo o senador tucano, a MP trata de incentivos fiscais &quot;generosos&quot;
 
para a constituição no país de um pólo industrial de componentes
 
e semicondutores e para a proteção da propriedade intelectual das
 
topografias de circuitos integrados; um pólo industrial de produtos e
 
equipamentos de TV Digital; e um pólo industrial de software e do
 
setor de serviços de tecnologia da informação.Fonte: Folha Online  
 
 
 
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  Gerdau vai pagar US$ 104 mi por joint venture com Pacific Coast Steel 
 
  A companhia avalia que a operação deverá ser concluída no
 
quarto trimestre de 2006 
 
  Daniela Milanese 
 
  SÃO PAULO - A Gerdau anunciou que irá formar uma joint venture com
 
a Pacific Coast Steel Inc (PCS) e a Bay Area Reinforcing (BAR), de San
 
Diego, na Califórnia. A subsidiária da empresa nos Estados Unidos, a
 
Gerdau Ameristeel, vai comprar uma participação acionária na
 
Pacific Coast Steel, nome da joint venture, por US$ 104 milhões.
 
Além disso, irá assumir &quot;alguns&quot; passivos de longo prazo - os
 
valores não foram revelados no comunicado divulgado nesta
 
quarta-feira. 
 
  A companhia avalia que a operação deverá ser concluída no
 
quarto trimestre de 2006, pois depende da aprovação das autoridades
 
reguladoras do mercado de antitruste dos Estados Unidos. &quot;A Gerdau
 
Ameristeel tem recursos suficientes para pagar esta transação, a
 
qual deverá incluir cláusulas de compra e venda a partir do 5º ano
 
dessa sociedade&quot;, diz a nota da empresa. 
 
  Segundo a Gerdau, a PCS e a BAR, de mesma propriedade, &quot;estão entre
 
as maiores fornecedoras de aço cortado e dobrado dos Estados Unidos&quot;,
 
com atuação em diversos projetos de construção na Califórnia e
 
Nevada. As empresas possuem capacidade instalada de mais de 200 mil
 
toneladas por ano. Fonte: O Estado de S.Paulo  
 
 
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  Cresce disputa de mercado e preço de PCs cai mais 17% 
 
  André Borges e Claudia Facchini 
 
  A disputa pelo mercado de computadores, que vem reduzindo
 
substancialmente o preço do produto, entrou numa nova fase, com
 
competidores brasileiros e gigantes multinacionais tentando atrair o
 
consumidor de baixa renda. 
 
  Para sair na frente nesta corrida pelo &quot;novo mercado&quot;, os principais
 
fabricantes do setor estão mexendo profundamente com suas
 
estratégias de negócios, seja em busca de tecnologias mais baratas
 
ou estratégias de distribuição. 
 
  O computador nunca esteve tão acessível quanto hoje para o
 
consumidor brasileiro. Beneficiado pela isenção de impostos como PIS
 
e Cofins, além da estabilidade do dólar, o equipamento registrou
 
queda de preços de 17% nos últimos 12 meses, o que tem reduzido a
 
ilegalidade no setor e permitido que o micro comece a freqüentar as
 
listas de compras das classes C e D. 
 
  A Amazon PC, fabricante da Zona Franca de Manaus, vai colocar no
 
mercado um computador de R$ 599, resultado de uma parceria fechada com a
 
Via Technologies, de Taiwan. &quot;Até hoje o desejo dos fabricantes era
 
ter uma máquina a R$ 999. O mercado chegou a isso, só que não é
 
o suficiente&quot;, diz o diretor da Amazon PC, Carlos Diniz. 
 
  A disputa no setor, porém, está longe de se basear apenas em
 
preço. No momento, são as redes de varejo que concentram a maior
 
parte das negociações. A chinesa Lenovo, que até hoje só vendia
 
máquinas por telefone, internet ou canais empresariais, acaba de
 
fechar acordo para colocar seus computadores nas prateleiras das lojas
 
Ponto Frio. A Dell, que há três meses experimentou a montagem de um
 
quiosque em um shopping de São Paulo, prepara-se para expandir a
 
iniciativa para outros shoppings. 
 
  Veterana no varejo e novata na informática, a CCE é mais uma que
 
aposta no setor. Sua produção de PCs, iniciada em fevereiro com 3
 
mil unidades, já atinge 35 mil máquinas por mês. Na mira está um
 
mercado que, em 2007, deverá consumir cerca de 8,5 milhões de
 
unidades. Fonte: Valor - Leia Mais  
 
 
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  LA INDUSTRIA CRECIO 7,6% EN SETIEMBRE 
 
  Los autos hacen avanzar la producción fabril 
 
  Durante setiembre, al calor de los autos y de los insumos para la
 
construcción, la industria creció 7,6% en relación al mismo mes
 
del año pasado, según informó ayer el INDEC. En la comparación
 
contra agosto, el incremento fue del 1,1%. Y en los primeros nueve meses
 
del año acumula un aumento también del 7,6%. 
 
  El informe oficial apunta que la rama automotriz creció 45,2% contra
 
setiembre del 2005, mientras que minerales no metálicos —el rubro
 
que agrupa la producción de cemento, vidrio y otros materiales de
 
construcción— subió 12,8 por ciento. 
 
  Con el resultado de setiembre se cumplen 48 meses de crecimiento
 
interanual positivo de la industria. En el Ministerio de Economía
 
señalaron que &quot;la industria ha crecido 64,6% desde su valle, a inicios
 
de 2002, y ya trabaja un 12,2% por sobre su anterior máximo
 
histórico, a mediados de 1998&quot;. 
 
  Y aseguraron que &quot;los datos de los sectores relevados, lejos de
 
mostrar una pausa en el crecimiento, muestran una suave tendencia
 
alcista&quot;. 
 
  De las 12 ramas que componen el índice, 11 muestran tasas positivas.
 
La única excepción es refinación de petróleo, que bajó 7,2%
 
respecto del mismo mes del 2005, aunque en el acumulado de los primeros
 
9 meses del año subió 6,9 por ciento. 
 
  Las automotrices siguen siendo el sector que lidera el buen
 
desempeño de la industria, con un aumento del 29,4% entre enero y
 
setiembre, seguido por minerales no metálicos con 16,9%. Fonte:
 
Clarín  
 
 
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  As máquinas se encontram no Anhembi 
 
  Desde os veículos mais modernos e luxuosos, populares e carros
 
conceito, até a alta tecnologia e performance automotiva. Tudo isso
 
estará presente no Salão Internacional do Automóvel 2006, o maior
 
e mais completo evento da indústria automobilística da América
 
Latina, que vai de hoje ao dia 29, no Pavilhão de Exposições do
 
Anhembi, em São Paulo. 
 
  Com o patrocínio da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes
 
de Veículos Automotores), e co-patrocínio da Abeiva (Associação
 
Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) e do
 
Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para
 
Veículos Automotores), o tema do Salão deste ano é &quot;Paixão,
 
Emoção e Evolução&quot;. O slogan retrata a paixão brasileira pelo
 
automóvel, a grande emoção de ver de perto todos os modelos
 
disponíveis no mercado e os futuristas e a evolução tecnológica
 
da indústria automobilística de ponta, através de 155 expositores,
 
em mais de 90 mil m2 de exposição e dezenas de lançamentos
 
inéditos no País. 
 
  A grandeza do Salão Internacional do Automóvel não se resume
 
apenas à exposição de veículos, mas também por sua força,
 
capaz de movimentar mais de 56 segmentos como hotelaria, transporte,
 
compras e serviços, gerando mais de 20 mil empregos diretos e
 
indiretos durante os dias de realização. 
 
  Segundo informações da São Paulo Turismo, de acordo com
 
cálculos da Organização Mundial do Turismo, o Salão do
 
Automóvel - com mais de 550 mil visitantes em 2004, sendo 20% desses
 
turistas, com os estrangeiros representando cerca de 10% do total de
 
turistas -, movimenta, aproximadamente, R$ 55,5 milhões para a cidade
 
de São Paulo. 
 
  Evaristo Nascimento, diretor do evento, resume a expectativa em
 
relação a mais uma edição do Salão. &quot;Em um ano tão especial
 
como esse, quando a indústria automobilística nacional comemora 50
 
anos, a Alcantara Machado, juntamente com a Anfavea e o Sindipeças,
 
quer proporcionar ao público a maior e mais completa exibição de
 
todos os tempos de Salão, uma vez que estamos no auge dos últimos
 
dez anos, com recordes em produção, exportação e consumo
 
interno&quot;, avalia. 
 
  Números 
 
  Apoiadores oficiais do Salão Internacional do Automóvel, a Anfavea
 
(Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e o
 
Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para
 
Veículos Automotores) colhem resultados positivos no que diz respeito
 
ao mercado interno, que este ano deve atingir sua segunda marca
 
histórica com a produção de automóveis de passeio e comerciais
 
leves prevista em 2,64 milhões de veículos (incluindo as
 
exportações), aumento de 4,5% em relação a 2005 (2,53 milhões
 
de veículos) e mais de 1,84 milhão de unidades licenciadas. 
 
  De acordo com o presidente da Anfavea, Rogelio Golfarb, os números
 
confirmam o Brasil como potência mundial, sendo o 9º maior produtor
 
de veículos, com exportações de US$ 11,5 bilhões, expansão de
 
cerca de 3% em relação a 2005 (US$ 11,2 bilhões de
 
exportações). &quot;Somos ainda o 11º maior exportador mundial,
 
produzindo uma ampla gama de produtos de qualidade reconhecida, tanto no
 
mercado interno como nos do exterior. Falando de automóveis, temos
 
alta capacitação para veículos pequenos e compactos, que são
 
característica do mercado interno&quot;, acrescenta Golfarb. 
 
  Importadores 
 
  De acordo com o presidente da Abeiva (Associação Brasileira das
 
Empresas Importadoras de Veículos Automotores), entidade
 
co-patrocinadora do Salão Internacional do Automóvel, José Luiz
 
Gandini, o evento é o grande momento da entidade. &quot;O segundo semestre
 
do ano é, tradicionalmente, o melhor período de comercialização
 
de automóveis, nacionais ou importados e, nos anos que acontecem o
 
Salão, as associadas à Abeiva tendem a trazer mais lançamentos
 
internacionais. Por conseqüência, as vendas crescem
 
expressivamente&quot;, diz. 
 
  A expectativa é de que o mercado de importação de automóveis
 
deva totalizar 6 mil unidades até o final desse ano. Ainda de acordo
 
com a Abeiva, o Salão seria responsável por cerca de três meses de
 
encomendas de carros importados. 
 
  Os lançamentos 
 
  Uma nova geração de cupês e esportivos está chegando Ousadia,
 
potência e modernidade são conceitos aliados aos novos esportivos e
 
cupês que serão apresentados nessa edição do Salão
 
Internacional do Automóvel. Modelos como o Z4 e o M6 são as apostas
 
da montadora alemã BMW para conquistar o público aficionado por
 
velocidade. O Z4 Coupê foi originado da versão conversível da
 
marca. Já o M6 possui um motor V10, com 507 cavalos de potência,
 
podendo atingir de 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos. 
 
  A Audi apresenta a nova versão do TT Coupê, que ficou 80 quilos
 
mais leve e ganhou um estilo mais esportivo com uma suspensão 10
 
milímetros mais baixa que suas versões antigas. 
 
  O Eos é o lançamento mais esportivo da Volkswagen. O modelo é
 
resultado do carro-conceito Concept C. Seu grande atrativo é poder se
 
transformar de cupê para conversível em apenas 20 segundos, em um
 
processo completamente automático. 
 
  O modelo Celta SS é o destaque da Chevrolet para o segmento
 
esportivo. O veículo será lançado na versão 1.4 e sairá da
 
fábrica com acessórios originários do tuning. 
 
  Já a Volvo apostou num pequeno porta-malas para o seu
 
cupê-cabriolet C70 Cabrio. Essa diferença em relação aos outros
 
da categoria que têm porta-malas maiores se deve ao teto retrátil
 
que dobra ao ser fechado. 
 
  Sonho de consumo do final da década de 1960, o Mustang Shelby GT500
 
da Ford está de volta numa versão agressiva e moderna. Sendo o
 
modelo mais potente da montadora norte-americana, tem como marca
 
registrada, além do motor V8 5.4, são as listras paralelas que o
 
cruzam de ponta a ponta. 
 
  Um motor V8 4.2 de 300 cavalos é o grande destaque do XK Jaguar.
 
Eleito o carro do ano na Inglaterra, esse esportivo vai de 0 a 100 km/h
 
em 6,2 segundos. Contrariando os cupês que viram conversíveis, o
 
modelo era um conversível que virou cupê. 
 
  A Peugeot concebeu em seu centro de design, na França, o 407
 
Coupé. O modelo consagrou-se como um esportivo contemporâneo, que
 
traz um amplo conjunto tecnológico e o estilo moderno e ousado das
 
versões Sedan e SW. Equipado com propulsor a gasolina de 210 cavalos
 
de potência, o Coupé possui uma estrutura especialmente desenvolvida
 
para atender às particularidades dinâmicas. 
 
  Outra francesa que investiu nos esportivos foi a Renault, que
 
apresenta o novo Mégane Cabrio. Conversível diferenciado que, no
 
lugar do teto, possui uma placa vidro de 4 milímetros de espessura,
 
permitindo que o modelo seja uma espécie de &quot;conversível permanente&quot;
 
mesmo com o teto fechado. 
 
  A Mitsubishi apresenta, pela primeira vez no País, o modelo Eclipse,
 
com motor V6, com novo design e tração integral. 
 
  Em se tratando de modelos esportivos, uma das mais tradicionais marcas
 
da indústria automobilística, a Ferrari, não deixou por menos e
 
trouxe dois modelos: a Ferrari Enzo F599 e a F430. A primeira é uma
 
série limitada, sendo a mais cara dos modelos da montadora italiana
 
que está no mercado. 
 
  Cerca de 1 segundo mais rápida que o modelo F40. O outro modelo, a
 
F430, é, economicamente, o mais acessível das Ferraris. Suas
 
vantagens estão nas mudanças de programação da suspensão
 
eletrônica, injeção e controle de tração. 
 
  Para completar a lista de alta velocidade, os modelos da Porsche não
 
poderiam ficar de fora. Para essa edição do Salão Internacional do
 
Automóvel, os destaques da marca são o Cayman e o Carrera GT.
 
Lançado em 2005, o Cayman passa a ter duas versões a partir do ano
 
que vem. O Cayman S, lançado em 2005, com motor de 3,4 litros, e o
 
novo Cayman, com motor de 2,7 litros. Já o Carrera GT, nunca exposto
 
no País, possui 612 cavalos, sendo o mais potente já produzido pela
 
montadora. 
 
  O futuro em exposição 
 
  Os carros-conceito são os primeiros passos das montadoras rumo aos
 
novos modelos que estarão nas ruas num futuro próximo. Exibi-los
 
durante o Salão do Automóvel é uma grande oportunidade para
 
enxergar a aceitação ou não do público em relação às
 
novidades empregadas nesses novos veículos. 
 
  O Fluence, da Renault, foi exibido pela primeira vez em 2004, na
 
Europa. O modelo será exibido pela primeira vez no Hemisfério Sul
 
durante o Salão. 
 
  A Peugeot apresenta como carro-conceito o 20Cup. Trata-se de um
 
triciclo-conceito que a montadora francesa desenvolve para disputar
 
provas no tradicional circuito de Le Mans. Com aproximadamente meia
 
tonelada, possui motor 1.6 com injeção de gasolina e 240 mkgf de
 
torque. 
 
  Outro protótipo que será apresentado no Salão é o Fine-T, da
 
Toyota. O diferencial desse veículo é seu motor, que converte
 
hidrogênio em eletricidade. Quatro câmeras de vídeo mostram toda
 
sua parte externa, o que facilita manobrá-lo. A Ford apresenta a
 
minivan Fairlane e o crossover Edge, ambos com motor V6. 
 
  Para todos os gostos 
 
  Em se tratando de praticidade, conforto, potência e elegância, as
 
minivans, sedans e utilitários presentes no Salão preenchem todos
 
esses requisitos. 
 
  A começar pelo novo Prisma, da Chevrolet. Da mesma família do
 
Classic, Corsa Sedan, Astra Sedan, Vectra e do Omega, completa uma
 
grande prole de veículos da montadora nesse modelo. 
 
  A Citroën apresenta a nova minivan Picasso C4, que chega ao mercado
 
nacional logo após o Salão do Automóvel. Trazido da França, o
 
modelo possui sete lugares, um a mais que o Xsara Picasso nacional. 
 
  A Nissan destaca um modelo que alia a robustez de um utilitário com
 
o conforto do sedã esportivo: trata-se do Murano. O design futurista
 
apresenta linhas inovadoras e arrojadas, fazendo dele um dos modelos de
 
maior sucesso da marca em todo o mundo. 
 
  Nos sedãs de luxo, destaque para o Audi S8, que acelera de 0 a 100
 
km/h em apenas 5,1 segundos e os passageiros ainda ouvem música por
 
meio de um avançado sistema de som dinamarquês com 14 alto-falantes
 
e dois amplificadores de mais de 1000 watts de potência. 
 
  A Peugeot colocou alguns adereços no seu modelo 206 e o transformou
 
no 206 SW Escapade. Com suspensão mais firme e pneus de uso misto (os
 
Pirelli Scorpion, que equipam o Idea Adventure), o modelo mantém o
 
motor flex 1.6 e tração dianteira do 206 convencional. 
 
  Os off-roads mais vistos na cidade, como o Idea Adventure, da Fiat, e
 
o Eco Sport, da Ford, ganharam um estepe externo e um câmbio
 
automático, respectivamente. O primeiro investiu ainda mais na idéia
 
de aventura, enquanto o segundo quis trazer mais conforto para a
 
aventura. 
 
  A Alfa Romeo trouxe o 159, sedã de luxo sucessor do 156. O grande
 
destaque do modelo é o extremo conforto e sua fácil digiribilidade. 
 
  Alternativas para abastecer 
 
  A criação de modelos movidos a combustíveis alternativos é
 
algo que se tornou pensamento corrente entre todas as montadoras. Nessa
 
edição do Salão, o público poderá conferir qual será
 
também o futuro em combustíveis alternativos. 
 
  Álcool, gasolina, GNV e gasolina pura (um tipo de gasolina sem
 
adição de álcool, como no Brasil, que é comercializada no
 
Mercosul) são as formas de abastecer o novo Siena Tetrafuel, da Fiat.
 
A montadora ainda apresenta o Palio movido por meio de energia
 
elétrica. No lugar do estepe, baterias que podem ser recarregadas
 
diretamente numa tomada. 
 
  Serviço 
 
  24º Salão Internacional do Automóvel 
 
  Data: de 19 a 29 de outubro 
 
  Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Avenida Olavo
 
Fontoura, 1209 - Parque Anhembi - São Paulo - SP. 
 
  Horário: de 19/10 a 28/10, das 13h às 22h (com entrada permitida
 
até às 21h); dia 29/10, das 11h às 19h (com 
 
  entrada permitida até às 17h). 
 
  Ingressos: R$ 25 para maiores de 12 até 64 anos. R$ 15 para
 
crianças de 5 a 12 anos. Maiores de 65 anos e menores de 5 anos não
 
pagam. 
 
  Informações: 3291-9111 / 6283-5011          Fonte: Tribuna da
 
Imprensa  
 
 
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  Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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  Consultas recomendadas 
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                 ]]> </description>
</item>

<item>
 <title>Noticias -  4ª Feira/Miercoles - 01 de Novembro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/227</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/227/</guid>
 <pubDate>Wed, 1 Nov 2006 08:21:56 -0200</pubDate>
 <author>"Antonio Carlos" &lt;acastro@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org  
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Gerdau compraría Aceros Bragado 
 
Una empresa brasileña ; la operación se cerraría en unos US$ 150
 
millones 
 
SANTIAGO, Chile.– La industria siderúrgica tiende a concentrarse en
 
el mundo y la Argentina no está al margen de la ola de compras. 
 
Durante el 47° Congreso del Instituto Latinoamericano del Fierro y el
 
Acero (Ilafa) volvió a tomar cuerpo la versión de la venta de Aceros
 
Bragado a la brasileña Gerdau en una cifra cercana a los US$ 150
 
millones. Si la operación finalmente se concreta, el mercado del
 
hierro redondo (el que se utiliza para la construcción) quedaría en
 
manos extranjeras. 
 
La siderúrgica Gerdau ya tiene un pie en la Argentina desde 1998,
 
cuando compró Sipar Aceros (ubicada en Rosario) y desde hace tiempo
 
negocia con la familia Piero –también dueños de los colchones que
 
llevan esa marca y de la Petroquímica Río Tercero– para quedarse
 
con Aceros Bragado. 
 
&quot;Estamos trabajando para concretar en esa operación, pero ahora
 
depende de la familia&quot;, dijo Germano Gerdau Johannpeter, uno de los
 
dueños de la empresa brasileña. &quot;Aún no hay nada cerrado, pero la
 
operación está más cerca&quot;, reveló una fuente que conoce de cerca
 
la negociación. 
 
Con la firma de la familia Piero y Sipar, Gerdau pasaría a tener
 
alrededor del 45% del hierro para la construcción. Acindar, que fue
 
comprada a la familia Acevedo por la brasileña Belgo Mineira, tiene un
 
55% del mercado local. Apenas quedaría en manos argentinas Aceros
 
Zapla, una compañía del grupo Taselli, que tiene una participación
 
en el mercado de no más del 5 por ciento. 
 
La concentración en la industria fue otro de los temas que surgió en
 
la reunión empresarial. De hecho, Daniel Novegil, CEO de Ternium, en
 
su ponencia se refirió a este fenómeno global. Según sus cifras,
 
las 10 empresas más grandes del mundo en la industria del acero
 
representan un 28% del total del mercado, mientras que en otras
 
industrias la concentración es mucho mayor. Y explicó: 
 
&quot;En la industria del mineral de hierro las tres empresas más grandes
 
tienen un 57% del mercado, y en la automotriz las siete compañías
 
líderes manejan el 72% del mercado. En nuestro sector aún hay muy
 
poca integración y creo que eso va a aumentar&quot;, dijo el hasta ayer
 
presidente de Ilafa. 
 
El nuevo presidente de la entidad, el chileno Roberto de Andraca,
 
presidente de la Compañía de Aceros del Pacífico (CAP), dijo al
 
respecto que &quot;es necesario que haya una concentración mayor, pero no
 
sólo comprándonos entre nosotros. Sin embargo, en América latina
 
hay pequeñas industrias que pueden llegar a ser parte de grupos
 
grandes&quot;. 
 
Ayer, varios empresarios argentinos daban la operación por cerrada.
 
&quot;El problema es que existe una cuestión sucesoria en la familia
 
vendedora. Arreglado ese problema, la operación se cierra&quot;, sostuvo un
 
metalúrgico argentino. Aceros Bragado facturó el año pasado unos
 
US$ 80 millones y este año estima la posibilidad de elevar la cifra a
 
cerca de US$ 150 millones. 
 
Cambios de manos 
 
Acindar y el Grupo Gerdau pasarían a controlar el mercado. Siderar
 
–del Grupo Techint–, el otro gran productor de acero, se especializa
 
en laminados planos y no redondos. 
 
Los cambios de mano de las empresas locales fueron comidilla de los
 
pasillos de la conferencia de Ilafa. Sucede que Belgo Mineira es una
 
subsidiaria de Acelor Mittal, una compañía de capitales indios con
 
sede en Londres. De hecho, estos días de congreso, se notó la
 
ausencia de ejecutivos brasileños y argentinos. ¿El motivo? Una
 
reunión corporativa en Londres convocada por los ejecutivos indios. 
 
&quot;De ahora en más, la estructura de Acindar se manejará afuera.
 
Habrá una división de tres negocios: aceros largo, planos y
 
especiales. Todos tendrán que reportar a un ejecutivo extranjero&quot;,
 
dijo un ejecutivo siderúrgico presente en el Congreso. 
 
Las barras de hierro redondo son un insumo de vital importancia para la
 
construcción y se encarecieron un 300% desde la salida de la
 
convertibilidad, según el Instituto Nacional de Estadística y Censos
 
(Indec). La suba, que es explicada por los empresarios del sector como
 
una resultante de los precios internacionales del acero, disparó una
 
investigación de la Comisión Nacional de Defensa de la Competencia,
 
por posibles &quot;prácticas anticompetitivas&quot; que pudieran estar
 
ejerciendo presión sobre los precios. Por Diego Cabot, Enviado
 
especial Fonte: La Nación  
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CASA-EADS vende a Bolivia tres aviones de transporte militar 
 
MIGUEL GONZÁLEZ - Madrid 
 
La empresa CASA-EADS, división española del consorcio aeronáutico
 
europeo, ha vendido a Bolivia tres aviones de transporte C-212-100
 
Aviocar de segunda mano por un valor aproximado de 1,4 millones de
 
euros. La venta ha coincidido con las negociaciones entre Repsol YPF y
 
el Gobierno de Evo Morales sobre aplicación del decreto de
 
nacionalización de hidrocarburos. 
 
La venta de los Aviocar es una operación comercial y no una
 
donación, según fuentes conocedoras de la misma. Los tres aparatos,
 
de segunda mano, fueron recomprados por EADS-CASA al Ejército del Aire
 
español, que a su vez adquirió el nuevo modelo C-295, para
 
someterlos a una profuda revisión y puesta al día antes de
 
exportarlos. 
 
Los aviones han sido adaptados a la configuración demandada por
 
Bolivia (uno para traslado de personalidades y dos de transporte de
 
tropas) y vendidos al precio de mercado: unos 600.000 dólares (470.000
 
euros) por unidad. 
 
Ello no significa, sin embargo, que la más importante operación de
 
venta de material militar a Bolivia no tenga implicaciones políticas y
 
no se enmarque en un estrechamiento de las relaciones de Defensa entre
 
los dos países. 
 
Una delegación del Ministerio de Defensa español -encabezada por el
 
almirante Enrique Pérez, subdirector general de Relaciones
 
Internacionales- llegó el domingo a La Paz para reunirse ayer y hoy
 
con los mandos de las Fuerzas Armadas de dicho país. 
 
La operación con Bolivia contrasta con la reciente cancelación de la
 
venta de 12 aviones de transporte de CASA-EADS a Venezuela, por valor de
 
500 millones de dólares, que el veto de EE UU hizo económicamente
 
inviable. 
 
El presidente boliviano confirmó recientemente a los máximos mandos
 
militares y ha iniciado un programa de modernización de su armamento y
 
equipo, con apoyo de Venezuela. Morales ordenó en mayo pasado al
 
Ejército que ocupase los pozos para escenificar la nacionalización
 
de los hidrocarburos. Fonte: El País  
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La contundente victoria de Lula fortalece el Mercosur 
 
El presidente brasileño calificó a Kirchner como un &quot;aliado
 
estratégico&quot; y redobló el compromiso con el bloque regional. Fue una
 
de las primeras declaraciones tras la aplastante victoria del ballotage,
 
con 60% de los votos. El opositor Alckim era una incógnita 
 
La victoria de Luiz Inacio Lula Da Silva tiene una gran importancia para
 
la región y también para el bloque del Mercosur, en el que la
 
Argentina tiene un papel destacado. 
 
La señal de que su victoria tiene un alto impacto para el país, se
 
traslució en una de las primeras palabras que tuvo el jefe de Estado
 
electo al referirse a los principales desafíos que tiene por delante
 
con su victoria: estrechar los lazos con los países de América
 
Latina y, sobre todo, del Mercosur. 
 
En esa línea, Lula tuvo una especial atención con Kirchner, a quien
 
definió como &quot;aliado estratégico&quot;. Se debe a que Brasil y la
 
Argentina, tras alguna recelos en el inicio de la administración de
 
ambos presidentes, tuvieron una actitud de colaboración en los
 
principales problemas del bloque. 
 
Las relaciones de Lula con Evo Morales, de Bolivia, y con Hugo Chávez,
 
de Venezuela, tuvieron algunas idas y vueltas que supieron resolverse
 
mediante aportes más o menos disimulados de la diplomacia argentina. 
 
De todos modos, analistas prevén que el presidente brasileño
 
estará más renuente a otorgar concesiones comerciales como en su
 
primer mandato, debido a que la presión de los industriales obligará
 
a un guiño para el sector, clave en la economía de Brasil. 
 
Sin embargo, ya con el resultado puesto, el canciller Celso Amorim
 
resaltó que la continuidad de Lula en Planalto permitirá profundizar
 
la integración. 
 
Las primeras previsiones de los analistas sostienen que el gran
 
desafío durante el segundo período es precisamente repotenciar el
 
crecimiento económico. 
 
Es ahí donde observan que Lula estará obligado a mirar adentro para
 
satisfacer los planteos de los distintos jugadores económicos, algo
 
que deberá compatibilizar con las pretensiones de los demás países
 
integrantes del Mercosur. 
 
La visión internacional 
 
(EFE)- La integración sudamericana, que marcó la política exterior
 
de Brasil desde 2002, será también el eje de actuación en el
 
segundo mandato de Lula, quien ha colocado el Mercosur en su lista de
 
prioridades, según la visión que ratificó también la agencia de
 
noticias EFE, de España. 
 
El tono de lo que será su política exterior quedó claro en su
 
primera declaración tras la victoria electoral el domingo pasado,
 
cuando destacó los logros de casi cuatro años al frente del gobierno
 
y dio a entender que no cambiará. 
 
&quot;Conseguimos consolidar nuestras relaciones internacionales. Conseguimos
 
hacer ver que el Mercosur es una condición importante para el
 
desarrollo de los países que participan en él&quot;, dijo el referencia
 
al bloque que fundaron Brasil, Argentina, Paraguay y Uruguay, al que se
 
incorporó en el último año Venezuela y del que son socios
 
numerosos países latinoamericanos. 
 
&quot;El Mercosur para nuestro gobierno es como si fuese una pasión
 
especial&quot;, dijo Lula, quien aseguró que sueña con que esa unión
 
aduanera abarque algún día a toda América Latina. 
 
El presidente también se congratuló por haber consolidado la
 
Comunidad Sudamericana de Naciones y por &quot;una política internacional
 
en la que no tenemos adversarios&quot;, y sí numerosos amigos, que, según
 
dijo, escuchan la voz de Brasil. 
 
Hacer de Brasil un interlocutor inevitable en cualquier negociación o
 
en los foros multilaterales ha sido una obsesión del gobierno de Lula
 
en el primer mandato que ha tenido algunos logros, pero también le ha
 
valido críticas en su país. 
 
Su empeño inútil de conseguir un asiento permanente en el Consejo de
 
Seguridad de la ONU, fue un reproche recurrente en la campaña previa a
 
las elecciones del domingo, que Lula ganó con un abrumador 60,83 por
 
ciento de votos válidos, frente al 39,17 por ciento de su rival,
 
Geraldo Alckmin. 
 
El candidato de la oposición denunció la débil respuesta a la
 
nacionalización de los hidrocarburos bolivianos y recordó el fracaso
 
en sus intentos de colocar a brasileños en la dirección del Banco
 
Interamericano de Desarrollo (BID) o la Organización Mundial del
 
Comercio (OMC). 
 
Algunos analistas han subrayado en los últimos meses el creciente
 
protagonismo de Venezuela y su presidente, Hugo Chavez, en la región,
 
en detrimento de Brasil, y las dificultades para impulsar una
 
integración que vaya más allá de los acuerdos económicos y la
 
retórica. 
 
Pero Lula hace un balance general positivo de su primer mandato, que
 
concluirá el 31 de diciembre, y no ha cesado de destacar el
 
fortalecimiento de las exportaciones tanto en volumen como en destinos,
 
al incluir nuevos países de Asia, Oriente Medio y Africa. 
 
Según dice, su política exterior se ha inspirado en una relación
 
de socio con las grandes potencias, y no de sumisión, como ocurría
 
con el gobierno anterior. Brasil es hoy un actor clave en las
 
negociaciones de la OMC y los inversores tienen una confianza en el
 
país nunca vista en el pasado. Reforzar la política de exportaciones
 
e impulsar los intercambios comerciales regionales en monedas
 
nacionales, serán de nuevo metas del gobierno, que tendrá en las
 
negociaciones comerciales con los países ricos un hueso duro de roer,
 
como ocurrió en el primer mandato. 
 
Brasil, como otros países en desarrollo con una agricultura fuerte,
 
ambiciona un mayor acceso a los mercados europeos y de Estados Unidos,
 
pero hasta ahora no ha logrado resultados y las perspectivas de un
 
avance son casi inexistentes. En algunos sectores industriales se ha
 
criticado al gobierno por no haber buscado acuerdos bilaterales al
 
tiempo que negociaba en la Organización Mundial del Comercio (OMC) la
 
llamada Ronda de Doha, parada desde hace meses. 
 
Los críticos de Lula señalan que el crecimiento de las exportaciones
 
respondió, no a la política exterior, sino a la coyuntura nacional e
 
internacional, y que esta situación puede cambiar en el segundo
 
mandato. Según el sociólogo Emir Sader, uno de los fundadores del
 
Foro Social Mundial, el gobierno &quot;tendría que buscar factores
 
dinámicos, que no sean los que han empujado a la economía a ese
 
crecimiento relativo&quot; en los últimos años, y que están &quot;vinculados
 
a la exportación&quot;. 
 
En su opinión, Lula tendría que tomar medidas para fortalecer el
 
mercado interno y la reforma agraria, por ejemplo, para que la
 
evolución económica no dependa tanto de los factores internacionales
 
que han ayudado hasta ahora. Fonte: InfoBAE  
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China prepara avião para concorrer com a Embraer 
 
Gazeta Mercantil 
 
Um avião regional desenvolvido na China e que o governo do país
 
espera ser capaz de competir com aparelhos da Embraer e da Bombardier
 
deve ser certificado para voar em 2007, informou a mídia estatal
 
ontem. 
 
O ARJ21 passará então para operação comercial em 2008, informou
 
a agência de notícias oficial da china, Xinhua, citando fontes não
 
identificadas da China Aviation Industry Corporation I (Aviation
 
Industry Corporation I (Avic I), consórcio fabricante do jato. 
 
A operação comercial deve acontecer um ano antes do previsto, uma
 
vez que a imprensa estatal chinesa havia publicado que o lançamento da
 
aeronave ocorreria no final de 2009. 
 
O ARJ21, que terá capacidade para entre 70 e 110 passageiros, terá
 
motores relativamente grandes e pesados para seu tamanho para permitir
 
que seja operado nos aeroportos de altitude elevada do oeste da China.
 
Procurada, a Embraer não quis se pronunciar sobre o assunto.  Fonte:
 
Gazeta Mercantil  
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Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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                 ]]> </description>
</item>

<item>
 <title>Noticias -  3ª Feira/Martes - 31 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/226</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/226/</guid>
 <pubDate>Tue, 31 Oct 2006 08:25:36 -0200</pubDate>
 <author>"Antonio Carlos" &lt;acastro@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org   
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Atentado contra sindicato no Uruguai: Leia aqui a nota de solidariedade
 
da CNM 
 
Na última semana, a sede da UNTMRA (União dos Trabalhadores
 
Metalúrgicos e Ramos Afins), no Uruguai, foi incendiada em um ato
 
criminoso. É desta maneira covarde e terrorista que os criminosos
 
acham que conseguem amedrontar aqueles que lutam pelos direitos dos
 
trabalhadores. 
 
A hipótose de acidente foi descartada pelos bombeiros. Haviam
 
computadores, pinturas, materiais de campanha e uma motocicleta, mas
 
nada foi levado. O que demonstra mais uma vez, a intenção apenas de
 
atingir dolosamente a sede da UNTMRA. 
 
A Confederação Nacional dos Metalúrgicos, por meio do Presedente
 
Carlos Alberto Grana, enviou nota de solidariedade aos companheiros do
 
Uruguai. 
 
Confira a nota: 
 
Estimados Companheiros da UNTMRA, 
 
Foi com perplexidade que tomamos conhecimento do atentado contra a sede
 
da União dos Trabalhadores Metalúrgicos e Afins, no Uruguai. 
 
Nós repudiamos fortemente este violento ato de intolerância contra
 
uma organização que tem história na defesa de nossos irmãos
 
trabalhadores uruguaios. 
 
Pedimos às autoridades do Uruguai que encontrem e punam severa e
 
exemplarmente os autores deste atentado contra a liberdade de
 
organização sindical. 
 
Nos solidarizamos e nos colocamos à vossa disposição para lutar em
 
defesa do Sindicato e de seus trabalhadores. 
 
Em solidariedade, 
Carlos Alberto Grana 
Presidente                                                              
 
(CNM - C U T)   
 
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Latinoamérica teme que China la desplace del mercado de acero 
 
Podría pasar de demandante a inundar con su producción el mercado
 
mundial. 
 
Ismael Bermúdez SANTIAGO, CHILE ENVIADO ESPECIAL  
 
ibermudez@clarin.com  
 
China es la palabra que más se repite entre los siderúrgicos
 
latinoamericanos reunidos en esta ciudad. Y no es por las oportunidades
 
que puede ofrecer el mercado interno asiático, sino por la amenaza de
 
que en poco tiempo el acero chino y los productos industriales que
 
insumen chapa inunden los países latinoamericanos. 
 
&quot;Este año China producirá 416 millones de toneladas, 66 millones
 
más que el año pasado. Ese excedente equivale a 12 veces la
 
producción argentina o a toda la producción de América latina.
 
Entonces lo que estamos discutiendo aquí es cómo evitar que el
 
derrame de productos siderúrgicos de China por sobrecapacidad provoque
 
un daño irreparable a la siderúrgica regional&quot;, sostuvo Daniel
 
Novegil, directivo de Techint y presidente saliente de ILAFA (Instituto
 
Latonamericano del Fierro y del Acero). 
 
&quot;La forma de lograr esto es que los regímenes de protección del
 
comercio desleal vía dumping actúen como mecanismos preventivos
 
sobre el potencial de daño que representa que un sólo país
 
—China— produzca el 34 por ciento de la producción mundial&quot;,
 
planteó Novegil. Y a título de ejemplo, mencionó que se podrían
 
establecer licencias que anticipen la importación que se avecina y eso
 
permita evaluar el daño potencial y tomar medidas preventivas. 
 
Para Martín Berardi, director de Ternium, el problema no es sólo el
 
acero, sino toda la cadena de valor que pasa por todo lo que se elabora
 
a partir y/o con acero, que va desde una bicicleta a un componente de la
 
industria automotriz. 
 
Corroborando este diagnóstico, y en un panel dedicado a la economía
 
mundial, el economista Felipe Larraín destacó que entre 1978 y 2005,
 
China creció a una tasa media anual del 9,5 por ciento. &quot;Esto
 
significa que hoy tiene un economía que es 15 veces mayor que la
 
existente en 1978. Y de participar en 1978 del 2 por ciento del comercio
 
internacional, ahora su incidencia llega al 16 por ciento.&quot; 
 
Barry Naughton, especialista norteamericano en temas chinos, señaló
 
que en China existe un alto grado de autonomía de las regiones
 
respecto del poder central y que eso determina que los distintos
 
distritos estimulen las inversiones locales, a tal punto que &quot;se
 
proyecta que hacia 2010 China esté produciendo unos 700 millones de
 
toneladas, con un excedente de 250 millones de toneladas&quot;. 
 
Los especialistas vaticinan aquí que la demanda interna siderúrgica
 
de China seguirá creciendo pero a menor ritmo porque se espera que
 
ahora tengan mayor gravitación las referidas a los servicios, que
 
consumen menos acero o hierro que las vinculadas a la infraestructura.
 
Entonces, sostienen que la brecha entre oferta y demanda doméstica
 
irá ampliándose y ese excedente será volcado a los mercados
 
internacionales.Fonte: Clarín  
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Volume de capitais no exterior cresce 19,8% 
 
O volume de capitais brasileiros no exterior aumentou 19,8% em 2005 ante
 
2004 e passou de US$ 93,243 bilhões para US$ 111,741 bilhões, de
 
acordo com dados divulgados ontem pelo Banco Central (BC). O crescimento
 
foi puxado por uma elevação de 63,9% dos depósitos de brasileiros
 
fora de país, que subiram de US$ 10,418 bilhões para US$ 17,077
 
bilhões. 
 
O chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central (BC),
 
Altamir Lopes, explicou que a variação foi afetada pelas compras de
 
US$ 5,7 bilhões feitas pelo Tesouro Nacional em 2005 para o pagamento
 
de compromissos da dívida externa que vencem neste ano. Os
 
investimentos em carteira, por sua vez, tiveram um incremento de 16,56%
 
no ano passado ante 2004. Apesar disso, o chefe do Depec destacou que a
 
participação destes investimento no estoque total de capitais
 
brasileiros mantidos fora do país ainda é pequena. 
 
&quot;É uma participação de apenas 8%&quot;, disse. Os investimentos diretos
 
brasileiros no exterior cresceram, ao mesmo tempo, 14,5% no ano passado
 
e saltaram dos US$ 69,196 bilhões de 2004 para US$ 79,259 bilhões.
 
&quot;O aumento está ligado ao próprio processo de crescimento das nossas
 
exportações&quot;, comentou Altamir. A participação dos investimentos
 
diretos no total de capitais brasileiros no exterior ao final do ano
 
passado era de aproximadamente 70,9%. 
 
Investimento estrangeiro deve crescer US$ 15,6 bi 
 
As projeções do mercado financeiro para o fluxo de investimento
 
estrangeiro direto (IED) neste ano subiram de US$ 15,5 bilhões para
 
US$ 15,6 bilhões. Há quatro semanas, estas previsões estavam em
 
US$ 15,72 bilhões. Para 2007, as previsões de fluxo de IED seguiram
 
estáveis em US$ 16 bilhões pela 19ª semana consecutiva. 
 
Sobre câmbio, a previs+o do mercado financeiro para a taxa de câmbio
 
no final deste ano caiu de R$ 2,17 para R$ 2,16 por dólar. Esta foi a
 
quarta queda consecutiva destas previsões, que estavam em R$ 2,20 há
 
quatro semanas. Apesar da redução, as estimativas de taxa média de
 
câmbio para este ano continuaram estáveis em R$ 2,18 pela oitava
 
semana seguida. 
 
Para o fim deste mês, as previsões de câmbio ficaram inalteradas
 
em R$ 2,15. A estabilidade pôs fim a uma seqüência de duas semanas
 
seguidas de estabilidade destas previsões, que estavam em R$ 2,17 há
 
quatro semanas. Para o final de novembro próximo, as estimativas de
 
câmbio não mudaram e prosseguiram em R$ 2,15. Há quatro semanas,
 
estas previsões estavam em R$ 2,17. 
 
Ao final de 2007, as projeções do mercado financeiro para a taxa de
 
câmbio seguiram estáveis em R$ 2,30 pela 11ª semana seguida. 
 
As estimativas de taxa média de câmbio para o próximo ano, por sua
 
vez, recuaram de R$ 2,26 para R$ 2,25. Esta foi a segunda redução
 
seguida destas previsões, que estavam em R$ 2,26 há quatro semanas. 
 
As projeções do mercado financeiro para a dívida líquida do
 
setor público em 2007 caíram de 49,20% para 49,15% do Produto
 
Interno Bruto (PIB) na pesquisa semanal do BC. A queda interrompeu uma
 
seqüência de duas semanas seguidas de elevações destas
 
previsões, que estavam em 49,10% do PIB há quatro semanas. Para este
 
ano, as estimativas de mercado para a dívida líquida continuaram 
 
estáveis em 50,40% do PIB pela terceira semana consecutiva. Há
 
quatro semanas, estas previsões estavam em 50,35% do PIB. Fonte:
 
Tribuna da Imprensa  
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UE se compromete a fortalecer relações com Brasil e Mercosul 
 
GENEBRA (Suíça) - A União Européia (UE) afirma estar
 
comprometida com um fortalecimento das relações com o Brasil em um
 
segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a
 
conclusão de um acordo comercial com o Mercosul, mas se nega a
 
estipular um prazo para que o entendimento seja concretizado. 
 
&quot;A Comissão Européia e o Brasil compartilham do mesmo compromisso de
 
conclusão de um ambicioso acordo de associação entre o Mercosul e
 
a UE&quot;, afirmou a comissária de Relações Exteriores da Europa,
 
Benita Ferrero-Waldner em um comunicado em que &quot;felicita&quot; Lula pela
 
vitória nas urnas. Contudo, entre os negociadores europeus envolvidos
 
no processo com o Mercosul desde 1999, a avaliação é de que já
 
não se pode mais prever quando é que o acordo poderia ser fechado. 
 
Na semana que vem, no Rio de Janeiro, os dois blocos se reúnem pela
 
primeira vez em meses para debater como relançarão o processo. Em
 
Bruxelas, os diplomatas alertam que a UE precisa primeiro saber qual
 
será o destino dado às negociações da Organização Mundial do
 
Comércio (OMC) para depois definir qual será o grau de abertura do
 
seu mercado para os produtos agrícolas do Mercosul. 
 
&quot;Vamos manter um perfil baixo até que possamos saber o que de fato vai
 
ocorrer na OMC&quot;, afirmou um dos negociadores. Em Genebra, a OMC continua
 
com seu processo suspenso diante das diferenças entre os governos
 
sobre como deve ocorrer a liberalização agrícola. Uma retomada de
 
fato do processo ocorreria apenas no início de 2007. Só então
 
Bruxelas estaria disposta a retomar as negociações com o Mercosul em
 
cada um dos capítulos do acordo. 
 
Implementar ações em áreas sociais 
 
Politicamente, porém, a Europa insiste que passará os próximos
 
quatro anos &quot;fortalecendo as relações bilaterais&quot; e levando em
 
consideração o &quot;crescente interesse de ambos governos a cooperar em
 
áreas sociais, transporte marítimo, meio ambiente, desenvolvimento
 
regional e energia&quot;. A comissária da UE ainda apelou em seu comunicado
 
para que o Brasil adote uma posição de liderança no que se refere
 
ao debate internacional sobre o etanol nos próximos anos. 
 
Em meados de 2007, a Europa realiza uma conferência para discutir como
 
acelerar a introdução do combustível no mercado europeu. Lula foi
 
convidado e, segundo Bruxelas, sua presença confirmará a liderança
 
do Brasil no assunto. 
 
Benita Ferrero Waldner ainda classificou como &quot;exemplar&quot; as eleições
 
no Brasil e &quot;congratulou&quot; a Justiça eleitoral pela &quot;precisão e
 
rapidez no anúncio dos resultados&quot;. A comissária afirmou que
 
acompanhou com &quot;grande interesse&quot; a campanha eleitoral, incluindo os
 
debates na televisão entre os candidatos e os dois turnos de
 
votação. 
 
&quot;Desejo todo o sucesso ao presidente Lula em seu segundo mandato. Quero
 
assegura a ele nosso interesse em trabalhar em conjunto por um progresso
 
nas relações entre o Brasil e a UE&quot;, concluiu a representante
 
européia. Fonte: Tribuna da Imprensa  
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Ford deve ter queda de produção de 8% a 12% no 1º semestre de 2007 
 
da Folha Online 
 
A fabricante norte-americana de veículos Ford Motor deve sofrer uma
 
queda de produção de 8% a 12% nos primeiros seis meses de 2007, na
 
comparação com o mesmo período deste ano. 
 
A estimativa, divulgada pelo diretor-operacional da empresa, Don
 
Leclair, feita ao diário americano especializado no setor &quot;Automotive
 
News&quot;, foi confirmada nesta segunda-feira pelo porta-voz da empresa,
 
Oscar Suris. 
 
Já no segundo semestre do próximo ano, a produção da Ford deve
 
ficar entre 5% e 10% acima do registrado no mesmo período de 2006,
 
disse Suris, segundo a agência de notícias Reuters. 
 
A estimativa é de que a produção da Ford fique entre 1,5 milhão
 
e 1,6 milhão de unidades entre janeiro e julho, e entre 1,3 milhão e
 
1,4 milhão entre julho e dezembro de 2007. 
 
Neste ano, a empresa informou que sua produção deve ficar 9% abaixo
 
do registrado em 2005. 
 
Na semana passada, a Ford anunciou um prejuízo de US$ 5,8 bilhões no
 
terceiro trimestre devido à queda nas vendas na América do Norte e
 
ao plano de reestruturação da empresa. Com agências internacionais
 
 Fonte: Folha Online  
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Brasil vai crescer de forma mais acelerada em 2006, diz BNDES 
 
CLARICE SPITZ 
 
da Folha Online, no Rio 
 
O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
 
Social), Demian Fiocca, afirmou hoje que o país não tem obstáculos
 
para voltar a crescer de forma mais acelerada em 2006. 
 
Segundo ele, o Brasil tem interrompido nos últimos 20 anos um ciclo de
 
crescimento mais robusto graças a uma sucessão de crises ou em
 
razão do desejo de reduzir a inflação. Mas, segundo ele, nem as
 
crises nem a inflação alta estão mais presentes no cenário
 
econômico. 
 
'Eu acho que estamos voltando agora para uma situação de normalidade
 
do ponto de vista de não ter crises. Daqui para frente nós não
 
temos perspectivas de crises e, por outro lado, estamos terminando de
 
digerir a desaceleração de 2005 que veio por conta da necessidade de
 
de reduzir a inflação', afirmou. 
 
Fiocca disse que o crescimento da economia a taxas maiores deve ser
 
acompanhado por um aumento dos investimentos. Ele afirmou que os
 
desembolsos do banco têm aumentado e que o fraco desempenho do
 
primeiro trimestre não reflete a situação atual. 
 
No terceiro trimestre, o BNDES registrou de julho a setembro um
 
crescimento de 18,2% nos desembolsos na comparação com o mesmo
 
período de 2005. 
 
Segundo mandato 
 
Fiocca desconversou ao ser questionado se pretende permanecer à frente
 
do banco. 'É uma pergunta muito difícil de ser respondida por uma
 
pessoa que está no governo. Se a pessoa responde de uma maneira
 
reticente parece que não está prestigiando o cargo que tem, se falar
 
que sim, que tem interesse, parece que a pessoa está se convidando,
 
então, não posso responder essa pergunta', disse. Fonte: Folha
 
Online  
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Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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                 ]]> </description>
</item>

<item>
 <title>Noticias -  2ª Feira/Lunes - 30 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/225</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/225/</guid>
 <pubDate>Mon, 30 Oct 2006 09:56:53 -0200</pubDate>
 <author>"Sindicato" &lt;webmaster@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org  
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Para Dilma, diplomacia do Brasil deu resultados práticos 
 
PORTO ALEGRE e BRASÍLIA - A ministra chefe da Casa Civil, Dilma
 
Roussef, disse ontem que o acordo da Petrobras com o governo boliviano
 
demonstrou que a posição de diplomacia do governo brasileiro deu
 
resultados práticos. Ela criticou quem defendia uma atitude
 
beligerante por parte do Brasil. &quot;A Petrobrás considera que há
 
perfeitas condições de permanência na Bolívia&quot;, afirmou a
 
ministra, ao votar em Porto Alegre. 
 
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, explicou ontem que ainda
 
estão sendo negociados com a Bolívia o preço do gás vendido ao
 
Brasil e a situação das duas refinarias de derivados de petróleo
 
da Petrobrás naquele país. Segundo ele, já está decidido que a
 
Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) terá o controle
 
acionário das unidades - 50% mais uma das ações. 
 
Rondeau garantiu que tanto a Bolívia quanto o Brasil cederam para
 
fechar o novo contrato de exploração e produção de gás da
 
Petrobrás. O ministro só não soube dizer qual das partes cedeu
 
mais. 
 
O que a Petrobras está decidindo agora, segundo o ministro, é se
 
sairá do negócio do refino, se permanecerá como sócia
 
minoritária, mas operando as instalações, ou se será
 
minoritária sem operar as refinarias. Independentemente disso, segundo
 
Rondeau, é fundamental que a Petrobrás receba uma indenização
 
pela transferência do controle das refinarias à YPFB. 
 
Sobre o preço do gás, Rondeau lembrou que as negociações foram
 
prorrogadas até 10 de novembro e pode haver nova prorrogação. Ele
 
ressaltou, entretanto, que atualmente o preço do gás boliviano em
 
São Paulo (maior mercado) já equivale ao preço de referência
 
internacional do combustível, o que reduz a margem para um aumento
 
desejado pelos bolivianos. 
 
Segundo Rondeau, o acordo assinado ontem garante também o fornecimento
 
de gás ao Brasil, pelo menos até o fim do atual contrato de
 
importação, que terminará em 2019.  Fonte: Tribuna da Imprensa  
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&quot;Hoje ninguém mais fala de Alca. Fala de Mercosul&quot;, diz Lula 
 
Daniel Gallas 
 
De São Paulo 
 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o Mercosul no seu
 
primeiro pronunciamento após ser reeleito para um segundo mandato,
 
neste domingo, e disse que &quot;ninguém mais fala em Alca&quot; (Área de
 
Livre Comércio das Américas). 
 
&quot;Hoje ninguém fala mais de Alca, e todo mundo fala do Mercosul&quot;, disse
 
Lula a jornalistas em um hotel em São Paulo. 
 
&quot;Já incluimos a Venezuela no Mercosul, o México já quer
 
participar, e nós temos um sonho de fazer com que o Mercosul possa
 
representar (...) todos os países latino-americanos, o que seria uma
 
coisa extraordinária.&quot; 
 
Lula destacou que o sucesso do Mercosul está condicionado aos
 
resultados comerciais do bloco. Segundo ele, a América Latina é hoje
 
o principal parceiro comercial do Brasil, &quot;mesmo sem diminuir as
 
exportações para os Estados Unidos e para a União Européia&quot;. 
 
Bolívia 
 
Lula defendeu o resultado da negociação entre os governos do Brasil
 
e da Bolívia sobre a nacionalização do gás, concluídas no
 
sábado em La Paz. A Petrobras assinou novos contratos com o governo da
 
Bolívia. 
 
Em resposta a uma pergunta de um jornalista argentino, Lula comentou
 
pela primeira vez a negociação de sábado. 
 
&quot;Você percebeu que há uma descrença em relação à Bolívia&quot;,
 
disse Lula. &quot;Aqui no Brasil, existem alguns setores reacionários que
 
acham que eu deveria ser duro com a Bolívia. Ontem (sábado) foi
 
feito um acordo que o meu ministro das Minas e Energia achou
 
extraordinário.&quot; 
 
Lula disse que o Brasil e a Argentina têm responsabilidade de promover
 
o desenvolvimento nos países mais pobres do Mercosul e elogiou as
 
relações entre Brasília e Buenos Aires. Fonte: B B C  
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Lula dijo soñar con un Mercosur que represente a toda América Latina 
 
AFP 
 
SAO PAULO.- El presidente brasileño Luiz Inacio Lula da Silva,
 
reelecto el domingo con más del 60% de los votos válidos, aseguró
 
que sueña con un Mercosur que represente &quot;a todos los países
 
latinoamericanos&quot;. 
 
&quot;Ahora nadie habla del Alca (Área de Libre Comercio de las Américas)
 
y todo el mundo habla del Mercosur&quot;, destacó Lula, opositor a esa
 
iniciativa estadounidense, en su primer pronunciamiento tras confirmarse
 
su reelección. 
 
&quot;Yo tengo un sueño de que el Mercosur represente (...) a todos los
 
países latinoamericanos, sería una maravilla, una cosa
 
extraordinaria&quot;, expresó Lula en una conferencia de prensa. 
 
Recordó que siente &quot;una pasión especial&quot; por el bloque subregional
 
que integran Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay y Venezuela. &quot;Cuando
 
llegamos al gobierno (en 2003) se decía que el Mercosur estaba fuera
 
de moda, se hablaba del Alca y no del Mecosur&quot;, dijo. 
 
Lula argumentó que &quot;ya incluimos a Venezuela&quot;, que &quot;los argentinos
 
necesitan de Brasil y los brasileños necesitamos de Argentina&quot; y
 
anticipó que se atenderán las demandas de Paraguay y Uruguay en el
 
bloque sudamericano. 
 
Elogió además el acuerdo alcanzado la madrugada de este domingo
 
entre Petrobrás y el gobierno de La Paz, para la permanencia de la
 
petrolera brasileña en Bolivia tras la nacionalización de
 
hidrocarburos en la nación andina. &quot;Nuestro ministro de Minas y
 
Energía (Silas Rondeau) calificó (el acuerdo) como extraordinario&quot;,
 
concluyó el mandatario reelecto. Fonte: El Mercurio  
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Pela primeira vez em 20 anos, uma eleição sem crise econômica 
 
Inflação alta e fragilidade externa foram superadas; risco País
 
está no menor nível da história e saldo comercial é recorde 
 
Leandro Modé 
 
Diferentemente do que ocorreu nos últimos 20 anos, o candidato que
 
vencer a eleição de hoje não terá de vestir um uniforme de
 
bombeiro para apagar incêndios na área econômica. Ele comandará
 
um país com indicadores macroeconômicos de fazer inveja aos
 
antecessores que ocuparam o cargo após o processo de
 
redemocratização do País, na década de 80. 
 
José Sarney assumiu a Presidência da República em março de 1985,
 
um pouco antes da morte de Tancredo Neves. Topou com uma inflação
 
anual de 215% - o porcentual refere-se ao Índice de Preços ao
 
Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no ano anterior. Para se ter uma
 
idéia, esse mesmo indicador deve encerrar 2006 um pouco abaixo de 3%. 
 
Ainda na seara dos índices de preços, a tarefa de Fernando Collor de
 
Mello foi mais ingrata. Em 1989, ano em que foi eleito (sua posse
 
ocorreu em 15 de março de 1990), o IPCA anual atingiu inacreditáveis
 
1.972%! A história a partir daí é conhecida de todos. Seu governo
 
congelou os depósitos bancários - à vista e a prazo - justamente
 
para combater a inflação. 
 
Graças ao Plano Real, Fernando Henrique Cardoso deparou-se com
 
problemas diferentes, mas não menos importantes. Em 1994, a América
 
Latina era chacoalhada pela crise do México, que fez os investidores
 
internacionais correrem da região. Em 31 de dezembro daquele ano, um
 
dia antes de FHC tomar posse, o chamado risco Brasil, medido pelo banco
 
de investimentos americano JP Morgan, estava em 923 pontos. 
 
Isso significa que o País, naquele momento, pagava 9,23 pontos
 
porcentuais a mais que os Estados Unidos para obter crédito na
 
praça. Os títulos do governo americano são usados como
 
referência para esse indicador. Hoje, o risco Brasil oscila na casa
 
dos 215 pontos. 
 
Outro desafio de FHC era consolidar o Plano Real, lançado seis meses
 
antes. Os índices de preços despencavam, mas, àquela altura,
 
muitos apostavam que voltariam a subir. 
 
O período que precedeu a reeleição do peessedebista foi bem mais
 
complicado. O mundo havia passado por diversas crises internacionais -
 
com destaque para a da Ásia e a da Rússia -, o real estava
 
supervalorizado e a balança comercial de 1998 registrava déficit de
 
US$ 6,5 bilhões. 
 
A pressão pela desvalorização da moeda brasileira era forte e
 
acabou ocorrendo no início do segundo mandato de FHC. Hoje, o câmbio
 
flutua, o dólar está estável em cerca de R$ 2,15 e a balança
 
comercial deve alcançar superávit de aproximadamente US$ 45
 
bilhões. 
 
Em 2002, a possibilidade de o então candidato Lula ser eleito
 
presidente, somada à fragilidades macroeconômicas do País,
 
provocou um enorme incêndio. O dólar disparou para a casa de R$ 4, a
 
inflação medida pelo IPCA superava os 12% e o risco país em 31 de
 
dezembro, um dia antes de Lula assumir o Palácio do Planalto, estava
 
em 1.446 pontos. Fonte: O Estado de S.Paulo  29.10.2006 
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Uruguay : Atentaron contra sede del sindicato metalúrgico  
 
Alrededor de las 3:00 de la madrugada personas no identificadas
 
ingresaron en la sede de la Unión de Trabajadores Metalúrgicos y
 
Ramos Afines (UNTRA) e incendiaron las instalaciones. Luis Vega,
 
integrante del sindicato, precisó a Observa que el lunes se
 
realizará un acto en repudio al atentado  
 
El local de la UNTRA, ubicado en Luis Alberto de Herrera 3972 fue
 
incendiado esta madrugada, tal como confirmó a Observa, el integrante
 
del sindicato, Luis Vega.  
 
En el transcurso de la mañana de este sábado la dirigencia de la
 
UNTRA realizó una asamblea y se determinó en coordinación con el
 
secretariado ejecutivo del PIT-CNT realizar un acto en repudio del
 
atentado el próximo lunes a las 18:00 horas.  
 
La hipótesis de que se tratara de un incendio ocasional fue descartada
 
por personal de Bomberos y por los propios trabajadores del metal.
 
Explicaron que los vidrios rotos y la ausencia de robos sostienen la
 
idea de que se trató de un atentado.  
 
Vega precisó que &quot;había computadoras, pinturas, material de
 
propaganda, una moto y no se llevaron nada&quot;.  
 
Marcelo Abdala, representante del sindicato y del PIT-CNT, dijo en
 
conversación con radio Montecarlo que &quot;acusa a los bloques del poder
 
del imperialismo de intentar con este tipo de hechos amedrentar la lucha
 
de los trabajadores&quot;.  Fonte: El Observador  28.10.2006 
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Empresários e governo tentam barrar exclusão do SGP 
 
BRASÍLIA - A estratégia do governo e empresários brasileiros para
 
manter o Brasil na lista de países beneficiados pelo Sistema Geral de
 
Preferências (SGP) é tentar convencer as empresas norte-americanas
 
de que elas seriam as maiores prejudicadas com a exclusão do Brasil. O
 
sistema concede redução parcial ou total de imposto de
 
importação. Ontem, a embaixada brasileira em Washington promoveu um
 
almoço com entidades de importadores e produtores norte-americanos e
 
empresários brasileiros para discutir o tema. 
 
&quot;A nossa avaliação é que o importante é mobilizar as empresas
 
americanas porque empresa brasileira não dá voto para congressista&quot;,
 
afirmou por telefone o diretor do Departamento de Relações
 
Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias
 
do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Antonio Cavalcanti. Ele se
 
referia às eleições legislativas nos Estados Unidos, que serão
 
no dia 7 de novembro. 
 
Caberá ao novo Congresso americano votar a renovação do SGP, que
 
acaba em 31 de dezembro. Alguns parlamentares defendem a idéia de que
 
o sistema deve ser renovado, mas somente para beneficiar as nações
 
menos desenvolvidas. Também já foi ventilada a possibilidade de o
 
Brasil ser mantido no sistema, mas com uma lista menor de produtos. 
 
O diretor da Fiesp argumentou que as empresas norte-americanas são as
 
maiores beneficiadas pelo sistema porque importam produtos de outros
 
países com redução de impostos. Segundo ele, os produtos
 
brasileiros são importantes porque são bens intermediários usados
 
na produção pela indústria dos EUA. Cavalcanti contou que os
 
funcionários do escritório da Fiesp em Washington também já
 
estiveram reunidos com 150 parlamentares fazendo um trabalho de
 
esclarecimento. 
 
Carlos Antonio Cavalcanti está em Washington há três dias e esteve
 
reunido com representantes do USTR (órgão do governo responsável
 
pelo comércio exterior) e várias entidades empresariais. &quot;Estamos
 
fazendo um trabalho de formiguinha&quot;, disse. Na próxima semana, o
 
diretor executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI),
 
José Augusto Fernandes, também vai a Washington e, entre outros
 
assuntos da pauta, vai discutir a renovação do SGP. 
 
&quot;O objetivo é mostrar que consideramos importante a manutenção do
 
SGP&quot;, disse Fernandes. &quot;A integração das empresas brasileiras e
 
americanas favorece o desempenho dessa cadeia&quot;. O diretor explicou que a
 
CNI tem trabalhado junto com a Câmara de Comércio Brasil - Estados
 
Unidos e com o Conselho Empresarial Brasil - Estados Unidos, que
 
apóiam o pleito brasileiro. 
 
O lobby privado tem um papel estratégico nessa discussão sobre a
 
renovação do SGP&quot;, avaliou. Para Fernandes, o papel do governo
 
brasileiro é de coordenação das ações e de esclarecimento.
 
Cavalcanti disse que os Estados Unidos estão em compasso de espera por
 
causa das eleições legislativas, mas avaliou que o cenário está
 
mais favorável para o Brasil agora do que há dois ou três meses. 
 
Fonte: Tribuna da Imprensa  
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Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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                 ]]> </description>
</item>

<item>
 <title>Noticias -  6ª Feira/Viernes - 27 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/224</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/224/</guid>
 <pubDate>Fri, 27 Oct 2006 08:29:26 -0200</pubDate>
 <author>"Antonio Carlos" &lt;acastro@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org    
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OMC abre painel contra a China devido a tarifas sobre autopeças 
 
da Folha Online 
 
A OMC (Organização Mundial do Comércio) abriu nesta quinta-feira o
 
primeiro painel sobre as práticas comerciais da China, para investigar
 
as tarifas impostas pelo país sobre as importações de autopeças. 
 
A queixa de que as tarifas seriam ilegais segundo as regras da OMC foi
 
feita primeiro pelos EUA, pelo Canadá e pela União Européia (UE).
 
O pedido de painel foi bloqueado pela China no mês passado, mas, pelas
 
regras da organização o painel é aberto automaticamente se a
 
solicitação for solicitada pela segunda vez. 
 
Os três países acusam o governo chinês de aplicar às peças
 
importadas uma tarifa aplicada à importação de carros em regime de
 
CKD (completamente desmontado, em inglês), que pode passar de 60% do
 
valor do veículo acabado. 
 
&quot;Essa medida desestimula os fabricantes na China a usarem peças
 
importadas na montagem de veículos novos&quot;, disse o negociador dos EUA
 
David Shark ao Órgão de Solução de Disputas (OSD) da OMC. 
 
O governo chinês diz, por sua vez, que as tarifas pretendem coibir a
 
importação de CKDs em grandes quantidades para evitar um aumento de
 
tarifas sobre os veículos acabados, mas os EUA e a UE alegaram que a
 
China prometeu não tratar autopeças como CKDs quando entrou na OMC
 
em 2001. 
 
Os representantes da China na OMC mostraram desapontamento, por terem os
 
reclamantes ignoraram os argumentos e a boa-fé para resolver essa
 
disputa através de consultas e decidiram pedir a abertura do painel. 
 
Os EUA e a China tiveram uma disputa antes, sobre semicondutores, mas
 
que foi resolvida na fase de consultas --evitando assim um painel. 
 
Os fabricantes europeus de automóveis têm entre 20% e 25% de sua
 
produção na China e os EUA exportaram no ano passado cerca de US$
 
681 milhões em autopeças para o país asiático. O Canadá, por
 
sua vez, exportou em média US$ 256 milhões em autopeças para a
 
China entre 2003 e 2005. 
 
O déficit comercial dos EUA com a China atingiu US$ 202 bilhões no
 
ano passado, maior já registrado pelo governo americano no comércio
 
com um único país. O déficit da UE com a China no mesmo período
 
também atingiu patamar elevado, ficando em US$ 128 bilhões. Com
 
agências internacionais Fonte: Folha de S.Paulo  
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Taxa de desemprego cai para 10%, diz IBGE 
 
A taxa de desemprego apurada pelo IBGE nas seis principais regiões
 
metropolitanas do País ficou em 10% em setembro, ante 10,6% em agosto.
 
A taxa de setembro de 2005 tinha sido de 9,6%. O resultado apurado em
 
setembro deste ano é o menor desde janeiro. O número de pessoas
 
ocupadas chegou a 20,69 milhões, crescendo 1,2% ante agosto e 3,1%
 
ante setembro de 2005, enquanto a população desocupada totalizou
 
2,29 milhões de pessoas, com queda de 5,3% ante agosto e aumento de
 
7,1% ante setembro de 2005. 
 
O rendimento médio real dos ocupados nas seis principais regiões
 
metropolitanas do País ficou em R$ 1.030,20 em setembro, com queda de
 
0,8% ante agosto, segundo o IBGE. Na comparação com setembro de
 
2005, houve aumento de 2,7% na renda. Em termos regionais, a menor taxa
 
de desemprego apurada pelo IBGE em setembro foi no Rio de Janeiro, com
 
7,5%, enquanto a maior taxa entre as seis regiões metropolitanas foi
 
registrada em Salvador, com 13,6%. 
 
Em São Paulo, onde estão cerca de 40% dos ocupados nas seis
 
regiões, a taxa foi de 11,1%, menor do que a apurada em agosto, que
 
chegou a 11,6%. Fonte: Tribuna da Imprensa  
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Brasil e Argentina sem acordo sobre eletrodomésticos 
 
BUENOS AIRES - Após dois dias de reunião, os fabricantes brasileiros
 
e argentinos de eletrodomésticos não chegaram a um acordo sobre o
 
comércio bilateral do setor. A falta de consenso poderá provocar
 
novo atrito comercial entre a Argentina e o Brasil. 
 
Diante da recusa da indústria brasileira em aceitar os acordos
 
restritivos, os empresários argentinos sinalizaram com a possibilidade
 
de incluir os fogões e refrigeradores na regulamentação de
 
Licenças Não-Automáticas (LNA) e mostraram disposição de
 
solicitar a abertura de investigações anti-dumping. 
 
O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos
 
Eletroeletrônicos (Eletros), Paulo Saab, por sua vez, defendeu como
 
alternativa para resolver o problema: a utilização, pela primeira
 
vez, do Mecanismo de Adaptação Competitiva. &quot;O setor entende que
 
denúncias ou uso de mecanismos de adaptação competitiva estão
 
disponíveis para os empresários identificarem se há ou não
 
práticas irregulares de mercado, e, nesse caso, estamos tranqüilos&quot;,
 
afirma Saab. 
 
A Eletros divulgou nota oficial na qual reitera &quot;a decisão de não
 
negociar novos acordos de restrição voluntária de exportação
 
de refrigeradores, fogões e lavadoras de roupa para o país vizinho&quot;.
 
A posição da Eletros, ratificada pelo governo brasileiro, que
 
também participou dos encontros em Buenos Aires, foi comunicada à
 
Federação Argentina de Produtos para o Lar (Fedehogar). 
 
&quot;Os acordos voluntários restritivos, assinados em 2004 e que vigoraram
 
até este ano, foram decorrentes da crise econômica da Argentina em
 
2002, mas o setor eletroeletrônico brasileiro nunca propôs que essas
 
restrições fossem mantidas como uma solução para as assimetrias
 
alegadas pela indústria da Argentina&quot;, explica Saab. Segundo ele, em
 
face do crescimento do mercado argentino e das condições
 
econômicas e tributárias daquele país, não há justificativa
 
para que se dê continuidade aos acordos voluntários restritivos. 
 
O presidente da Fedehogar, Hugo Ganin, insistiu em argumentar que &quot;as
 
importações do Brasil têm crescido muito&quot;, o que representa uma
 
ameaça para a indústria argentina devido &quot;aos enormes subsídios
 
concedidos pelo governo brasileiro&quot;. A acusação do empresário
 
argentino foi refutada pelos fabricantes brasileiros de refrigeradores e
 
fogões. &quot;As indústrias argentinas alegam condições desiguais de
 
competitividade geradas por subsídios, mas esses subsídios não
 
existem&quot;, sustenta Saab. 
 
Ele destaca que, no encontro, &quot;as alegações da Argentina foram
 
refutadas com veemência pelo próprio governo brasileiro, que
 
participou através do Ministério das Relações Exteriores e do
 
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior&quot;. Em
 
contrapartida, a percepção é a de que &quot;o governo argentino está
 
amparando essa posição da indústria local&quot;, observa Saab. 
 
A Eletros também ressalta que &quot;em 2004, a Argentina impôs
 
restrições à entrada do produto brasileiro e agora, no mercado de
 
refrigeradores, deseja que a participação do Brasil fique entre 28%
 
e 30% das vendas locais - patamar semelhante ao registrado em 1998&quot;. 
 
Fonte: Tribuna da Imprensa  
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Mantega diz que ata do Copom sinaliza que a economia está sólida  
 
Do Diário OnLine 
 
Com Agência Brasil 
 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que está &quot;muito
 
satisfeito&quot; com a ata do Copom (Comitê de Política Monetária)
 
divulgada nesta quinta-feira pelo Banco Central, que &quot;sinaliza que a
 
economia brasileira está sólida e que a inflação está
 
caminhando num patamar baixo&quot;. 
 
A ata diz que a manutenção da inflação abaixo de 4,5%, e a
 
consolidação de um &quot;cenário de estabilidade macroeconômica
 
duradoura&quot; possibilitaram a redução da taxa básica de juros de
 
14,25% ao ano para 13,75% ao ano na última reunião do Copom.  
 
Na interpretação do ministro, a ata demonstra que a inflação
 
estará sob controle não apenas em 2006, como também em 2007 e no
 
longo prazo. 
 
&quot;Esta é a boa notícia. Precisamos de uma inflação estável de
 
longo prazo, porque isso nos permite fazer uma política monetária
 
mais flexível, que vai garantir o crescimento econômico mais
 
sólido&quot;, assinalou. 
 
Segundo Mantega, a ata reflete os dados do momento econômico em que,
 
mesmo em meio à campanha eleitoral, o quadro econômico permanece
 
sólido. &quot;Uma campanha presidencial sempre traz algum nervosismo ao
 
nível político e ela não influenciou em absolutamente nada a
 
situação econômica do país&quot;, disse, ressaltando que o risco
 
país encontra-se no mais baixo nível de todo os tempos e as taxas de
 
juros estão caindo. 
 
&quot;Como ministro da Fazenda fico muito satisfeito de ver que o Brasil
 
conseguiu atingir este patamar de estabilidade econômica, de
 
tranqüilidade&quot;. 
 
O ministro não quis arriscar um palpite sobre o valor da taxa básica
 
de juros (Selic) na próxima reunião do Copom, marcada para os dias
 
28 e 29 de novembro, mas deu a entender que haverá nova redução.
 
&quot;Sou muito otimista em relação a isso&quot;. Fonte: Diário do Grande
 
ABC  
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Multinacionais brasileiras 
 
Antonio Corrêa de Lacerda 
 
O título acima parece contraditório. Se multinacionais são
 
empresas, como o próprio nome diz, de vários países, como poderiam
 
ser brasileiras? O correto seria afirmar multinacionais de origem
 
brasileira. Ou, empresas brasileiras de atuação multinacionais.  
 
A nova divisão internacional do trabalho é cada vez mais determinada
 
pelas estratégias das empresas multinacionais, ou transnacionais.
 
São empresas que geram grande parte das receitas em operações fora
 
do seu país de origem. Essa é uma tendência que cresceu no bojo da
 
globalização das últimas décadas do Século XX.  
 
Dois aspectos principais chamam a atenção no recente Relatório
 
Mundial de Investimentos da UNCTAD (Conferência das Nações Unidas
 
para o Comércio e Desenvolvimento), recentemente divulgado. O primeiro
 
é que os investimentos diretos estrangeiros (IDE´s) globais estão
 
em franca recuperação e cresceram 28,9% em termos nominais em 2005.
 
O segundo aspecto é o crescimento dos investimentos Sul-Sul, entre
 
países em desenvolvimento.  
 
Tradicionalmente a internacionalização das operações dos grandes
 
conglomerados globais se dava na direção Norte-Sul. Desde a década
 
de 1970, as empresas européias, norte-americanas e japonesas expandiam
 
suas operações e isso representava um choque de competitividade nas
 
economias em desenvolvimento. Mais recentemente, na última década,
 
cresceram bastante os investimentos no exterior realizados por empresas
 
oriundas de países em desenvolvimento. O estoque de investimentos
 
diretos estrangeiros feitos por essas empresas subiu quase dez vezes
 
entre 1990 e 2005, saindo de US$ 147 bilhões para US$ 1,4 trilhão.  
 
O Brasil, que há dez anos se coloca entre os cinco principais paises
 
em desenvolvimento absorvedores de investimentos diretos estrangeiros,
 
também tem posição de destaque entre os maiores investidores no
 
exterior. Petrobras, Vale do Rio Doce e Gerdau são empresas
 
brasileiras que aparecem no ranking das 50 maiores entre os países em
 
desenvolvimento. Mas há muitas outras, igualmente bem sucedidas, como
 
Alpargatas, Weg, Marcopolo, Sadia, Perdigão, etc.  
 
O estoque de investimentos diretos brasileiros no exterior atingiu US$
 
71,5 bilhões em 2005. Isso nos coloca em sexto lugar no ranking,
 
após Hong Kong, com US$ 470 bilhões, Ilhas Virgens Britânicas, US$
 
123 bilhões, Rússia US$ 120 bilhões, Cingapura, US$ 111 bilhões
 
e Taiwan, US$ 97 bilhões.  
 
Estoque de Investimentos Diretos Estrangeiros realizados por Países em
 
Desenvolvimento 
 
      Ranking 2005 (US$ bi.)  
      1 Hong Kong  470  
      2 Ilhas Virgens Britânicas 123  
      3 Federação Russa 120  
      4 Cingapura 111   
      5 Taiwan 97   
      6 Brasil 72   
      7 China 46   
      8 Malásia 44   
      9 África do Sul 39   
      10 Coréia do Sul 36   
      11 Ilhas Caiman 34   
      12 México 28   
      13 Argentina 23   
      14 Chile 21   
      15 Indonésia 14   
 
Nº de países em desenvolvimento e transição 1.400  
 
Fonte: UNCTAD, elaboração do autor  
 
O que isso representa para o Brasil? Como tudo em economia, há
 
aspectos positivos, mas também negativos no processo. Os positivos
 
estão associados à maior robustez das empresas brasileiras, que
 
adotaram estratégias ativas de inserção internacional por meio
 
não apenas da exportação, mas da instalação de filiais no
 
exterior. As vantagens estão associadas ao maior acesso ao mercado
 
internacional de capitais, maior presença local nas várias regiões
 
do mundo, superando barreiras tarifárias e não tarifárias.
 
Adotando estratégias ativas de crescimento deixam de ser alvo fácil
 
de uma eventual aquisição por parte de um grande concorrente global.
 
 
 
No entanto, no caso brasileiro, o que também tem ocorrido é que
 
devido à falta de condições mais favoráveis de competitividade,
 
muitas empresas estão transferindo para o exterior suas operações.
 
Fatores importantíssimos para a empresa competir em escala global,
 
especialmente juros, financiamento, carga tributária, questões
 
regulatórias, entraves burocráticos, e mais recentemente câmbio
 
valorizado, têm inviabilizado a produção e exportação. São
 
os mesmos fatores que afetam negativamente as decisões de
 
investimentos externos no País. Isso provoca impactos negativos sobre
 
as estruturas industriais, a cadeia de fornecedores, o emprego, a renda
 
e o potencial de exportações, especialmente aquelas de maior valor
 
agregado.  
 
Há, portanto, uma diferença entre o movimento estrutural de
 
internacionalização de empresas brasileiras, que de forma ativa
 
ampliam sua atuação no exterior e a estratégia defensiva de
 
empresas, que transferiram sua produção para outros países, em
 
busca de condições mais favoráveis de competitividade. O primeiro
 
movimento é agregador, o segundo, é substitutivo!  
 
Como os fatores negativos podem ser revertidos, ao mesmo tempo em que os
 
positivos podem ser potencializados, o futuro vai depender as
 
estratégias adotadas. Isso vale, não só para as empresas, agentes
 
importantes, mas também e principalmente para políticas públicas
 
que venham a favorecer as condições para os investimentos de fora
 
para dentro e de dentro para fora do País.Antonio Corrêa de Lacerda
 
é professor de economia da PUC-SP e doutor pela Unicamp. Fale com
 
Antonio Corrêa de Lacerda: alacerda@terra.com.br  Fonte: Terra
 
Magazine  
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Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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</item>

<item>
 <title>Noticias -  5ª Feira/Jueves - 26 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/223</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/223/</guid>
 <pubDate>Thu, 26 Oct 2006 08:18:21 -0200</pubDate>
 <author>"Antonio Carlos" &lt;acastro@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org   
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Grande SP tem menor taxa de desemprego em nove anos 
 
Índice ficou em 15,3% da PEA; 107 mil postos de trabalho foram criados 
 
Jander Ramon 
 
SÃO PAULO - A taxa de desemprego na Grande São Paulo ficou em 15,3%
 
da População Economicamente Ativa (PEA) em setembro, resultando na
 
menor taxa para este mês desde 1997. Em agosto, o desemprego atingia
 
16% da PEA na região. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira
 
pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de
 
Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), que estimam o
 
contingente de desempregados dos 39 municípios da região em 1,54
 
milhão de pessoas. 
 
Conforme a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), medida pelas duas
 
instituições, o contingente de desempregados diminuiu em 64 mil
 
pessoas em setembro, resultado da criação de 107 mil ocupações,
 
enquanto 43 mil pessoas entraram no mercado de trabalho. 
 
A PED destaca a geração de 80 mil postos de trabalho na indústria,
 
alta de 5% sobre agosto, além do aumento de 17 mil cargos no
 
comércio, o que representa uma elevação de 1,3% em relação ao
 
mês anterior. Também foi destacada a relativa estabilidade em
 
serviços, com a geração de 15 mil vagas, e em outros setores,
 
concentrado em construção civil e serviços domésticos, que teve
 
a eliminação de 5 mil cargos, queda de 0,5% em relação a agosto. 
 
A pesquisa identificou também crescimento do rendimento médio real
 
do total de ocupados e também entre assalariados. Entre julho e
 
agosto, o rendimento dos ocupados cresceu 2,2% correspondendo a R$
 
1.147, ao passo que, entre assalariados foi de 2%, correspondendo a R$
 
1.206. 
 
A queda da taxa de desemprego foi considerada positiva pelos técnicos
 
da Fundação Seade e do Dieese, porém com algumas ressalvas.
 
&quot;Devemos lembrar que a taxa de ocupação somente em setembro retomou
 
o mesmo patamar que era verificado no final de 2005 e no início de
 
2006&quot;, ponderou o gerente de análise de PED, pela Fundação Seade,
 
Alexandre Loloian. &quot;Enfrentamos um período muito longo de corte da
 
ocupação e só agora parece haver recuperação&quot;, acrescentou. 
 
A avaliação dos técnicos é de que o crescimento da ocupação
 
tem sido acompanhado pelo aumento da renda dos trabalhadores da Grande
 
São Paulo, o que tem provocado aumento do consumo, sobretudo de
 
bens-duráveis e semiduráveis, caso dos segmentos de vestuário e
 
têxtil e de alimentação. &quot;A sensação que temos é que com a
 
renda maior, o mercado se aquece, e como a maior parte dos empregos
 
criados são com registro em carteira, existe a possibilidade de
 
endividamento e isso criou uma expectativa de melhora da economia no fim
 
do ano&quot;, avaliou Loloian. Assim, pôde ser justificado o crescimento de
 
80 mil postos de trabalho na indústria paulista em setembro. 
 
Trajetória 
 
Segundo os técnicos, o desemprego deverá manter trajetória de
 
queda na Grande São Paulo no período de outubro a dezembro, puxado,
 
principalmente, pelo aumento da ocupação, mesmo que a PEA também
 
venha a subir no mesmo período. Eles projetaram ainda a continuidade
 
do aumento do rendimento médio, conforme o já constatado no
 
período de julho a agosto.&quot;A perspectiva é de que a renda suba,
 
talvez não no ritmo verificado entre julho e agosto, com alta de 2,2%
 
no conjunto dos ocupados, mas mantendo uma trajetória positiva&quot;,
 
afirmou o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio. 
 
Por conta das festas de fim de ano, os técnicos das duas
 
instituições estimaram elevação da ocupação no Comércio e,
 
em menor escala, na Indústria. Isso porque, no setor industrial da
 
Grande São Paulo, o nível de ocupação verificado em setembro
 
estava no mesmo patamar do de janeiro deste ano, que, por sua vez, era
 
menor do que o verificado em dezembro de 2005. &quot;A indústria antecipou
 
um pouco, em setembro, as contratações de fim de ano. Mas, se
 
considerarmos o patamar que já existiu nesta indústria no ano
 
passado, podemos esperar ainda algum crescimento nos próximos meses,
 
ou que, pelo menos, seja estacionado o patamar de ocupação atual&quot;,
 
pontuoue Loloian. 
 
Também foi informada uma expectativa positiva para o setor de
 
Serviços e o conjunto dos Outros Setores, centrados principalmente em
 
Construção Civil e Serviços Domésticos. A avaliação dos
 
especialistas é que o movimento de expansão de renda, acompanhado
 
pelo crescimento da renda no final de ano, trazida, principalmente pelo
 
pagamento do 13º salário, confirme a sazonalidade verificada no
 
mercado de trabalho da Grande São Paulo, demandando maior quantidade
 
de prestação de serviços. 
 
&quot;Se analisarmos o comportamento sazonal histórico, a indicação que
 
temos é que o desemprego cairá em outubro, novembro e dezembro e
 
poderá cair um pouco ou se estabilizar em janeiro, já que,
 
principalmente o Comércio, mantém parte dos contratados em regime
 
temporário para atender os consumidores que procurarão as queimas de
 
estoques, os chamados saldões&quot;, disse Ganz Lúcio. &quot;O desemprego só
 
deve aumentar em fevereiro, ainda em patamares inferiores aos
 
encontrados em fevereiro de 2006&quot;, acrescentou.Matéria alterada às
 
13h27 para acréscimo de informações  Fonte: O Estado de S.Paulo  
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GM reduz prejuízos nos EUA e melhora no Brasil 
 
Patrícia Nakamura 
 
O aumento das vendas internas, a maior participação de mercado e a
 
redução no ritmo das exportações garantiram resultados recordes
 
para as operações da General Motors na América do Sul, África e
 
Oriente Médio no terceiro trimestre. A região (denominada LAAM pela
 
montadora) obteve lucro de US$ 184 milhões, contra os US$ 153
 
milhões no mesmo período do ano passado. 
 
Foi o melhor desempenho nesses mercados desde 1997 e o segundo melhor da
 
história. &quot;Todas as regiões contribuíram positivamente para esse
 
resultado&quot;, afirmou ao Valor Ray Young, presidente da companhia para
 
Brasil e América do Sul. Isoladamente, entretanto, as operações
 
brasileiras ainda não atingiram a performance recorde verificada na
 
década passada. 
 
A receita da região alcançou US$ 3,6 bilhões entre julho e
 
setembro e deve atingir cerca de US$ 14 bilhões no acumulado de 2006.
 
As vendas foram de 270,8 mil unidades, uma alta de 21% em comparação
 
com o ano passado. O Brasil, de acordo com estimativas de mercado,
 
responde por cerca de 40% dos resultados de toda a região LAAM. 
 
Pressionada pela valorização do real, a subsidiária brasileira
 
decidiu reduzir as exportações, fazendo com que os prejuízos com
 
operações externas caíssem 28% no período. &quot;Estamos fazendo um
 
trabalho de recuperação&quot;, afirmou Young. Para o ano que vem, a GM
 
quer colocar em prática um plano agressivo no varejo, que inclui novos
 
modelos de financiamento. 
 
Neste ano as exportações brasileiras da GM devem ficar em torno de
 
160 mil unidades, 20% a menos do que no ano anterior. Para 2007, é
 
esperada uma nova redução, da ordem de 10%. 
 
O resultado da região LAAM equivale a um terço do lucro operacional
 
da montadora no trimestre, que foi de US$ 526 milhões. Se computados
 
os gastos com o fechamento de unidades e demissões, as operações
 
globais da GM fecharam o período com perdas de US$ 115 milhões, bem
 
abaixo do verificado no mesmo período do ano passado, quando obteve
 
perdas de US$ 1,66 bilhão. A empresa passa por um pesado processo de
 
reestruturação, que prevê corte de custos da ordem de US$ 9
 
bilhões só em 2006. 
 
A receita mundial do grupo cresceu 3,5% no trimestre, alcançando
 
recorde de US$ 48,8 bilhões. O prejuízo líquido na América do
 
Norte caiu de US$ 2,2 bilhões para US$ 374 milhões. A GM informou
 
ontem que registrou perdas na Europa por conta da sua financeira, a
 
General Motors Acceptance. 
 
A montadora americana ainda tenta achar meios para aumentar suas vendas
 
de veículos. Na semana passada a GM informou que as vendas globais
 
caíram 2,5% nos nove primeiros meses do ano. Além disso, tem perdido
 
participação de mercado para a Toyota Motors, que pode tirar da GM o
 
posto da maior montadora do planeta. 
 
Houve também perdas na divisão financeira da montadora. A GMAC teve
 
perda de US$ 349 milhões no trimestre, a primeira desde 1975. &quot;Vamos
 
continuar com a reestruturação de custos&quot;, afirmou Rick Wagoner,
 
principal executivo da empresa. Ele observou também que a GM não
 
está gerando caixa, mesmo após ter reduzido substancialmente seu
 
uso. &quot;O nível de utilização do nosso caixa no terceiro trimestre
 
indica que não estamos alcançando os resultados que precisamos&quot;,
 
disse o diretor financeiro da companhia, Fritz Henderson. 
 
A montadora informou ter US$ 20,4 bilhões disponíveis em ativos e em
 
fundos de pensão dos aposentados e do plano de saúde. Fonte: Valor  
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CSN fecha fusão com siderúrgica americana 
 
Companhia terá 49,5% das ações da nova companhia que será gerada
 
a partir da fusão, a NewCo 
 
Volta Redonda 
 
A Companhia Siderúrgica Nacional anunciou que conseguiu fechar ontem
 
um contrato de fusão de sua subsidiária nos Estados Unidos, a CSN
 
LLC, com a uma empresa local, a Wheeling-Pittsburgh. 
 
Segundo comunicado enviado à Bovespa (Bolsa de Valores de São
 
Paulo), a CSN terá 49,5% das ações da nova companhia que será
 
gerada a partir da fusão, a NewCo. As demais ações serão da
 
Wheeling-Pittsburgh. Posteriormente os papéis poderão começar a
 
ser negociados em Bolsa nos EUA. 
 
A CSN também investirá US$ 225 milhões na ampliação e
 
modernização da siderúrgica americana, na forma de financiamento.
 
Esse valor poderá ser convertido em 11,8 milhões de ações da
 
NewCo, o que elevaria a participação da empresa brasileira para
 
até 64% do capital. 
 
A implementação do negócio ainda depende da obtenção de
 
aprovações ao negócio pela autoridade da concorrência local,
 
pela assembléia geral de acionistas da Wheeling-Pittsburgh que será
 
realizada no início de 2007 e por um sindicato local. 
 
&quot;Esta operação reforça o compromisso da CSN com sua estratégia
 
de internacionalização, expandindo suas operações no
 
exterior’’, afirmou a empresa em nota divulgada na Bovespa (Bolsa de
 
Valores de São Paulo). 
 
A empresa tem projeto de investir em novas usinas no Brasil para
 
exportar placas de aço para os EUA e a Europa. 
 
A empresa tem operações nos EUA desde 2001, quando adquiriu a
 
Heartland Steel, hoje CSN LLC, localizada em Terre Haute, Indiana. Essa
 
unidade tem capacidade para produzir 1 milhão de toneladas de produtos
 
decapados, laminados a frio e galvanizados por ano. 
 
Já a Wheeling-Pittsburgh é uma holding que, junto com várias
 
subsidiárias, tem capacidade para produzir 2,8 milhões de toneladas
 
de placas e 3,4 milhões de toneladas de laminados a quente por ano. 
 
Do total a ser investido pela CSN, US$ 150 milhões serão destinados
 
a atualizar e expandir a capacidade de produção da nova empresa para
 
4 milhões de toneladas anuais. 
 
Além disso, a fusão prevê que seja instalada uma segunda linha de
 
galvanização nas plantas da CSN em Terre Haute. A CSN é uma das
 
líderes mundiais na produção de aço, com operações na
 
América do Norte, América Latina e Europa. 
 
Nova fase 
 
O presidente da Wheeling-Pittsburgh, James G. Bradley, afirmou, por meio
 
de comunicado aos investidores da CSN, que a fusão marca uma nova fase
 
para siderúrgica americana. &quot;Essa fusão marca um novo começo para
 
a siderurgia na Wheeling-Pittsburgh e nos vales de Ohio e Monongahela.
 
Estamos confiantes de que o acordo posiciona a Wheeling-Pittsburgh a
 
apresentar tanto um ganho sustentável como um fluxo de caixa sólido
 
no futuro&quot;, disse Bradley, que continuou: 
 
- A CSN é uma siderúrgica de classe mundial, totalmente integrada,
 
com margens impressionantes e um invejável fluxo de caixa, e estamos
 
ansiosos para formar uma parceria com eles, levando a Wheeling
 
Pittsburgh para um novo patamar - disse ele. 
 
O diretor executivo de infra-estrutura e energia da CSN, Marcos Lutz,
 
disse que a fusão &quot;combinará os ativos modernos da CSN na América
 
do Norte e o fornecimento de placa e expertise de sua administração,
 
com a capacidade de produção da Wheeling-Pittsburgh para beneficiar
 
todos os interessados da América do Norte: acionistas, empregados,
 
consumidores e as comunidades da qual fazemos parte&quot;. 
 
Juntos, criaremos uma cadeia integrada de produção e valor agregado
 
que resultará em uma estrutura de custo mais flexível, maior oferta
 
de produtos de alto valor-agregado e significativo aumento de ganhos -
 
disse Lutz. Fonte: Diário do Vale  
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Taxa real de juros ainda é insatisfatória, diz Mantega 
 
SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem que a
 
taxa real de juros ainda está insatisfatória, apesar da redução
 
de 25% da taxa nominal desde janeiro de 2003. Na semana passada, a taxa
 
Selic foi reduzida para 13,75% ao ano. Na avaliação do ministro, a
 
inflação recua em velocidade maior do que os cortes da Selic e o
 
Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central não tem
 
acompanhado na mesma velocidade a queda da inflação. 
 
De qualquer forma, a redução de 2003 a 2006 indica trajetória
 
descendente da taxa básica, o que faz parte da correção dos
 
desequilíbrios econômicos que vêm afetando o Brasil, nas últimas
 
décadas e que levarão, segundo Mantega, a economia a um crescimento
 
mais vigoroso no ano que vem. Mantega ressaltou que a redução da
 
Selic não é a única que vem sendo feita. Ele citou a queda da Taxa
 
de Juros de Longo Prazo (TJLP) de 11% para 6,85% ao ano. 
 
O ministro da Fazenda disse que neste ano o Brasil encerrará a fase de
 
crescimento moderado, &quot;seja lá qual for a alta do PIB&quot;. De acordo com
 
o ministro, termina neste ano uma fase de transição para o
 
crescimento mais vigoroso que terá início em 2007, com alta do PIB
 
acima de 4%. Mantega afirmou que, dos anos 90 até hoje, a economia
 
brasileira passou por três fases de crescimento. 
 
A primeira, nos anos 90, foi a fase de crescimento incipiente, de zero a
 
2,5%, marcada por várias crises econômicas internas e externas e um
 
movimento de &quot;stop and go&quot; (anda e pára). A partir de 2001, até
 
2006, o Brasil passou por um período de crescimento moderado (2,5% a
 
4%), marcado por ajustes nas contas fiscais, nos juros, redução da
 
inflação, melhora do mercado interno, aumento dos superávits
 
comerciais. 
 
A partir do ano que vem, a expectativa do ministro é de que essas
 
correções de desequilíbrios levem ao que ele qualificou como
 
&quot;crescimento mais vigoroso&quot;, colocando fim nos movimentos de &quot;stop and
 
go&quot;. Para 2007, Mantega reiterou que espera crescimento da economia
 
acima de 5%. Essa expansão, somada à manutenção do superávit
 
primário em 4,25% e à queda dos juros significa que o Brasil
 
poderá atingir déficit nominal zero em poucos anos, disse ele.
 
Fonte: Tribuna da Imprensa  
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<item>
 <title>Noticias -  3ª Feira/Martes - 24 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/222</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/222/</guid>
 <pubDate>Tue, 24 Oct 2006 08:51:23 -0200</pubDate>
 <author>"Sindicato" &lt;webmaster@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
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Montadoras prevêem 2007 recorde  
 
Lana Pinheiro 
 
Do Diário do Grande ABC 
 
Nem melhor, nem pior. 2007 deve ser igual a 2006 tanto em aspectos
 
macroeconômicos como para a indústria automotiva. Esse foi o tom das
 
palestras de diversos consultores, produtores de insumos e de
 
componentes, e de dirigentes das montadoras reunidos segunda-feira no
 
seminário Setor Automotivo: Perspectivas 2007 realizado pela AutoData
 
Editora em São Paulo. 
 
Em números, isso significa dizer que o PIB nacional crescerá de 3,5%
 
a 4%, que a inflação deve ficar exatamente dentro da mesma
 
variação – 3,5% a 4% –, que a Selic pode fechar o próximo ano
 
em 11%, na visão mais otimista, e em 13%, na mais pessimista, e que o
 
mercado interno deve bater o recorde de vendas com cerca de 2 a 2,5
 
milhões de veículos. 
 
Apesar da marca inédita, tanto o presidente da Anfavea (Associação
 
Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Rogelio Golfarb,
 
quanto os empresários enxergam o volume esperado com certa
 
parcimônia. Afinal, o último recorde registrado foi em 1997, o que
 
significa que a indústria levou 10 anos para voltar ao patamar de 2
 
milhões de unidades. &quot;O contexto é muito diferente. Os 2 milhões
 
de 2007 não têm o mesmo peso que tinha em 1997. Poderíamos estar
 
em outro patamar.&quot;. 
 
Ainda assim, o setor tenta trabalhar com otimismo e com discurso
 
alinhado, tanto nas projeções quanto nas reivindicações por
 
juros menores, revisão da carga tributária, altos custos produtivos.
 
Condições, que segundo os representantes da Ford, Fiat, GM e Volks,
 
precisam ser rapidamente equacionados para que o crescimento da
 
indústria seja duradouro. 
 
Para Letícia Costa, presidente da consultoria Booz Allen Hamilton do
 
Brasil, a confluência nos discursos têm motivos de ser. Segundo ela,
 
o crescimento das vendas de automóveis no Brasil está associados a
 
três fatores que são levados em conta na hora de traçar as
 
perspectivas: renda per capita, elasticidade de preço e renovação
 
da frota. 
 
A começar pela renda per capta, o mercado interno só teria uma
 
explosão de vendas se houvesse uma melhora significativa da renda da
 
população. 
 
Não é este o caso. &quot;No Brasil, a renda cresce de maneira progressiva
 
e gradual, ritmo que determina a evolução da indústria&quot;, explica
 
Letícia Costa. Para ela, 60% do crescimento do setor automotivo
 
estão relacionados ao PIB. &quot;Em outras palavras, 60% da evolução
 
que estamos presenciando nas vendas de automóveis no Brasil é
 
explicada pelo crescimento da economia do país. Os outros 40% estão
 
relacionados a motivos diversos.&quot; No passado essa correlação já
 
foi maior, atingindo 70%. 
 
&quot;O financiamento diminuiu a dependência que o setor tinha com
 
relação ao PIB. Infelizmente, o aumento das vendas hoje não
 
representa uma melhora da renda per capta do brasileiro&quot;, diz Letícia. 
 
O financiamento também entra na análise da elasticidade do preço.
 
Segundo estudos da consultora, para cada 1% de queda nos preços, a
 
demanda cresce 3%. Só que os juros abaixo do mercado oferecidos pelas
 
montadoras e o prazo estendido em até 72 meses serviram como
 
impulsionador das compras, mesmo com alguma alta nos preços. Como em
 
2007 o crédito continuará abundante e os prazos continuarão
 
longos, as condições para que a indústria continue crescendo
 
estão dadas. 
 
O terceiro determinante é a renovação de frota. A velha batalha
 
pela inspeção veicular no Brasil continua empacada na gaveta de
 
políticos, mas uma boa parte da frota brasileira dos flex. 
 
&quot;O custo/benefício de um carro novo, com essa tecnologia, fez muita
 
gente trocar o veículo que estava na garagem e ainda há espaço
 
para essa substituição&quot;. Assim, a idade média da frota brasileira
 
hoje esta em 9,4 anos, muito similar ao dos EUA que é de 9 anos. 
 
A conjunção da renovação da frota, renda per capta e
 
elasticidade de preço, portanto, impulsionarão as vendas internas no
 
ano que vem que, por sua vez, devem puxar a produção. As
 
exportações devem mais uma vez cair em unidades devido ao alto custo
 
produtivo do Brasil aliado ao dólar desvalorizado. 
 
Setor formula plano de ação para novo presidente 
 
Lana Pinheiro 
 
Do Diário do Grande ABC 
 
As eleições presidenciais só serão decididas no próximo dia
 
29, mas a Anfavea já trabalha um documento a ser entregue para o novo
 
presidente com um cenário detalhado da indústria e suas principais
 
reivindicações para curto, médio e longo prazos. 
 
Dentre os tópicos abordados estão as necessidades da revisão da
 
alta carga tributária incidente na cadeia produtiva e de um
 
crescimento mais vigoroso do país, a renovação de frota e o
 
alinhamento comercial com a Argentina. 
 
O documento, avisa Rogelio Golfarb, presidente da entidade, não visa
 
saída emergencial, e sim um plano para possibilitar a indústria
 
utilizar da melhor maneira possível a capacidade instalada de 3,5
 
milhões de veículos gerando um crescimento sustentado. 
 
Redução temporária de impostos, como feito no passado com o IPI,
 
está descartada. 
 
&quot;É preciso crescer sem ameaçar a estabilidade econômica já
 
conseguida. Não dá para, simplesmente, diminuir a receita do Estado.
 
É preciso fazer um ajuste fiscal controlando gastos públicos e
 
repensando a questão previdenciária&quot;, explicou Golfarb, adicionando
 
que o baixo crescimento econômico é um gargalo para a indústria. 
 
Frota – Quanto à renovação da frota, os cuidados com a proposta
 
se repetem. &quot;Não dá para renovar a frota de uma hora para outra.
 
Temos que começar a trabalhar a inspeção veicular e redimensionar
 
os impostos que recaem sobre a compra e o uso do veículo&quot;. 
 
Para Golfarb, hoje os impostos são muito mais pesados na hora da
 
compra do veículo, inibindo a demanda. Uma saída seria distribuir a
 
arrecadação durante o uso do bem pelo consumidor.Fonte: Diário do
 
Grande ABC  
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No Canadá, clima de apreensão entre os operários 
 
Para os operários da Inco, o anúncio que a direção da empresa
 
deve fazer na manhã desta terça-feira não provoca mais
 
expectativa. Para a comunidade mineira de Sudbury, no leste de
 
Ontário, onde estão sediadas as maiores operações de
 
mineração da Inco, a compra da empresa pela Companhia Vale do Rio
 
Doce há tempos já é dada como concluída. O que gera incerteza e
 
receio é o futuro da tradicional mineradora canadense sob o controle
 
da gigante brasileira. 
 
&quot;O que nos inquieta é a perspectiva de passar para as mãos de uma
 
multinacional dessa proporção gigantesca, que já teve problemas
 
ambientais e sociais em seu próprio território&quot;, diz Dan O’Reilly,
 
57 anos, coordenador do Sindicato dos Operários Siderúrgicos do
 
leste de Ontário. &quot;A vida da população de Sudbury nos últimos
 
anos foi pautada pelas duas mineradoras locais, a Falconbridge e a Inco.
 
E neste ano, de repente, as duas são engolidas por dois gigantes
 
multinacionais. É difícil avaliar o impacto que isso vai ter a longo
 
prazo para a comunidade.&quot; 
 
O’Reilly faz alusão à compra da Falconbridge pela companhia
 
anglo-suíça Xstrata, em agosto. &quot;Assim que assumiu o controle da
 
Falconbridge, a nova direção substituiu todos os logotipos e
 
letreiros originais pelo da Xstrata. A mensagem foi clara: agora que
 
manda somos nós. Vamos ver o que acontece com a Inco agora&quot;, diz. 
 
Embora a Vale já tenha afirmado que vai manter a marca Inco, pelo
 
menos por enquanto, isso não tranqüiliza os sindicalistas, que já
 
tomaram uma série de medidas para proteger os trabalhadores e a
 
comunidade local. Em setembro passado, uma delegação liderada por
 
O’Reilly esteve no Brasil, onde se reuniu com vários grupos de
 
sindicalistas que representam os trabalhadores da Companhia Vale do Rio
 
Doce. 
 
As reuniões foram organizadas pela CUT, que também promoveu uma
 
viagem de inspeção às minas da empresa no Brasil. Durante a visita
 
de quatro dias, os canadenses se encontraram com ativistas sociais e
 
ambientais dessas regiões e representantes das comunidades locais. 
 
De volta ao Canadá, o grupo formatou os termos de um acordo que foi
 
submetido e aceito pela Vale. Segundo esse acordo, a empresa se
 
compromete a não demitir ninguém nos próximos três anos e a
 
manter pelo menos 85% do atual número de cargos. Além disso, a Vale
 
também se compromete a incentivar uma série de programa sociais e a
 
preservar o meio ambiente. &quot;É uma pequena garantia, que funciona a
 
curto prazo, mas não sabemos o que vai se passar daqui para a frente&quot;,
 
diz O’Reilly. Fonte: Agência Estado Fonte: Tribuna da Imprensa  
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Mulheres representam 10% da força de trabalho na indústria naval
 
fluminense  
 
As mulheres já representam 10% da força de trabalho nos estaleiros
 
do de Niterói e São Gonçalo, municípios da Região
 
Metropolitana do Rio de Janeiro. 
 
O Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí estima que, dos
 
16 mil trabalhadores em atividade na indústria naval, mais de mil
 
são do sexo feminino, atuando em diversas especialidades, como
 
projetistas, soldadoras, eletricistas ou instrumentistas. 
 
Segundo o diretor de Finanças do sindicato, Edson Carlos Rocha, as
 
mulheres trabalhavam nas áreas técnicas de estrutura e máquinas
 
navais, executando projetos e delineamentos de navios, mas há cinco
 
anos começaram a se ocupar de outras atividades. 
 
&quot;Hoje em dia, além dessa área, [a presença feminina] tem aumentado
 
bastante na área de soldadores, porque existe a solda tig, que
 
necessita um pouco mais de habilidade manual e é um pouco mais
 
sensível. As mulheres têm respondido muito bem nessa área. A
 
inspeção de solda, também estão começando a fazer e a disputar
 
esse espaço com os homens&quot;, afirmou Rocha. 
 
O sindicato vêm trabalhando para aumentar a formação de mulheres
 
nos cursos de capacitação que promove. Atualmente, 10% dos alunos
 
são mulheres, mas meta é chegar a 30%. No ano passado, o curso de
 
pintura naval foi o mais procurado pelas mulheres, e 30 profissionais
 
já estão empregadas nos estaleiros de Niterói e de Angra dos Reis. 
 
O sindicato vai oferecer em breve novos cursos de capacitação para
 
pessoas cadastradas no banco de dados da entidade. Inicialmente, a
 
formação se destinará ao preenchimento de 750 novas vagas no
 
setor, mas, até o final deste ano, com a ampliação do mercado, o
 
número de vagas subirá para 1.588, e o sindicato promoverá outros
 
cursos, sem distinção de sexo, com recursos do Plano Setorial de
 
Qualificação Profissional, desenvolvido pelo Ministério do
 
Trabalho e Emprego.  
 
De acordo com estimativa do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e
 
Itaboraí, até o final de 2007, a indústria naval vai abrir mais de
 
três mil vagas, número que poderá subir para cinco mil até o
 
primeiro semestre de 2008. (Agência Brasil)   
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Brasileira CSN trama para cobrir oferta pela Corus 
 
O grupo alemão Thyssen Krupp e o grupo siderúrgico russo Severstal
 
também estariam estudando propostas 
 
SÃO PAULO - O agressivo grupo siderúrgico brasileiro CSN indicou o
 
Lazards, banco de investimentos de primeira linha, como consultor sobre
 
sua intenção de entrar na operação de compra do controle
 
acionário da Corus pela Tata Steel por 5,1 bilhões de libras (U$ 9,6
 
bilhões). 
 
Na outra ponta, segundo informou hoje a edição do The Sunday Times,
 
também há a gigante siderúrgica alemã Thyssen Krupp interessada
 
pela compra, cujo valor de mercado ronda os 9,4 bilhões de libras (U$
 
17,6 bilhões). Neste negócio, outro interessado foi o grupo
 
siderúrgico russo Severstal. Contudo, devido ao seu interesse em abrir
 
seu capital em Londres, o grupo acabou demonstrando menos interesse na
 
semana passada. 
 
A Tata quase certamente se afastará do negócio se acontecer uma
 
guerra de propostas. A companhia indiana está oferecendo 455 pence (U$
 
0,856 ) por ação pelo grupo siderúrgico anglo-holandês Corus,
 
que inclui as operações remanescentes da British Steel. Incluindo a
 
dívida da Corus, o acordo vale 5,1 bilhões de libras (U$ 9,6
 
bilhões). 
 
Na sexta-feira, as ações da Corus continuavam sendo negociadas acima
 
do preço de oferta, sugerindo que os investidores consideram
 
provável uma proposta concorrente. Elas fecharam em 473 pence (U$
 
0,890). 
 
Especulações 
 
As especulações foram provocadas por comentários da Standard Life,
 
que, com uma participação de 8% é a maior acionista individual da
 
Corus. A Standard Life disse: &quot;A oferta da Tata pela Corus é mais
 
baixa do que esperaríamos que o conselho da Corus aceitasse e
 
recomendasse.&quot; 
 
Mas qualquer oferta rival enfrentará um duro obstáculo na forma dos
 
gestores de fundos de pensão da Corus. Os administradores dos dois
 
principais esquemas da Corus, que têm ativos - e obrigações
 
futuras - de 13 bilhões de libras (U$ 24,5 bilhões) mais de duas
 
vezes o valor da companhia, concordaram em apoiar a oferta da Tata. 
 
Executivos da Corus disseram privadamente que os gestores ficariam mais
 
contentes com um acordo com a Tata, que tem uma reputação de
 
empregadora benevolente, do que com uma concorrente rival. Uma nova
 
concorrente também teria que arcar com uma multa de ruptura acertada
 
como parte do acordo Tata-Corus.  Fonte: O Estado de S.Paulo  
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Ford : na América do Sul, montadora obtém lucro pelo 11º trimestre
 
consecutivo 
Patrícia Nakamura 
Na contramão das operações mundiais, a Ford alcançou
 
lucratividade na América do Sul pelo décimo primeiro trimestre
 
consecutivo, graças ao aumento das vendas internas, principalmente no
 
Brasil e na Argentina. O resultado operacional da montadora na região
 
alcançou US$ 222 milhões, ante os US$ 96 milhões obtidos no mesmo
 
período do ano passado. De acordo com estimativas de mercado, o Brasil
 
representa cerca de 70% dos lucros da montadora na região.  
 
O resultado trimestral é quase igual ao lucro acumulado durante os
 
primeiros seis meses do ano, que foi de US$ 229 milhões.  
 
A receita da Ford entre julho e setembro saltou de US$ 1,2 bilhão para
 
US$ 1,5 bilhão neste ano. As vendas subiram de 88 mil unidades para
 
101 mil unidades. Pelas estimativas da montadora, a Ford mantém 11,5%
 
de participação de mercado nos seis principais países da região.
 
 
 
Mesmo com os bons resultados, a crise vivida pela matriz atravanca a
 
expansão na montadora na América do Sul. A fábrica de Camaçari
 
(BA), onde é produzido o EcoSport e que foi o propulsor para a
 
retomada dos lucro na região após dez anos de prejuízos, desde o
 
fim da Autolatina (a frustrada união com a alemã Volkswagen no
 
país), não deve receber novos investimentos a médio prazo. Mesmo
 
operando no limite de sua capacidade.  
 
Barry Engle, presidente da montadora para América do Sul, adiantou que
 
apenas a unidade de São Bernardo do Campo (SP) deverá contar com
 
aportes de US$ 300 milhões entre 2007 e 2008 para abrigar a
 
produção de um novo modelo compacto.  
 
&quot;As taxas de juros baixas facilitam a compra de carros novos&quot;, afirmou
 
recentemente o executivo. As vendas internas no Brasil devem alcançar
 
esse ano aproximadamente 223 mil unidades, patamar que deve ficar
 
estável em 2007. Por conta da valorização do real, as
 
exportações da unidade brasileira devem responder por 40% de sua
 
produção (135 mil unidades) contra os 43% no ano passado (perto de
 
140 mil unidades). Fonte: Valor  
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Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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                 ]]> </description>
</item>

<item>
 <title>Noticias -  2ª Feira/Lunes - 23 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/221</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/221/</guid>
 <pubDate>Mon, 23 Oct 2006 08:14:41 -0200</pubDate>
 <author>"Sindicato" &lt;webmaster@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org   
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As montadoras investem 
 
Editorial 
 
Embora reclamem dos juros altos, do excesso de impostos e da
 
valorização do real, as montadoras instaladas no Brasil vão
 
colocar em prática ou discutem com suas matrizes planos de
 
investimentos para os próximos anos que superam R$ 10 bilhões. São
 
valores já anunciados por 7 das 11 empresas que operam no País;
 
outros programas ainda poderão ser divulgados. Em alguns casos, os
 
investimentos serão os maiores desde o início da década. 
 
A indústria automobilística mostra um ânimo bem diferente de
 
outros segmentos industriais, que têm agido com cautela quanto à
 
expansão ou modernização de seu parque produtivo. É uma
 
disposição tão forte que lembra o boom de investimentos observado
 
na segunda metade da década passada, que elevou rápida e
 
intensamente a capacidade produtiva das montadoras e gerou grande
 
ociosidade no setor, reduzindo sua rentabilidade. 
 
São diversos os fatores que parecem justificar a disposição de
 
investir e que tornam a situação atual diferente da observada há
 
cerca de uma década. Apesar dos fatores negativos que persistem no
 
cenário econômico e que, na opinião do empresariado em geral,
 
retardam o crescimento - o alto custo dos financiamentos, a pesada
 
tributação e a taxa de câmbio que reduz a competitividade do
 
produto brasileiro no exterior -, os números da indústria
 
automobilística são animadores. 
 
Neste ano, de acordo com a projeção da Anfavea, a produção
 
brasileira deve alcançar o recorde de 2,64 milhões de unidades.
 
Também as exportações alcançarão o maior valor da história,
 
de US$ 11,5 bilhões. As vendas no mercado interno, previstas em 1,9
 
milhão de unidades, serão iguais ao recorde registrado em 1997. 
 
Para 2007, estão previstas vendas superiores a 2 milhões de
 
veículos no mercado doméstico. 
 
A necessidade de se reposicionar no mercado interno, onde perderam
 
posições ou estão ameaçadas pela concorrência, está
 
forçando algumas empresas a acelerar seus investimentos na
 
modernização da planta industrial e no desenvolvimento de novos
 
modelos a serem lançados nos próximos anos. 
 
A Volkswagen, por exemplo, vai aplicar R$ 2,5 bilhões entre 2007 e
 
2011, no seu maior programa de investimentos desde 2002. A montadora
 
tomou a decisão apenas dois meses depois de ter ameaçado fechar sua
 
fábrica em São Bernardo do Campo. A ameaça resultou em
 
negociações com os trabalhadores, que concordaram com o plano de
 
corte de 4,3 mil empregados (o corte atingirá também a unidade de
 
Taubaté e pode chegar a 6 mil demissões até 2008), que viabilizou
 
o programa de remodelação das duas fábricas, necessária para o
 
lançamento de novos modelos. É parte da estratégia da empresa para
 
recuperar fatias do mercado interno que lhe foram tomadas nos últimos
 
anos pela concorrência. Esta, de sua parte, também se prepara para
 
defender sua posição e até mesmo para conquistar mais espaço no
 
mercado doméstico, com programas vultosos de investimentos. A Fiat,
 
por exemplo, deve investir R$ 3 bilhões até 2009. A General Motors
 
do Brasil negocia com sua matriz investimentos de R$ 1 bilhão por ano
 
de 2008 a 2010 (até 2008, os recursos já estão assegurados). 
 
Todos esses programas têm em comum a busca de redução de custos,
 
especialmente com pessoal, para ganhar competitividade. Alguns
 
especialistas calculam que a mão-de-obra representa 40% do custo
 
industrial de uma montadora. Fábricas mais antigas têm custos mais
 
altos. Como observou o presidente da General Motors do Brasil, Ray
 
Young, o custo de produção da empresa em sua fábrica de São
 
Caetano do Sul, no ABC paulista, excluídos os gastos com material, é
 
o dobro do registrado em fábricas mais modernas, como a da Fiat em
 
Betim (MG) e a da Ford em Camaçari (BA). 
 
No primeiro momento, a busca de maior competitividade é determinada
 
pela disputa com os concorrentes que já operam no mercado brasileiro. 
 
Mas, no médio prazo, as montadoras instaladas no Brasil precisam estar
 
preparadas para enfrentar outro tipo de concorrência, a que vem da
 
China, país que paulatinamente amplia seu espaço no mercado mundial
 
de automóveis. É provável que também esse fato esteja
 
estimulando as montadoras a aumentar seus investimentos no Brasil.
 
Fonte: O Estado de S.Paulo  
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Japonesa Sumitomo poderá ser sócia da MMX 
 
Vera Saavedra Durão 
 
A japonesa Sumitomo poderá ser sócia minoritária na MMX Minas-Rio,
 
o maior dos três sistemas de mineração da MMX Mineração e
 
Metálicos, empresa controlada pelo empresário Eike Batista. Ele
 
não quis comentar a informação, mas disse estar aberto a
 
conversas. O empresário ficou com 68% do capital da MMX após oferta
 
pública de ações na Bovespa em julho. 
 
Agora, a mineradora busca parceiros estratégicos. Recentemente firmou
 
acordo com a mineradora americana Cleveland-Cliffs, para venda de 30% de
 
sua participação na MMX Amapá, projeto integrado de mina, ferrovia
 
e porto. 
 
Se for confirmada a sociedade com a Sumitomo, restará a MMX buscar um
 
sócio para o sistema produtivo de Corumbá, projeto de ferro gusa em
 
Mato Grosso do Sul, o mais adiantado dos três. Com uma mina próxima
 
ao rio Paraguai em fase de extração e a usina siderúrgica com
 
licenças ambientais aprovadas, o sistema deve entrar em operação
 
em meados de 2007. 
 
Nos cálculos de Batista, em 2011 a MMX estará faturando US$ 1,1
 
bilhão só com exportações de 26,5 milhões de toneladas de
 
minério de ferro do sistema Minas-Rio, que representa 55% da
 
produção de minério de ferro da nova mineradora. 
 
A maioria destas vendas será feita através da assinatura de
 
contratos de longo prazo. Alguns deles já foram acertados com a
 
pelotizadora GIIC, do Bahrein, que vai comprar minério de ferro do
 
sistema de Amapá, cuja produção deverá somar 6,5 milhões de
 
toneladas; e com as tradings japonesas, Sumitomo e Sojitz, que vão
 
adquirir o minério do sistema Minas -Rio. 
 
Até agora, estes contratos de fornecimento somam 23 milhões de
 
toneladas. Não há intenção da MMX de colocar a produção no
 
mercado spot, a não ser algum resíduo não contratado. 
 
Na sexta-feira, Batista apresentou o projeto do sistema Minas-Rio para a
 
governadora do Estado do Rio, Rosinha Garotinho; seu secretariado; o
 
subsecretário de Desenvolvimento de Minas Gerais, Carlos Orsini; e
 
empresários. 
 
O sistema deve começar a operar em 2009. Inicialmente, vai produzir 8
 
milhões de toneladas de minério de ferro, ampliando para 20
 
milhões de toneladas em 2010 e atingindo 26,5 milhões de toneladas,
 
em 2011. O projeto vai integrar os dois estados, envolvendo 35
 
municípios, com um mineroduto de 462 quilômetros de extensão que
 
transportará o minério da Serra do Espinhaço, no Leste de Minas,
 
até o porto de Açu, em São João da Barra, no Estado do Rio, de
 
onde será exportado. 
 
Rodolfo Landim, presidente executivo da MMX, informou que a empresa vai
 
investir US$ 2 bilhões no Minas-Rio, incluindo o pagamento de direitos
 
minerários, e excluindo a pelotizadora. 
 
Serão investidos US$ 600 milhões nas minas da Serra do Espinhaço
 
(MG), US$ 700 milhões no mineroduto e US$ 400 milhões no complexo
 
portuário de Açu. Landim não descarta o projeto abrigar
 
futuramente uma siderúrgica e uma térmica de 350 MW. 
 
O secretário de Minas e Energia do governo fluminense, Wagner Victer,
 
informou que a licença ambiental prévia para o projeto deverá ser
 
aprovada até o final do ano. Ele adiantou que os governos do Rio e de
 
Minas Gerais isentaram o empreendimento da cobrança do ICMS,
 
equivalente a uma renúncia fiscal anual de US$ 150 milhões.  Fonte:
 
Valor  
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Mercosul: setor automobilístico fará propostas 
 
Renovação de frota no Brasil e na Argentina e adoção de
 
combustíveis alternativos deverão fazer parte do plano 
 
SÃO PAULO. Representantes da indústria automobilística do Brasil e
 
da Argentina devem concluir, até o fim do ano, um estudo sobre a
 
situação do setor no Mercosul, e apresentar propostas aos dois
 
governos visando ao desenvolvimento do mercado automotivo na região.
 
Dirigentes das entidades das montadoras e da indústria de peças dos
 
dois países reuniram-se ontem, na sede paulista do BNDES, com o
 
ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, dando seqüência
 
à série de encontros que teve início na Argentina, semana
 
retrasada, quando Furlan visitou o país vizinho. 
 
Entre as propostas que devem surgir no plano conjunto estão a
 
renovação da frota de veículos do Brasil e da Argentina, uma
 
reivindicação antiga das montadoras brasileiras que a Associação
 
Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) quer ver
 
decolar no próximo ano; a padronização de normas técnicas no
 
âmbito do Mercosul; e até a adoção de combustíveis
 
alternativos produzidos no Brasil, caso do biodiesel, e do uso de
 
motores flex em todos os países da região, com uma versão também
 
com diesel, amplamente usado por argentinos. 
 
- Esse plano conjunto visa à sustentabilidade e ao desenvolvimento da
 
indústria automotiva em todos os países do Mercosul - disse um
 
participante do encontro que pediu para não ser identificado. 
 
A idéia dos brasileiros Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, e
 
Paulo Butori, do Sindipeças, e dos argentinos Felipe Rovera,
 
presidente da Associação de Fabricantes de Automotores (Adefa), e
 
Rodolfo Achille, presidente da Associação de Fabricantes Argentinas
 
de Componentes (Afac), é definir políticas conjuntas para o setor no
 
Mercosul e apresentá-las aos governos dos países membros no fim
 
deste ano ou no começo de 2007. 
 
A medida de maior impacto em toda a cadeia automotiva, segundo os
 
empresários do setor, seria a substituição dos carros antigos por
 
novos nos dois países. Do lado brasileiro, uma das dificuldades para
 
um projeto de incentivos para a renovação da frota é a exigência
 
do governo de não comprometer a arrecadação de impostos. Segundo
 
Furlan, entre as opções em estudo estão a oferta de juros mais
 
baixos para financiamentos e a adoção de um bônus, a exemplo do
 
que já foi feito na Argentina. Segundo o ministro, os custos com o
 
bônus seriam compensados com o aumento da arrecadação, com a venda
 
dos carros novos. 
 
A idade média da frota de veículos no Brasil é de 8,5 anos. Na
 
Argentina, é de dez anos, de acordo com empresários da indústria
 
automotiva dos dois países. Fonte: O Globo 21.10.2006 
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Autos: Brasil ofrece más ventajas que la Argentina 
 
Para los empresarios, es más fácil invertir en el país vecino 
 
Dicen que el control de precios y el alza de los costos hacen que las
 
casas matrices opten por el mercado brasileño 
 
Piden incentivos para competir en el nivel internacional 
 
SAN PABLO.- El Salón del Automóvil, que se desarrolla en esta
 
ciudad, no sólo se convirtió en una vidriera que exhibe los nuevos
 
modelos que llegan al Mercosur. En sus pasillos, y entre las
 
presentaciones, los comentarios sobre la situación económica y los
 
proyectos de los fabricantes estuvieron a la orden del día. 
 
En voz alta a veces, y en off the record otras, voceros de las marcas
 
más importantes que tienen fábricas en Brasil y la Argentina
 
trazaron las inevitables comparaciones sobre las facilidades y las
 
dificultades que encuentran en cada uno de los países. 
 
Un ejecutivo que pidió no ser identificado se explayó: &quot;Si tuviese
 
que decirle cuál es la gran diferencia, diría que Brasil tiene una
 
clara política industrial que facilita la decisión de nuevas
 
inversiones a las casas matrices, mientras que en la Argentina las cosas
 
son un poco diferentes. Hoy el mundo cambió, y cuando se toma la
 
decisión de fabricar determinado modelo se piensa de manera global.
 
Cómo explicar en Europa, Japón o los Estados Unidos que el gobierno
 
argentino pide congelar el precio de los automotores mientras las
 
empresas deben hacer frente al aumento de los insumos, a fuertes
 
presiones tributarias o a las demandas sindicales por mayores salarios&quot;. 
 
&quot;Si los precios de los autos no se pueden subir, también deberían
 
congelarse los salarios, el precio de la energía y todos los
 
componentes necesarios para la producción&quot;, dijo. 
 
Muchos de los dirigentes argentinos también tienen dificultades a la
 
hora de explicar porqué deben enfrentar el cese de trabajo en sus
 
líneas de montaje cuando ya alcanzaron un acuerdo salarial con sus
 
operarios. &quot;Los concesionarios atraviesan dificultades en sus
 
negociaciones con [el Sindicato de Mecánicos y Afines del Transporte
 
Automotor] Smata y nosotros pagamos las consecuencias. Cuando una
 
línea de montaje se detiene un día, se pierden de producir 300 o
 
más vehículos. Y eso no se recupera, atrasa las entregas a los
 
clientes y nos impide cumplir con los compromisos de exportación&quot;,
 
expresó un alto directivo. 
 
Y agrego: &quot;Hoy se acabaron los autos hechos para un país. Cuando la
 
casa matriz decide la fabricación de un nuevo modelo lo hace pensando
 
en que se exportará a toda una región. Las decisiones se toman con
 
una perspectiva global. Y en ese sentido, cuando una marca argentina se
 
postula para fabricar un nuevo modelo compite con las fábricas de la
 
misma marca que funcionan en Brasil, México o en cualquier otra parte
 
del mundo. El tipo de cambio nos hace competitivos. Pero de qué sirve
 
si nuestras líneas de producción se detienen por problemas ajenos a
 
nosotros y nos convertimos en proveedores poco confiables&quot;. 
 
Para ejemplificar de qué manera los problemas internos pueden
 
favorecer o desalentar nuevas inversiones, dieron como ejemplo el caso
 
de Volkswagen (VW) en Brasil, que enfrentó una dura lucha con el
 
sindicato. Los problemas de competitividad obligaron a VW a plantear una
 
estrategia de racionalización de recursos humanos. Sólo después de
 
llegar a un acuerdo para disminuir 4300 personas de su plantel, la casa
 
matriz anunció una inversión de 1000 millones de dólares para sus
 
fábricas brasileñas hasta 2011 para desarrollar nuevos productos. 
 
General Motors (GM) de Brasil, en tanto, anunció una inversión de
 
100 millones de dólares para 2007 y pedirá a su casa matriz otros
 
900 millones para el lanzamiento de nuevos modelos en los próximos
 
años. 
 
&quot;Los fabricantes de automóviles queremos crecer en la Argentina, tener
 
nuevos modelos asignados y producirlos para abastecer tanto al mercado
 
interno como para la exportación, como hoy sucede con la mayoría de
 
los productos. Fabricar únicamente para un país ya no se justifica.
 
Pero para ser competitivos debemos tener las mismas reglas de juego que
 
nuestros competidores de otros países y es ahí donde el Estado debe
 
promover políticas de industrialización y asegurar reglas claras que
 
permitan realizar proyectos de largo alcance&quot;, concluyó un ejecutivo
 
argentino mientras, en una conferencia de prensa, una marca anunciaba el
 
próximo lanzamiento de seis nuevos modelos fabricados en Brasil en los
 
próximos tres años. Por Jorge Pandini Enviado especial  Fonte: La
 
Nación 21.10.2006 
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Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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                 ]]> </description>
</item>

<item>
 <title>Noticias -  6ª Feira/Jueves - 20 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/220</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/220/</guid>
 <pubDate>Fri, 20 Oct 2006 08:29:12 -0200</pubDate>
 <author>"Antonio Carlos" &lt;acastro@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org   
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CNM/CUT fala sobre o crescimento do setor automotivo no Brasil 
 
Assista aqui o vídeo em que o Secretário de Organização da
 
Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT), Valter Sanches,
 
fala sobre o crescimento significativo do setor automotivo no Brasil,
 
que deve chegar a 8% neste ano, o que é mais uma mostra do bom momento
 
da economia brasileira.  
 
Os investimentos das indústrias devem chegar a R$10 bi em 2007.
 
Traduzindo isso para a realidade do trabalhador, este crescimento somado
 
aos investimentos, podem gerar até 150 mil empregos diretos e
 
indiretos no setor.       Clique aqui para assistir o vídeo 
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Marinho mantém previsão de 1,2 milhão de novos empregos 
 
BRASÍLIA - O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou ontem que
 
mantém a projeção de que, ao final deste ano, o saldo de
 
geração de novos empregos com carteira assinada fique &quot;em torno do
 
resultado do ano passado.&quot; Em 2005, foi criado um total de 1,253
 
milhão de novos empregos formais no setor privado da economia. Embora
 
Marinho mantenha a projeção, o ritmo de geração de geração
 
de novos postos de trabalho formais em setembro deste ano foi mais lento
 
que em setembro do ano passado e até caiu. 
 
No mês passado, foram criados 176.735 novos postos, ante 189.458
 
criados em setembro de 2005 - o que representa uma queda de 6,7%.
 
Entretanto, agregando as novas vagas do mês passado ao estoque de
 
empregos formais já existente, o Caged registra uma expansão de
 
0,65% do número de postos de trabalho com carteira assinada. Para
 
Marinho, como a cada ano a base de referência é maior, é normal
 
que diminua o ritmo de abertura de novas vagas pelas empresas. 
 
&quot;Por isso, para que nos próximos anos consigamos aumentar o volume de
 
vagas oferecidas, é preciso haver um crescimento forte da economia&quot;,
 
afirmou Marinho, acrescentando que aposta num crescimento de 5% do
 
Produto Interno Bruto (PIB) em 2007. O ministro ressaltou que, com o
 
resultado positivo verificado no mês passado, o Caged registra o nono
 
mês consecutivo de expansão do emprego formal no setor privado. 
 
De janeiro a setembro, foram criadas no País 1,383 milhão de vagas.
 
Em 12 meses, o saldo está acumulado em 1,229 milhão. No mês
 
passado, um dos setores que mais se destacaram na oferta de novas vagas
 
com carteira assinada foi o comércio (46.381). Esse setor, que vinha
 
apresentando um ritmo mais lento de contratações nos meses
 
anteriores, começa agora, segundo o ministro, a entrar no período de
 
preparação para as festas de final de ano, abrindo novos postos. 
 
A indústria ficou com o primeiro lugar em relação à oferta de
 
empregos formais (81.981), também como reflexo do aumento de
 
produção para o final do ano. O único setor que reduziu mais
 
empregos do que criou foi a agricultura. O Ministério do Trabalho
 
atribuiu a eliminação de 21.229 postos nesse setor no mês passado
 
a fatores sazonais. Um exemplo é o período de entressafra do café
 
no Estado de Minas Gerais  Fonte: Tribuna da Imprensa  
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Volvo investe US$ 50 milhões em novos caminhões 
 
Uma nova linha de caminhões pesados foi apresentada nesta quinta-feira
 
pela Volvo do Brasil na fábrica instalada na Cidade Industrial de
 
Curitiba 
 
Evandro Fadel 
 
CURITIBA - Fruto de investimentos de US$ 50 milhões, a Volvo do Brasil
 
apresentou nesta quinta-feira, na fábrica instalada na Cidade
 
Industrial de Curitiba, uma nova linha de caminhões pesados. Entre as
 
principais características dos novos veículos está o motor de 13
 
litros, que vem substituir o de 12 litros que equipava até agora os
 
veículos pesados. &quot;Estudos de engenharia indicam que os novos
 
caminhões são até 5% mais econômicos em relação à linha
 
anterior&quot;, afirmou o gerente de planejamento estratégico, Sérgio
 
Gomes. 
 
Um novo sistema de transmissão eletrônica é opção para quem
 
precisa de um veículo com peso bruto total combinado de até 60
 
toneladas, como os bitrens que transportam grãos ou combustíveis. De
 
acordo com o gerente das linhas FH e FM da Volvo, Bernardo Fedalto, é
 
garantia de mais conforto para o motorista, além de mais produtividade
 
e menos gasto com manutenção.  Fonte: O Estado de S.Paulo  
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Aço : Produção mundial cresce 9% até setembro 
 
Patrícia Nakamura 
 
Em setembro, a produção mundial de aço alcançou 101,4 milhões
 
de toneladas, um aumento de 8,8% em comparação com o mesmo mês do
 
ano passado. Nos nove primeiros meses do ano, foram fabricadas 903,3
 
milhões de toneladas, 9,3% superior ante 2005. Os números foram
 
divulgados ontem pelo International Iron and Steel Institute (IISI), com
 
base em informações de siderúrgicas de 62 países, representando
 
98% da produção mundial. 
 
A China, principal produtor de aço, fechou o mês com 36,1 milhões
 
de toneladas produzidas, um aumento de 18,5% em comparação com
 
setembro de 2005. Entretanto, houve uma retração de 538 mil
 
toneladas se comparado com agosto, em decorrência das medidas do
 
governo chinês para conter o crescimento econômico do país. A
 
demanda interna fez o Japão, ampliar sua produção em 4,8% no mês
 
passado, para 9,6 milhões de toneladas. A Ásia respondeu por mais da
 
metade da produção mundial, com 54,9 milhões de toneladas em
 
setembro. Nos nove primeiros meses do ano, o continente atingiu
 
produção de 477,2 milhões de toneladas, 14% a mais em
 
comparação com o mesmo período do ano passado. 
 
A produção na União Européia cresceu 2,1% em setembro, atingindo
 
15,7 milhões de toneladas. A melhora do desempenho deve-se ao
 
aquecimento da construção civil e da indústria automotiva nos 10
 
países que aderiram ao bloco em 2004. A Alemanha, principal produtor,
 
atingiu 4,02 milhões de toneladas no mês passado, incremento de
 
11,2%. 
 
Os Estados Unidos fecharam setembro com 8 milhões de toneladas
 
produzidas, uma alta de 3,5%. Dessa forma, a América do Norte teve
 
crescimento de 2,9%, com 10,6 milhões de toneladas produzidas. Já os
 
países da América do Sul produziram 8,9% a mais em setembro,
 
atingindo 4 milhões de toneladas. Fonte: Valor  
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Impulsan un plan de renovación de autos 
 
Cautela en la Argentina 
 
Brasil propone un programa regional 
 
Brasil le propuso a la Argentina renovar el parque automotor en ambos
 
países con un incentivo similar al plan Canje, que no implique menos
 
recaudación impositiva. La administración Kirchner no rechazó la
 
posibilidad, pero aún no comenzó a analizarla en profundidad. 
 
El ministro de Industria, Desarrollo y Comercio Exterior brasileño,
 
Luiz Fernando Furlan, dio ayer por sentado que la posibilidad está en
 
pleno proceso de análisis: 
 
&quot;Queremos recibir una propuesta del sector automotor. Le hablé del
 
tema a la ministra de Economía de la Argentina [Felisa Miceli], y ella
 
también me dijo que su país analizaría el asunto para realizar un
 
programa conjunto&quot;, comentó durante la ceremonia de apertura del
 
Salón del Automóvil, realizado en San Pablo, citado por la agencia
 
ANSA. 
 
La única exigencia realizada por el gobierno brasileño es que la
 
iniciativa no comprometa la recaudación de impuestos. 
 
Furlan se refirió a &quot;incentivos&quot; y a &quot;bonos del gobierno [para aplicar
 
a descuentos al consumidor]&quot;, y no un recorte de impuestos. 
 
&quot;Podría existir una especie de «bonus». La Argentina hizo eso
 
años atrás (en referencia al plan Canje aplicado en 1999), dando a
 
cambio bonos que serían compensados con el aumento de la recaudación
 
del producto de la venta de automóviles nuevos&quot;, explicó el
 
ministro. 
 
En el gobierno argentino reconocieron que Furlan propuso al pasar, en su
 
reunión con Miceli, una renovación del parque mediante un incentivo
 
que no impliquen menos recaudación impositiva, pero dijeron que la
 
ministra sólo respondió que estaba de acuerdo y pasaron de inmediato
 
a otro tema, sin entrar en detalles. 
 
Si bien el gobierno de Kirchner no analizó ni evalúa un plan, ni
 
mucho menos un nuevo esquema de canje, no está en desacuerdo con la
 
posibilidad. Este año, el Gobierno cumplió con la devolución total
 
de la deuda con las automotrices por el plan Canje de 1999 (ese pasivo
 
se reintegró a cambio de planes de inversión). 
 
Furlan se explayó más sobre el tema en la reunión que mantuvo
 
días atrás con representantes de la Asociación de Fábricas de
 
Automotores de Argentina (Adefa) y la Asociación Nacional de
 
Fabricantes de Vehículos Automotores (Anfavea). 
 
Dinamizar la demanda 
 
Por su parte, el presidente de la Asociación Nacional de Fabricantes
 
de Vehículos Automotores, Rogelio Golfarb, dijo que &quot;cualquier
 
iniciativa para dinamizar la demanda es bienvenida&quot;. El parque automotor
 
que circula hoy en Brasil tiene una antigüedad media de 8,5 años
 
frente a los 10 del parque argentino. 
 
Según cifras de Adefa, el mes pasado las ventas de las terminales a
 
las concesionarias se elevaron un 9,4%, a 39.339 automotores, con lo que
 
acumula una suba del 11,5% entre enero y septiembre, al alcanzar las
 
340.174 unidades. Fonte: La Nación  
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Venda de jatos da Embraer cresce 29% no trimestre 
 
Os maiores mercados são os Estados Unidos e a Europa, mas as vendas na
 
América do Sul e no próprio Brasil também surpreendem 
 
Simone Menocchi 
 
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - Os jatinhos executivos da Embraer estão
 
fazendo a diferença na carteira de pedidos da fabricante brasileira,
 
acumulada em US$ 13,3 bilhões de dólares. Em comparação ao
 
último trimestre, as vendas da empresa aumentaram 29% graças ao
 
salto no volume de pedidos dos jatos Phenom 100 e Phenom 300 e dos
 
outros modelos executivos, que já ultrapassam a marca de 300 unidades.
 
Os modelos Phenom 100 e 300 custam, respectivamente, US$ 2,75 milhões
 
e US$6,65 milhões e tiveram as vendas iniciadas há um ano. 
 
Nesta semana a Embraer divulgou, durante a NBAA (National Business
 
Aviation Association), maior feira de aviação executiva do mundo,
 
três clientes dos mini-jatos, que tem capacidade para quatro e seis
 
pessoas. A norte-americana Avantair, empresa líder em serviços de
 
aeronaves compartilhadas, comprou 20 unidades Phenom 100. A Wondair,
 
empresa espanhola de vôos privados também adquiriu 20 aviões e
 
reservou mais 12. Em seguida, a Eagle Creek, dos Estados Unidos,
 
anunciou a compra de 16 unidades. Em uma semana, as três empresas
 
juntas renderam negócios no valor de US$ 188 milhões. 
 
As entregas do Phenom 100 começam em meados de 2008 e do Phenom 300 no
 
ano seguinte. Só do jatinho para até 4 passageiros espera-se
 
entregar 30 unidades em 2008. As entregas dos mini-jatos devem ficar em
 
torno de 120 a 150 por ano. 
 
Mercados 
 
Os maiores mercados são os Estados Unidos e a Europa, mas as vendas na
 
América do Sul e no próprio Brasil também surpreendem. A
 
fabricante brasileira entrou no mercado executivo há seis anos com o
 
Legacy 600 - aeronave para até 16 lugares - e percebeu um crescimento
 
na categoria até o ano passado de 13%. Atualmente 76 aeronaves Legacy
 
voam em 18 países. 
 
Os principais concorrentes dos mini-jatos são os fabricados pelas
 
americanas Cessna e Eclipse, mas os aviõezinhos acabaram ganhando
 
clientes porque são os maiores da categoria, únicos com toalete em
 
lugar adequado e tem maior espaço para a bagagem, o que neste modelo
 
é considerado um fator essencial. 
 
Centros de serviços para jatos executivos 
 
A Embraer vai ampliar a rede de centros de serviços autorizados para
 
seus jatos executivos nos Estados Unidos e Europa. &quot;Até meados de
 
2008, a rede de apoio aos clientes da empresa deverá ter sete centros
 
de serviço próprios e 38 autorizados em todas as regiões do
 
mundo&quot;, afirma a fabricante de aviões em comunicado. 
 
Em sua avaliação para escolha de novos centros, a companhia levou em
 
conta fatores como localização, infra-estrutura, capacitação,
 
flexibilidade e experiência na prestação de serviços. Os centros
 
devem fornecer serviços completos para aeronaves, inclusive
 
inspeções de rotina, manutenção e reparos programados e
 
não-programados de estrutura, motor e outros sistemas, assistência
 
24 horas, serviços de emergência e fornecimento de peças
 
consumíveis e reparáveis.  Fonte: O Estado de S.Paulo  
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Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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                 ]]> </description>
</item>

<item>
 <title>Noticias -  5ª Feira/Jueves - 19 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/219</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/219/</guid>
 <pubDate>Thu, 19 Oct 2006 09:14:17 -0200</pubDate>
 <author>"Antonio Carlos" &lt;acastro@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org   
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Brasil nunca teve tanto prestígio, diz Amorim 
 
Fernando Exman 
 
Brasília - Chanceler faz balanço dos quatro anos de governo Lula no
 
cenário internacional. 
 
&quot;O presidente Lula conhece os temas de política externa. Os outros
 
não têm sido muito felizes quando buscam criticar&quot; 
 
Amante do cinema, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim,
 
recorre ao boxe para ilustrar o que considera sucesso da política
 
externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva, criticada pelo candidato
 
do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin. Antes da gestão petista,
 
diz o chanceler, comentava-se no exterior que o Brasil - mesmo tendo
 
capacidade de competir nas categorias destinadas aos pugilistas de maior
 
peso - disputava as divisões mais baixas. 
 
Agora, acrescenta Amorim, o Brasil é convidado para participar das
 
reuniões do G8, o grupo dos sete países democráticos mais ricos do
 
mundo e a Rússia, e tem um presidente que desempenha papel de
 
protagonista nas negociações comerciais multilaterais. 
 
Em entrevista exclusiva à Gazeta Mercantil, Amorim rebate com ironia a
 
acusação de que a atuação do Itamaraty não foi pautada pelo
 
pragmatismo durante o governo Lula. &quot;Diga para os empresários que
 
estão ganhando dinheiro na China, Índia, Rússia ou África do Sul
 
devolverem o dinheiro porque ele é ideológico&quot;, provoca Amorim.
 
&quot;Não vivemos mais na Guerra Fria&quot;, acrescenta. 
 
A seguir os principais trechos da conversa, na qual Amorim se coloca à
 
disposição de Lula caso o presidente seja reeleito e nega que o
 
País tenha sido derrotado, por exemplo, ao não conseguir o status de
 
integrante permanente do Conselho de Segurança da Organização das
 
Nações Unidas (ONU). 
 
Gazeta Mercantil - Qual a opinião do senhor sobre as propostas dos
 
candidatos à Presidência para a política externa? 
 
Celso Amorim - O presidente Lula está muito bem preparado porque
 
conhece os temas de política externa. Os outros não têm sido muito
 
felizes quando buscam criticar. Não vou citar nomes. Outro dia li um
 
artigo que dizia que nossa política é ideológica e não é
 
pragmática, mas tudo o que ele (Geraldo Alckmin) dizia (que faria se
 
eleito) a gente está fazendo, só que melhor. 
 
Gazeta Mercantil - O debate é pobre? 
 
C.A. - A oposição não vê flancos para criticar. Quiseram citar o
 
caso da Bolívia para dizer que o Brasil deveria ter sido mais duro. Na
 
base do diálogo, o Brasil tem sido firme na defesa de seus interesses.
 
É diferente de ser arrogante, colocar tropas na fronteira. 
 
Gazeta Mercantil - Qual o saldo da política externa brasileira na
 
gestão Lula? 
 
C.A. - Muitas coisas que estavam no programa de governo do presidente
 
Lula ocorreram. Houve o fortalecimento do Mercosul e a inclusão da
 
Venezuela no bloco. Construímos a Comunidade Sul-Americana de
 
Nações. Aconteceu a integração com a África, países árabes
 
e outros grandes países em desenvolvimento. Essa integração não
 
ocorre só em termos formais, mas em termos materiais. Houve aumentos
 
espetaculares no comércio. As pessoas esquecem de dizer que o
 
comércio aumentou mais onde colocamos ênfase na política externa.
 
Não alcançamos todas as metas, como a ampliação do Conselho de
 
Segurança da ONU e a conclusão da Rodada Doha da Organização
 
Mundial do Comércio (OMC). Mas estas questões não dependem só de
 
nós. E, mesmo nestes casos, caminhamos na direção certa. 
 
Gazeta Mercantil - A oposição e parte do empresariado consideraram
 
um erro a inclusão da Venezuela no Mercosul. 
 
C.A. - A vida é complicada, dinâmica e sempre produz problemas
 
novos. Estamos enfrentando os problemas num patamar mais elevado de
 
integração com nossos vizinhos, com maiores benefícios
 
econômicos. 
 
Gazeta Mercantil - Quais benefícios econômicos? 
 
C.A. - A América Latina é hoje o maior parceiro comercial do Brasil.
 
Só a América do Sul já é maior do que os Estados Unidos, sendo
 
que o comércio com os EUA está batendo recordes. Não estamos
 
falando de uma situação de diminuição do comércio com os
 
norte-americanos. 
 
Gazeta Mercantil - O Brasil tentou conquistar uma cadeira permanente no
 
Conselho de Segurança da ONU, além das diretorias gerais da OMC e do
 
Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Houve falta de foco na
 
política externa brasileira? 
 
C.A. - - Não. Acho que querer ao mesmo tempo a diretoria da OMC e do
 
BID foi provavelmente algo demais. Mas o caso da OMC não afetou em
 
nada o prestígio do Brasil. Pelo contrário. Fortaleceu. Durante o
 
processo de candidatura, nossa mensagem foi transmitida. Ulysses
 
Guimarães também não se elegeu (à Presidência da República,
 
em 1989), mas contribuiu para a democracia do Brasil. Não vou dizer
 
que o Brasil nunca teve prestígio, mas nunca foi tão alto. 
 
Gazeta Mercantil - E a meta do Brasil de virar membro permanente do
 
Conselho de Segurança da ONU? 
 
C.A. - A questão do Conselho de Segurança não pode ser misturada
 
com os outros temas. Trata-se de uma reforma da ONU, e não de uma
 
candidatura do Brasil. O Brasil não perdeu nenhuma candidatura. A
 
discussão sobre a reforma está no centro dos acontecimentos. Se vai
 
ocorrer em um ou dois anos, não sei. Durante quanto tempo tivemos de
 
lutar aqui para ter democracia e estabelecer a Constituinte? Essas
 
coisas não ocorrem tão rapidamente. 
 
Gazeta Mercantil - A diplomacia brasileira foi derrotada nesses temas? 
 
C.A. - Não. No episódio da candidatura da OMC, a extensão dos
 
contatos que fomos obrigados a fazer fortaleceu o G20. O grupo, que
 
tinha ficado reduzido a 13 membros depois da reunião de Cancun por
 
causa das pressões, hoje tem 23 países. A gente nem quer mais. Claro
 
que se alguém se apresentar tudo bem, mas não fazemos mais
 
proselitismo. Está bem do jeito que está. 
 
Gazeta Mercantil - Já é possível ter a dimensão da importância
 
histórica do G20? 
 
C.A. - A decisão de fazer o G-20 foi um lance muito ousado. Hoje
 
parece fácil e até óbvio. Na época, não era. O G20 é uma
 
conjugação de países em desenvolvimento que atua de maneira não
 
confrontacionista, mas propositiva. Não é mais o presidente Lula que
 
diz que o G20 mudou a geografia comercial do mundo. São os livros de
 
geografia da França. Todo mundo reconhece que o Brasil tomou a
 
liderança e assumiu os riscos do G20. Diria sem falsa modéstia que o
 
Brasil mudou a dinâmica das negociações da OMC. Não foi o Brasil
 
sozinho. Mas o Brasil lidera o G20 e é procurado - e diria que quase
 
que cortejado - por EUA, União Européia e Japão, entre outros
 
países. 
 
Gazeta Mercantil - Os críticos dizem que a política externa do
 
governo Lula é ideológica. 
 
C.A. - Diz para os empresários que estão ganhando dinheiro na China,
 
Índia, Rússia ou África do Sul devolverem o dinheiro porque ele
 
é ideológico (risos). O que tem de ideológico? Não vivemos mais
 
na Guerra Fria. A Índia tem um acordo na área de energia nuclear com
 
os EUA, e a África do Sul é citada como exemplo de transição
 
para a democracia. Lamento muito dizer, mas ideológicos são esses
 
críticos que não conseguem ver além de paradigmas. 
 
Gazeta Mercantil - Que paradigmas? 
 
C.A. - Eles são presos aos paradigmas de que o Brasil sempre foi um
 
país dependente e tem que continuar a ser. Que o Brasil precisa pedir
 
licença para fazer as coisas. Esses paradigmas dizem que o Brasil
 
não pode olhar para a Índia ou para a África do Sul sem passar
 
antes por EUA ou Europa. 
 
Gazeta Mercantil - O senhor permanecerá no cargo em eventual segundo
 
mandato do presidente Lula? 
 
C.A. - O presidente Lula representa um projeto muito importante para o
 
Brasil, com o qual sempre me identifiquei. É um projeto de
 
desenvolvimento nacional independente. Essa independência não é
 
contraditória à interdependência. Significa aumentar a capacidade
 
de tomar decisões autônomas levando em conta o que se passa no
 
mundo, com inclusão social ao mesmo tempo. Se o presidente me pedir
 
alguma missão que eu possa ajudar nesse projeto, provavelmente
 
continuarei. 
 
Gazeta Mercantil - O Brasil está na presidência do Mercosul neste
 
semestre. O que foi feito de fato neste período? 
 
C.A. - Como o Mercosul tem uma reunião a cada seis meses, não se
 
pode esperar que de seis em seis meses ocorra alguma coisa espetacular.
 
Se a gente tiver a expectativa, vai gerar frustrações e erros. Não
 
se pode pensar que o Mercosul vai ficar jogando foguetes ao ar a cada
 
seis meses. 
 
Gazeta Mercantil - Mas o que foi feito? 
 
C.A. - Conseguimos ter uma conversa muito positiva com Uruguai e
 
Paraguai. Estamos tratando os problemas das assimetrias dentro do
 
Mercosul sem que isso implique rupturas. A temperatura das queixas
 
diminuiu muito. A Venezuela está se incorporando, e o Fundo para a
 
Convergência Estrutural e Fortalecimento das Instituições do
 
Mercosul está sendo operacionalizado. Por fim, as negociações com
 
os países do Conselho do Golfo também são importantíssimas. Pela
 
primeira vez, estamos vendo algo concreto e real chegar ao Mercosul. 
 
Gazeta Mercantil - Quais as ações voltadas aos países menores do
 
Mercosul? 
 
C.A. - Estamos estudando – e provavelmente adotaremos – medidas que
 
facilitem desde já o fim da dupla cobrança da Tarifa Externa Comum
 
(TEC) para facilitar o comércio. Se necessário, começaremos
 
unilateralmente com os países menores. Mas o bloco é feito também
 
das relações bilaterais dos países. Fui recentemente numa missão
 
ao Uruguai em que levamos diversas instituições, inclusive privadas,
 
para estudar como podemos contribuir efetivamente para o rompimento dos
 
gargalos normativos, burocráticos e de financiamento. Queremos fazer
 
algo semelhante com o Paraguai. 
 
Gazeta Mercantil - Como andam as conversas informais para que a Rodada
 
Doha seja retomada? 
 
C.A. - Por causa do momento político aqui, nos EUA e em outros
 
lugares, estamos num momento que recomenda que tudo seja um pouquinho na
 
surdina. Uma semana atrás falei com o Peter Mandelson (comissário
 
europeu), por iniciativa dele. Acredito que depois da eleição
 
parlamentar americana, no fim de novembro ou início de dezembro, possa
 
ocorrer algo de mais peso e consistência. Acredito que seja muito
 
difícil para a negociadora norte-americana, Susan Schwab, assumir um
 
compromisso neste momento. 
 
Gazeta Mercantil - Quais as perspectivas para o reinício das
 
negociações? 
 
C.A. - Não sei quando ou de que maneira ocorrerá a retomada. Não
 
tenho bola de cristal. Mas tenho confiança de que a rodada irá
 
adiante. Todos querem e vêem que é necessário fazer movimentos.
 
É diferente de situações anteriores. 
 
Gazeta Mercantil - Como são dentro do governo – entre Itamaraty,
 
Palácio do Planalto e Ministério de Minas e Energia – as
 
discussões sobre o papel que a Petrobras deve ter nas negociações
 
com a Bolívia sobre a questão do gás natural? 
 
C.A. - A gente tem que buscar um equilíbrio. A Petrobras desempenha a
 
política energética do governo e, ao mesmo tempo, é uma empresa.
 
Nem sempre é muito fácil equilibrar, mas o diálogo é bom e tem
 
sido positivo porque introduz uma boa dose de pragmatismo na
 
discussão. Não pode ser uma discussão puramente política ou
 
técnica. O diâmetro do gasoduto e o preço do gás são
 
questões técnicas. Mas o conjunto da relação é político. Em
 
resumo, temos que criar um bom ambiente político para que haja uma boa
 
negociação técnica. E isso tem ocorrido bem. 
 
Gazeta Mercantil - A proximidade do fim do prazo imposto pela Bolívia
 
para as negociações pode atrapalhar um entendimento? 
 
C.A. - Não vou fazer agora uma previsão sobre isso. É um assunto
 
delicado tanto lá quanto cá. Há canais abertos de negociação.
 
O problema do prazo é que os temas são complexos e exigem um pouco
 
de tempo. Se houver bom senso, a gente conseguirá resolver. 
 
Gazeta Mercantil - No início do mandato, o presidente Lula era
 
considerado o principal líder da região. Nos últimos anos, no
 
entanto, alguns analistas apontam o crescimento da influência do
 
presidente venezuelano, Hugo Chávez. 
 
C.A. - Não estamos em competição por liderança. O presidente
 
Lula representa para o mundo - não só para a região - um caminho
 
de uma liderança reformista, democrática, moderada e de diálogo
 
que tem muita atração. Não cabe a minha pessoa fazer um juízo de
 
valor sobre as posições e o comportamento do presidente Chávez,
 
que foi eleito e confirmado pelo povo venezuelano. 
 
Gazeta Mercantil - O Brasil condenou o teste nuclear realizado pela
 
Coréia do Norte. Qual pode ser o efeito sobre o país dessa crise? 
 
C.A. - Nada que ocorre no mundo nos é estranho. Temos a convicção
 
de que não se combaterá efetivamente e eficazmente a
 
proliferação nuclear se não houver passos efetivos para o
 
desarmamento nuclear total. O Brasil já tem escrito na sua
 
Constituição que não quer ter arma nuclear.  Fonte: Gazeta
 
Mercantil  
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Programa de Lula anuncia pólos de microeletrônica em 5 Estados 
 
PATRÍCIA ZIMMERMANN 
 
da Folha Online, em Brasília 
 
A TV digital vai criar pólos de desenvolvimento da microeletrônica e
 
semicondutores em cinco Estados (Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro,
 
São Paulo e Rio Grande do Sul), e manterá seu &quot;primeiro núcleo&quot; na
 
Zona Franca de Manaus (AM). 
 
O anúncio desses pólos, que fazem parte dos desdobramentos da
 
escolha do sistema de TV digital, no entanto, não foi feito pelo
 
governo, mas durante o programa eleitoral do presidente Luiz Inácio
 
Lula da Silva, candidato à reeleição, veiculado ontem à noite. 
 
Até agora, o governo havia falado oficialmente somente no potencial de
 
Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, que possuem projetos de
 
desenvolvimento tecnológico voltados para a TV digital, além da Zona
 
Franca de Manaus, onde de várias indústrias já produzem
 
equipamentos digitais. 
 
Ao comentar o anúncio feito da campanha eleitoral, o ministro das
 
Comunicações, Hélio Costa, disse hoje que haverá uma
 
&quot;distribuição nacional&quot; de tudo o que estiver relacionado à TV
 
digital, mas fez questão de destacar que os Estados citados no
 
programa de Lula na TV têm condições técnicas de abrigar
 
investimentos nesse setor, que é intensivo em tecnologia. 
 
&quot;Ele [o programa eleitoral] deu a entender é que existem alguns
 
Estados que estão sim bem à frente no posicionamento tecnológico
 
para receber qualquer unidade da TV digital. Agora, não quer dizer que
 
outros Estados não possam se candidatar ainda&quot;, afirmou o ministro. 
 
Questionado se o anúncio sobre a localização dos pólos de
 
microeletrônica não deveria ter sido feito pelo governo, e não em
 
peça da campanha eleitoral, o ministro afirmou que o programa
 
veiculado na TV tentou &quot;mostrar que o governo está trabalhando no
 
setor, que o governo tem proposta para o setor e que está caminhando
 
para uma decisão&quot;. 
 
Segundo ele, o programa eleitoral tem o direito de apresentar o trabalho
 
do governo, e que além de fazer propaganda do candidato deve fazer
 
também propaganda de seu programa de governo. 
 
Costa reconheceu que o Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul,
 
São Paulo, Bahia e o Pólo Industrial de Manaus &quot;estão muito
 
adiantados nesse procedimento&quot;, e lembrou que há em Minas um projeto
 
de fabricação de semicondutores financiado pelo BNDES, que no Rio
 
Grande do Sul, também estão avançados os trabalhos do Ceitec
 
(Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada) no
 
desenho de chips para a TV, e que a Bahia possui um pólo industrial
 
importante. 
 
Hélio Costa admitiu, no entanto, que a medida provisória que
 
deverá incentivar a produção de semicondutores no país ainda
 
não está pronta, e só deverá ser editada após as eleições.
 
&quot;A decisão final cabe ao presidente da República&quot;, completou. 
 
Ele explicou que a indústria de microeletrônica pressupõe a
 
produção de uma série de componentes, que poderão ser fabricados
 
em diferentes locais. 
 
Ministro diz que exclusividade para fabricar conversor da TV digital é
 
&quot;ganância&quot; 
 
PATRÍCIA ZIMMERMANN 
 
da Folha Online, em Brasília 
 
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, criticou hoje o que
 
considerou &quot;ganância&quot; na disputa pela fabricação de conversores da
 
TV digital (aparelhos que permitirão receber nos aparelhos de TV
 
analógica, os sinais digitais). 
 
Essa disputa acontece dentro do próprio governo e entre Estados que
 
pretendem produzir os equipamentos e a Zona Franca de Manaus. 
 
&quot;Esse aparelhinho tem provocado tanta ganância de gente que acha que
 
pode resolver o problema com exclusividade&quot;, disse Costa, sem mencionar
 
diretamente os defensores de incentivos para a produção desses
 
equipamentos somente na Zona Franca de Manaus. 
 
A declaração do ministro foi feita durante apresentação sobre a
 
TV digital aos funcionários do Ministério das Comunicações na
 
tarde de hoje. 
 
No Senado, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), ocupou a tribuna
 
hoje para criticar o governo e uma suposta minuta de medida provisória
 
que estaria sendo preparada contrariando os interesses do setor
 
eletroeletrônico do pólo industrial de Manaus (AM). 
 
&quot;[O presidente] só está esperando passar a eleição para assinar
 
o ato que levará para outros pontos do território nacional a
 
produção dos futuros televisores digitais, deixando em Manaus enorme
 
contingente de desempregados&quot;, acusou o senador, com base em uma cópia
 
da minuta de medida provisória, que teria, segundo ele, sido
 
encaminhada pelo Ministério do Desenvolvimento à Casa Civil. 
 
Ao comentar as declarações do senador, o ministro Hélio Costa, que
 
defende a produção de conversores também fora da Zona Franca,
 
negou qualquer prejuízo para Manaus na MP que está sendo elaborada
 
pelo governo com incentivos à indústria de microeletrônica e de
 
semicondutores (chip). 
 
&quot;O governo tem tido o cuidado de dizer insistentemente que Manaus não
 
perderá rigorosamente nada da implantação da TV digital&quot;, disse o
 
ministro, que considerou &quot;lamentável&quot; que o assunto tenha sido usado
 
como instrumento de disputa política. 
 
Segundo Costa, a idéia do governo é produzir os equipamentos para a
 
TV digital &quot;utilizando o melhor de cada região&quot;, seja na Zona Franca,
 
seja em outros Estados. &quot;Ninguém vai perder, principalmente um pólo
 
como Manaus. Agora, o Brasil inteiro não pode ficar refém de uma
 
situação&quot;, completou o ministro. 
 
De acordo com a minuta obtida pelo senador, os incentivos propostos pelo
 
governo na medida provisória são &quot;incontáveis vezes maiores&quot; que
 
aqueles destinados à Zona Franca de Manaus 
 
Segundo o senador tucano, a MP trata de incentivos fiscais &quot;generosos&quot;
 
para a constituição no país de um pólo industrial de componentes
 
e semicondutores e para a proteção da propriedade intelectual das
 
topografias de circuitos integrados; um pólo industrial de produtos e
 
equipamentos de TV Digital; e um pólo industrial de software e do
 
setor de serviços de tecnologia da informação.Fonte: Folha Online  
 
 
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Gerdau vai pagar US$ 104 mi por joint venture com Pacific Coast Steel 
 
A companhia avalia que a operação deverá ser concluída no quarto
 
trimestre de 2006 
 
Daniela Milanese 
 
SÃO PAULO - A Gerdau anunciou que irá formar uma joint venture com a
 
Pacific Coast Steel Inc (PCS) e a Bay Area Reinforcing (BAR), de San
 
Diego, na Califórnia. A subsidiária da empresa nos Estados Unidos, a
 
Gerdau Ameristeel, vai comprar uma participação acionária na
 
Pacific Coast Steel, nome da joint venture, por US$ 104 milhões.
 
Além disso, irá assumir &quot;alguns&quot; passivos de longo prazo - os
 
valores não foram revelados no comunicado divulgado nesta
 
quarta-feira. 
 
A companhia avalia que a operação deverá ser concluída no quarto
 
trimestre de 2006, pois depende da aprovação das autoridades
 
reguladoras do mercado de antitruste dos Estados Unidos. &quot;A Gerdau
 
Ameristeel tem recursos suficientes para pagar esta transação, a
 
qual deverá incluir cláusulas de compra e venda a partir do 5º ano
 
dessa sociedade&quot;, diz a nota da empresa. 
 
Segundo a Gerdau, a PCS e a BAR, de mesma propriedade, &quot;estão entre as
 
maiores fornecedoras de aço cortado e dobrado dos Estados Unidos&quot;, com
 
atuação em diversos projetos de construção na Califórnia e
 
Nevada. As empresas possuem capacidade instalada de mais de 200 mil
 
toneladas por ano. Fonte: O Estado de S.Paulo  
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Cresce disputa de mercado e preço de PCs cai mais 17% 
 
André Borges e Claudia Facchini 
 
A disputa pelo mercado de computadores, que vem reduzindo
 
substancialmente o preço do produto, entrou numa nova fase, com
 
competidores brasileiros e gigantes multinacionais tentando atrair o
 
consumidor de baixa renda. 
 
Para sair na frente nesta corrida pelo &quot;novo mercado&quot;, os principais
 
fabricantes do setor estão mexendo profundamente com suas
 
estratégias de negócios, seja em busca de tecnologias mais baratas
 
ou estratégias de distribuição. 
 
O computador nunca esteve tão acessível quanto hoje para o
 
consumidor brasileiro. Beneficiado pela isenção de impostos como PIS
 
e Cofins, além da estabilidade do dólar, o equipamento registrou
 
queda de preços de 17% nos últimos 12 meses, o que tem reduzido a
 
ilegalidade no setor e permitido que o micro comece a freqüentar as
 
listas de compras das classes C e D. 
 
A Amazon PC, fabricante da Zona Franca de Manaus, vai colocar no mercado
 
um computador de R$ 599, resultado de uma parceria fechada com a Via
 
Technologies, de Taiwan. &quot;Até hoje o desejo dos fabricantes era ter
 
uma máquina a R$ 999. O mercado chegou a isso, só que não é o
 
suficiente&quot;, diz o diretor da Amazon PC, Carlos Diniz. 
 
A disputa no setor, porém, está longe de se basear apenas em
 
preço. No momento, são as redes de varejo que concentram a maior
 
parte das negociações. A chinesa Lenovo, que até hoje só vendia
 
máquinas por telefone, internet ou canais empresariais, acaba de
 
fechar acordo para colocar seus computadores nas prateleiras das lojas
 
Ponto Frio. A Dell, que há três meses experimentou a montagem de um
 
quiosque em um shopping de São Paulo, prepara-se para expandir a
 
iniciativa para outros shoppings. 
 
Veterana no varejo e novata na informática, a CCE é mais uma que
 
aposta no setor. Sua produção de PCs, iniciada em fevereiro com 3
 
mil unidades, já atinge 35 mil máquinas por mês. Na mira está um
 
mercado que, em 2007, deverá consumir cerca de 8,5 milhões de
 
unidades. Fonte: Valor - Leia Mais  
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LA INDUSTRIA CRECIO 7,6% EN SETIEMBRE 
 
Los autos hacen avanzar la producción fabril 
 
Durante setiembre, al calor de los autos y de los insumos para la
 
construcción, la industria creció 7,6% en relación al mismo mes
 
del año pasado, según informó ayer el INDEC. En la comparación
 
contra agosto, el incremento fue del 1,1%. Y en los primeros nueve meses
 
del año acumula un aumento también del 7,6%. 
 
El informe oficial apunta que la rama automotriz creció 45,2% contra
 
setiembre del 2005, mientras que minerales no metálicos —el rubro
 
que agrupa la producción de cemento, vidrio y otros materiales de
 
construcción— subió 12,8 por ciento. 
 
Con el resultado de setiembre se cumplen 48 meses de crecimiento
 
interanual positivo de la industria. En el Ministerio de Economía
 
señalaron que &quot;la industria ha crecido 64,6% desde su valle, a inicios
 
de 2002, y ya trabaja un 12,2% por sobre su anterior máximo
 
histórico, a mediados de 1998&quot;. 
 
Y aseguraron que &quot;los datos de los sectores relevados, lejos de mostrar
 
una pausa en el crecimiento, muestran una suave tendencia alcista&quot;. 
 
De las 12 ramas que componen el índice, 11 muestran tasas positivas.
 
La única excepción es refinación de petróleo, que bajó 7,2%
 
respecto del mismo mes del 2005, aunque en el acumulado de los primeros
 
9 meses del año subió 6,9 por ciento. 
 
Las automotrices siguen siendo el sector que lidera el buen desempeño
 
de la industria, con un aumento del 29,4% entre enero y setiembre,
 
seguido por minerales no metálicos con 16,9%. Fonte: Clarín  
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As máquinas se encontram no Anhembi 
 
Desde os veículos mais modernos e luxuosos, populares e carros
 
conceito, até a alta tecnologia e performance automotiva. Tudo isso
 
estará presente no Salão Internacional do Automóvel 2006, o maior
 
e mais completo evento da indústria automobilística da América
 
Latina, que vai de hoje ao dia 29, no Pavilhão de Exposições do
 
Anhembi, em São Paulo. 
 
Com o patrocínio da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes
 
de Veículos Automotores), e co-patrocínio da Abeiva (Associação
 
Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) e do
 
Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para
 
Veículos Automotores), o tema do Salão deste ano é &quot;Paixão,
 
Emoção e Evolução&quot;. O slogan retrata a paixão brasileira pelo
 
automóvel, a grande emoção de ver de perto todos os modelos
 
disponíveis no mercado e os futuristas e a evolução tecnológica
 
da indústria automobilística de ponta, através de 155 expositores,
 
em mais de 90 mil m2 de exposição e dezenas de lançamentos
 
inéditos no País. 
 
A grandeza do Salão Internacional do Automóvel não se resume
 
apenas à exposição de veículos, mas também por sua força,
 
capaz de movimentar mais de 56 segmentos como hotelaria, transporte,
 
compras e serviços, gerando mais de 20 mil empregos diretos e
 
indiretos durante os dias de realização. 
 
Segundo informações da São Paulo Turismo, de acordo com cálculos
 
da Organização Mundial do Turismo, o Salão do Automóvel - com
 
mais de 550 mil visitantes em 2004, sendo 20% desses turistas, com os
 
estrangeiros representando cerca de 10% do total de turistas -,
 
movimenta, aproximadamente, R$ 55,5 milhões para a cidade de São
 
Paulo. 
 
Evaristo Nascimento, diretor do evento, resume a expectativa em
 
relação a mais uma edição do Salão. &quot;Em um ano tão especial
 
como esse, quando a indústria automobilística nacional comemora 50
 
anos, a Alcantara Machado, juntamente com a Anfavea e o Sindipeças,
 
quer proporcionar ao público a maior e mais completa exibição de
 
todos os tempos de Salão, uma vez que estamos no auge dos últimos
 
dez anos, com recordes em produção, exportação e consumo
 
interno&quot;, avalia. 
 
Números 
 
Apoiadores oficiais do Salão Internacional do Automóvel, a Anfavea
 
(Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e o
 
Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para
 
Veículos Automotores) colhem resultados positivos no que diz respeito
 
ao mercado interno, que este ano deve atingir sua segunda marca
 
histórica com a produção de automóveis de passeio e comerciais
 
leves prevista em 2,64 milhões de veículos (incluindo as
 
exportações), aumento de 4,5% em relação a 2005 (2,53 milhões
 
de veículos) e mais de 1,84 milhão de unidades licenciadas. 
 
De acordo com o presidente da Anfavea, Rogelio Golfarb, os números
 
confirmam o Brasil como potência mundial, sendo o 9º maior produtor
 
de veículos, com exportações de US$ 11,5 bilhões, expansão de
 
cerca de 3% em relação a 2005 (US$ 11,2 bilhões de
 
exportações). &quot;Somos ainda o 11º maior exportador mundial,
 
produzindo uma ampla gama de produtos de qualidade reconhecida, tanto no
 
mercado interno como nos do exterior. Falando de automóveis, temos
 
alta capacitação para veículos pequenos e compactos, que são
 
característica do mercado interno&quot;, acrescenta Golfarb. 
 
Importadores 
 
De acordo com o presidente da Abeiva (Associação Brasileira das
 
Empresas Importadoras de Veículos Automotores), entidade
 
co-patrocinadora do Salão Internacional do Automóvel, José Luiz
 
Gandini, o evento é o grande momento da entidade. &quot;O segundo semestre
 
do ano é, tradicionalmente, o melhor período de comercialização
 
de automóveis, nacionais ou importados e, nos anos que acontecem o
 
Salão, as associadas à Abeiva tendem a trazer mais lançamentos
 
internacionais. Por conseqüência, as vendas crescem
 
expressivamente&quot;, diz. 
 
A expectativa é de que o mercado de importação de automóveis
 
deva totalizar 6 mil unidades até o final desse ano. Ainda de acordo
 
com a Abeiva, o Salão seria responsável por cerca de três meses de
 
encomendas de carros importados. 
 
Os lançamentos 
 
Uma nova geração de cupês e esportivos está chegando Ousadia,
 
potência e modernidade são conceitos aliados aos novos esportivos e
 
cupês que serão apresentados nessa edição do Salão
 
Internacional do Automóvel. Modelos como o Z4 e o M6 são as apostas
 
da montadora alemã BMW para conquistar o público aficionado por
 
velocidade. O Z4 Coupê foi originado da versão conversível da
 
marca. Já o M6 possui um motor V10, com 507 cavalos de potência,
 
podendo atingir de 0 a 100 km/h em menos de 5 segundos. 
 
A Audi apresenta a nova versão do TT Coupê, que ficou 80 quilos mais
 
leve e ganhou um estilo mais esportivo com uma suspensão 10
 
milímetros mais baixa que suas versões antigas. 
 
O Eos é o lançamento mais esportivo da Volkswagen. O modelo é
 
resultado do carro-conceito Concept C. Seu grande atrativo é poder se
 
transformar de cupê para conversível em apenas 20 segundos, em um
 
processo completamente automático. 
 
O modelo Celta SS é o destaque da Chevrolet para o segmento esportivo.
 
O veículo será lançado na versão 1.4 e sairá da fábrica com
 
acessórios originários do tuning. 
 
Já a Volvo apostou num pequeno porta-malas para o seu cupê-cabriolet
 
C70 Cabrio. Essa diferença em relação aos outros da categoria que
 
têm porta-malas maiores se deve ao teto retrátil que dobra ao ser
 
fechado. 
 
Sonho de consumo do final da década de 1960, o Mustang Shelby GT500 da
 
Ford está de volta numa versão agressiva e moderna. Sendo o modelo
 
mais potente da montadora norte-americana, tem como marca registrada,
 
além do motor V8 5.4, são as listras paralelas que o cruzam de ponta
 
a ponta. 
 
Um motor V8 4.2 de 300 cavalos é o grande destaque do XK Jaguar.
 
Eleito o carro do ano na Inglaterra, esse esportivo vai de 0 a 100 km/h
 
em 6,2 segundos. Contrariando os cupês que viram conversíveis, o
 
modelo era um conversível que virou cupê. 
 
A Peugeot concebeu em seu centro de design, na França, o 407 Coupé.
 
O modelo consagrou-se como um esportivo contemporâneo, que traz um
 
amplo conjunto tecnológico e o estilo moderno e ousado das versões
 
Sedan e SW. Equipado com propulsor a gasolina de 210 cavalos de
 
potência, o Coupé possui uma estrutura especialmente desenvolvida
 
para atender às particularidades dinâmicas. 
 
Outra francesa que investiu nos esportivos foi a Renault, que apresenta
 
o novo Mégane Cabrio. Conversível diferenciado que, no lugar do
 
teto, possui uma placa vidro de 4 milímetros de espessura, permitindo
 
que o modelo seja uma espécie de &quot;conversível permanente&quot; mesmo com
 
o teto fechado. 
 
A Mitsubishi apresenta, pela primeira vez no País, o modelo Eclipse,
 
com motor V6, com novo design e tração integral. 
 
Em se tratando de modelos esportivos, uma das mais tradicionais marcas
 
da indústria automobilística, a Ferrari, não deixou por menos e
 
trouxe dois modelos: a Ferrari Enzo F599 e a F430. A primeira é uma
 
série limitada, sendo a mais cara dos modelos da montadora italiana
 
que está no mercado. 
 
Cerca de 1 segundo mais rápida que o modelo F40. O outro modelo, a
 
F430, é, economicamente, o mais acessível das Ferraris. Suas
 
vantagens estão nas mudanças de programação da suspensão
 
eletrônica, injeção e controle de tração. 
 
Para completar a lista de alta velocidade, os modelos da Porsche não
 
poderiam ficar de fora. Para essa edição do Salão Internacional do
 
Automóvel, os destaques da marca são o Cayman e o Carrera GT.
 
Lançado em 2005, o Cayman passa a ter duas versões a partir do ano
 
que vem. O Cayman S, lançado em 2005, com motor de 3,4 litros, e o
 
novo Cayman, com motor de 2,7 litros. Já o Carrera GT, nunca exposto
 
no País, possui 612 cavalos, sendo o mais potente já produzido pela
 
montadora. 
 
O futuro em exposição 
 
Os carros-conceito são os primeiros passos das montadoras rumo aos
 
novos modelos que estarão nas ruas num futuro próximo. Exibi-los
 
durante o Salão do Automóvel é uma grande oportunidade para
 
enxergar a aceitação ou não do público em relação às
 
novidades empregadas nesses novos veículos. 
 
O Fluence, da Renault, foi exibido pela primeira vez em 2004, na Europa.
 
O modelo será exibido pela primeira vez no Hemisfério Sul durante o
 
Salão. 
 
A Peugeot apresenta como carro-conceito o 20Cup. Trata-se de um
 
triciclo-conceito que a montadora francesa desenvolve para disputar
 
provas no tradicional circuito de Le Mans. Com aproximadamente meia
 
tonelada, possui motor 1.6 com injeção de gasolina e 240 mkgf de
 
torque. 
 
Outro protótipo que será apresentado no Salão é o Fine-T, da
 
Toyota. O diferencial desse veículo é seu motor, que converte
 
hidrogênio em eletricidade. Quatro câmeras de vídeo mostram toda
 
sua parte externa, o que facilita manobrá-lo. A Ford apresenta a
 
minivan Fairlane e o crossover Edge, ambos com motor V6. 
 
Para todos os gostos 
 
Em se tratando de praticidade, conforto, potência e elegância, as
 
minivans, sedans e utilitários presentes no Salão preenchem todos
 
esses requisitos. 
 
A começar pelo novo Prisma, da Chevrolet. Da mesma família do
 
Classic, Corsa Sedan, Astra Sedan, Vectra e do Omega, completa uma
 
grande prole de veículos da montadora nesse modelo. 
 
A Citroën apresenta a nova minivan Picasso C4, que chega ao mercado
 
nacional logo após o Salão do Automóvel. Trazido da França, o
 
modelo possui sete lugares, um a mais que o Xsara Picasso nacional. 
 
A Nissan destaca um modelo que alia a robustez de um utilitário com o
 
conforto do sedã esportivo: trata-se do Murano. O design futurista
 
apresenta linhas inovadoras e arrojadas, fazendo dele um dos modelos de
 
maior sucesso da marca em todo o mundo. 
 
Nos sedãs de luxo, destaque para o Audi S8, que acelera de 0 a 100
 
km/h em apenas 5,1 segundos e os passageiros ainda ouvem música por
 
meio de um avançado sistema de som dinamarquês com 14 alto-falantes
 
e dois amplificadores de mais de 1000 watts de potência. 
 
A Peugeot colocou alguns adereços no seu modelo 206 e o transformou no
 
206 SW Escapade. Com suspensão mais firme e pneus de uso misto (os
 
Pirelli Scorpion, que equipam o Idea Adventure), o modelo mantém o
 
motor flex 1.6 e tração dianteira do 206 convencional. 
 
Os off-roads mais vistos na cidade, como o Idea Adventure, da Fiat, e o
 
Eco Sport, da Ford, ganharam um estepe externo e um câmbio
 
automático, respectivamente. O primeiro investiu ainda mais na idéia
 
de aventura, enquanto o segundo quis trazer mais conforto para a
 
aventura. 
 
A Alfa Romeo trouxe o 159, sedã de luxo sucessor do 156. O grande
 
destaque do modelo é o extremo conforto e sua fácil digiribilidade. 
 
Alternativas para abastecer 
 
A criação de modelos movidos a combustíveis alternativos é algo
 
que se tornou pensamento corrente entre todas as montadoras. Nessa
 
edição do Salão, o público poderá conferir qual será
 
também o futuro em combustíveis alternativos. 
 
Álcool, gasolina, GNV e gasolina pura (um tipo de gasolina sem
 
adição de álcool, como no Brasil, que é comercializada no
 
Mercosul) são as formas de abastecer o novo Siena Tetrafuel, da Fiat.
 
A montadora ainda apresenta o Palio movido por meio de energia
 
elétrica. No lugar do estepe, baterias que podem ser recarregadas
 
diretamente numa tomada. 
 
Serviço 
 
24º Salão Internacional do Automóvel 
 
Data: de 19 a 29 de outubro 
 
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Avenida Olavo Fontoura,
 
1209 - Parque Anhembi - São Paulo - SP. 
 
Horário: de 19/10 a 28/10, das 13h às 22h (com entrada permitida
 
até às 21h); dia 29/10, das 11h às 19h (com 
 
entrada permitida até às 17h). 
 
Ingressos: R$ 25 para maiores de 12 até 64 anos. R$ 15 para crianças
 
de 5 a 12 anos. Maiores de 65 anos e menores de 5 anos não pagam. 
 
Informações: 3291-9111 / 6283-5011          Fonte: Tribuna da
 
Imprensa  
-------------------------------------------------------------------------
------- 
 
 
Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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------- 
 
 
 
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                 ]]> </description>
</item>

<item>
 <title>Noticias -  4ª Feira/Miercoles - 18 de Outubro de 2006</title>
 <link>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/rsg/218</link>
 <description/>
 <guid>http://www.egrupos.net/grupo/sindlab/archivo/msg/218/</guid>
 <pubDate>Wed, 18 Oct 2006 08:15:20 -0200</pubDate>
 <author>"Antonio Carlos" &lt;acastro@sindicatomercosul.com.br&gt;</author>
 <description><![CDATA[
Mais noticias em : http://www.sindlab.org 
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Montadoras investem R$ 10 bilhões no País 
 
São Paulo, 18 de Outubro de 2006 - Este é o total previsto por sete
 
fabricantes; a Volks anunciou ontem R$ 2,5 bi em 5 anos. O crescimento
 
do mercado brasileiro de automóveis estimulou as montadoras a investir
 
em novos produtos e nas fábricas. Para os próximos anos, a começar
 
de 2007, estão previstos aportes superiores a R$ 10 bilhões,
 
montante já anunciado por sete das 11 fabricantes de carros instaladas
 
no País.  
 
A Volkswagen, terceira colocada em vendas, depois de interromper um
 
ciclo de investimentos que terminou em 2002, anunciou ontem a retomada
 
dos aportes em produtos. Uma soma de R$ 2,5 bilhões será aplicada
 
até 2011, disse o presidente Hans-Christian Maergner, que deixa o
 
cargo no próximo ano para Thomas Schmall, como antecipou este jornal.  
 
A General Motors, vice-líder do mercado, por sua vez, pretende
 
investir R$ 3,2 bilhões até 2010. Deste total, R$ 1,2 bilhão
 
será aportado em 2007 e 2008. Os demais R$ 2 bilhões, para os dois
 
anos seguintes, serão negociados com a matriz. &quot;Até 2008 já temos
 
os recursos necessários. Agora tenho a missão de convencer a matriz
 
de que é melhor investir aqui do que em outro lugar do mundo&quot;, disse o
 
presidente da montadora, Ray Young.  
 
A líder Fiat não quer largar o pódio. Para isso tem programados
 
investimentos de R$ 3 bilhões até 2009. Para ganhar
 
participação, as novatas no mercado também anunciam novo ciclo de
 
investimentos. A Renault e a Nissan vão aplicar acima de R$ 1 bilhão
 
na região do Mercosul até 2009. Fonte: Gazeta Mercantil  
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GM estuda investimento de R$ 1 bilhão  
 
Lana Pinheiro 
 
Do Diário do Grande ABC 
 
Fechando o ciclo das quatro grandes montadoras do país a apresentarem
 
seus planos para o futuro durante a abertura do Salão Internacional do
 
Automóvel em São Paulo, Ray Young, presidente da General Motors do
 
Brasil, anunciou que investirá US$ 100 milhões no Brasil em 2007,
 
parte a ser absorvida pelo Centro Tecnológico instalado em São
 
Caetano, e parte pelo Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP). 
 
Em paralelo, o executivo trabalha em uma proposta para renovação do
 
portfólio da companhia para o biênio 2009/10 ao custo de R$ 1
 
bilhão. Essa proposta ainda será apresentada e avalizada pela
 
matriz, e está fora do investimento médio de R$ 500 milhões
 
mantido pela subsidiária brasileira nos últimos anos. 
 
Empolgação – Young está visivelmente empolgado com o Brasil. As
 
vendas da General Motors devem crescer 10% sobre o ano passado, para 400
 
mil unidades, e a empresa deve fechar o ano no lucro, interrompendo
 
ciclo de sete anos de perdas sucessivas. 
 
Para os próximos dois anos, Young mantém um otimismo cauteloso
 
prevendo lançar &quot;mais de 10 modelos, com 50% correspondendo a
 
reestilizações e 50% em novos modelos&quot;. 
 
Sobre o mercado total, prevê vendas de 1,8 a 1,95 milhão de unidades
 
no ano que vem. &quot;Se a economia esfriar, situação bastante possível
 
com a difícil situação imobiliária dos Estados Unidos, o mercado
 
ficará estável. Mas se o mundo continuar a crescer 4%, chegaremos a
 
1,95 milhão de veículos&quot;, aposta. 
 
Crescer – Independentemente da economia global, a General Motors deve
 
crescer no país à custa de reduções de gastos e, sobretudo, de
 
novos produtos. Dentre as novidades possíveis para o mercado
 
doméstico está o Prisma Y. Carro conceito com jeito de off road
 
desenvolvido sobre a mesma plataforma do recém lançado sedã
 
Prisma. 
 
O modelo está em exposição no estande da montadora no Salão.
 
&quot;Vamos fazer uma pesquisa para medir a aceitação do público&quot;,
 
explica o presidente da companhia, esquivando-se de dar maiores detalhes
 
sobre o produto desenvolvido pela engenharia brasileira. 
 
Se aceito pelo consumidor, o Prisma Y precisará de mais dois anos para
 
chegar ao mercado, mesmo tempo que a empresa tem para aumentar seu
 
quadro de engenheiros de 660 profissionais para 1,2 mil e o de designers
 
de 160 a 300. 
 
&quot;Essas contratações e o investimento em São Caetano fazem parte
 
dos planos das operações brasileiras de dar suporte em engenharia e
 
design para a corporação&quot;, explica Young, que há cerca de três
 
meses anunciou que o Brasil havia se tornado centro mundial de
 
desenvolvimento de picapes para o grupo GMC. 
 
Exportação – Se no mercado interno Young não tem do que
 
reclamar, em exportação a situação continua crítica. Com o
 
dólar desvalorizado, os embarques da montadora devem cair 20% neste
 
ano, ante as 210 mil unidades embarcadas no ano passado. Para 2007, os
 
volumes devem cair outros 10%. Na mão contrária, a General Motors
 
também se beneficia do câmbio atual.  Fonte: Diário do Grande ABC  
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Gerdau estuda compra de siderúrgica na Colômbia 
 
Valor Online 
 
SÃO PAULO - O grupo Gerdau informou hoje que está estudando a
 
possibilidade de comprar 43% das ações da siderúrgica colombiana
 
Acerías Paz del Río, localizada em Belencito, a 220 quilômetros de
 
Bogotá. Os ativos serão colocados à venda em conjunto pelo Fundo
 
de Capitalização Acerías Paz del Río e Instituto de Fomento
 
Industrial (IFI), órgão do governo colombiano. O leilão de venda
 
está previsto para o segundo semestre deste ano. 
 
A Gerdau revelou que possui interesse no mercado latino-americano e que
 
está analisando a possibilidade de participar da disputa pela
 
siderúrgica. A definição, no entanto, ainda depende de uma
 
análise econômica, que já está em andamento, e das regras do
 
leilão, que ainda não foram definidas. 
 
Segundo a empresa brasileira, a maior parte das ações à venda
 
pertence aos funcionários e o restante está em poder do governo
 
colombiano. A Gerdau já opera na Colômbia por meio das
 
siderúrgicas Diaco e Sidelpa, que somadas têm capacidade produtiva
 
de 500 mil toneladas de aço por ano.Murillo Camarotto | Valor Online) 
 
Gerdau avalia compra da Paz del Río 
 
Ivo Ribeiro 
 
Em linha com sua estratégia de se consolidar na América Latina, o
 
grupo Gerdau informou ontem que está avaliando o processo de venda de
 
43% do capital da siderúrgica colombiana da Acerías Paz del Río,
 
localizada em Belencito, a 220 km de Bogotá, capital da Colômbia.
 
Desde 2004, o grupo brasileiro já se posicionou no país ao adquirir
 
duas fábricas de aços longos comum e especiais - a Diaco e a
 
Sidelpa. 
 
A estratégia do grupo brasileiro é fechar as portas de entradas para
 
grupos estrangeiros. Hoje, já tem operações no Uruguai, Argentina,
 
Chile, no Perú (disputou o processo de privatização da Siderperu)
 
e há dois anos chegou à Colômbia. No momento também avalia,
 
embora não confirme, a Sicartsa, controlada do grupo mexicano
 
Villacero situada em Monterrey. 
 
A concorrência virá principalmente dos grupos Arcelor Mittal (por
 
meio da Arcelor Brasil e de controladas no México e Trinidad Tobago) e
 
ítalo-argentino Techint (que controla a Ternium). 
 
De acordo com informações, essa participação da Paz del Río
 
será posta à venda pelo Fundo de Capitalização Acerías Paz del
 
Río e pelo Instituto de Fomento Industrial (IFI), que está em
 
liquidação. O leilão de venda está previsto ainda para este
 
semestre, segundo comunicado do banco de investimento Latinvestco, que
 
assessora a operação, conforme noticiou a agência &quot;O Globo&quot;. 
 
Segundo a Gerdau, a maior parte das ações à venda pertence aos
 
funcionários e o restante está em poder do governo colombiano. A
 
definição sobre a participação do grupo brasileiro no leilão
 
dependerá da análise econômica em curso e das regras de venda que
 
serão fixadas, explicou a companhia, atualmente a maior fabricante de
 
aços longos das Américas. 
 
Na Colômbia, suas duas controladas Diaco e Sidelpa somam juntas
 
capacidade instalada de 500 mil toneladas de aço por ano. 
 
A Paz del Río produziu 304 mil toneladas no ano passado e 160 mil no
 
primeiro semestre de 2006. Faz trefilados, chapas e barras para
 
construção, entre outros itens, e participa com 14% da demanda
 
colombiana de aço. A planta industrial de Belencito tem capacidade
 
para produzir 378 mil toneladas de aço por ano. 
 
No primeiro semestre, a siderúrgica registrou vendas de US$ 98,6
 
milhões e geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de
 
juros, impostos, depreciação e amortizações) de US$ 27,5
 
milhões, segundo &quot;O Globo&quot; . Além dos dois acionistas, donos de 43%
 
do capital, outros minoritários poderão ofertar, no leilão, suas
 
participações na Paz del Río. 
 
Em comunicado, o grupo Gerdau informou que &quot;possui interesse no mercado
 
latino-americano e está analisando a possibilidade de participar do
 
leilão, após a análise econômica em andamento e a definição
 
das regras do leilão&quot;. Acrescentou que já &quot;tem uma presença
 
definida na siderurgia colombiana por meio da Diaco e Sidelpa, com
 
capacidade instalada de 500 mil toneladas de aço por ano&quot;. 
 
Atualmente, o grupo tem capacidade instalada total de cerca de 20
 
milhões de toneladas de aço por ano. Mais da metade já está fora
 
do Brasil, principalmente na América do Norte (Estados Unidos e
 
Canadá). Nos países sul-americanos já beira 1,5 milhão de
 
toneladas. O grupo tem avançado também na Espanha (aços
 
especiais). Fonte: Valor  
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Volks anuncia novo presidente e investimentos no país 
 
De São Paulo 
 
A Volkswagen anunciou ontem o nome do novo presidente da companhia no
 
Brasil. Em janeiro, assume a presidência das operações locais
 
Thomas Schmall, atual presidente da subsidiária na Eslováquia.
 
Schmall herdará a segunda fase do pesado plano de reestruturação
 
no país, que prevê demissão de 3,6 mil funcionários até 2008
 
em São Bernardo do Campo (SP). A medida foi a saída encontrada para
 
manter as operações da maior fábrica da montadora no país, que
 
estava prestes a fechar suas portas por queda de competitividade. 
 
Schmall será responsável ainda pela orquestração de
 
investimentos de R$ 2,5 bilhões entre 2007 e 2011. O dinheiro será
 
dividido de forma &quot;proporcional&quot; entre as quatro unidades da Volks no
 
Brasil e empregado no desenvolvimento de novas famílias de produtos,
 
afirmou o atual presidente da subsidiária brasileira, o engenheiro
 
Hans-Christian Maergner, de 61 anos. 
 
O executivo vai se aposentar, depois de uma carreira de 40 anos na
 
montadora alemã. Está há menos de dois anos à frente das
 
operações brasileiras e fecha seu ciclo na Volks com queda no volume
 
de exportações, segundo ele por conta da valorização do real
 
perante o dólar. Somente as exportações do modelo Fox para a
 
Europa cairão de 65 mil unidades em 2005 para 50 mil, em 2007. A
 
produção do compacto destinada para o mercado externo será
 
transferida de São Bernardo para Taubaté (SP) em junho do ano que
 
vem. 
 
As vendas externas alcançarão 202 mil unidades neste ano, ante as
 
260 mil em 2005. Para o ano que vem, a expectativa é de que as
 
exportações caiam ainda mais. &quot;Ser o maior exportador do setor no
 
país não paga as contas no fim do mês&quot;, afirmou o executivo ontem,
 
durante o 24ª edição do Salão Internacional do Automóvel, em
 
São Paulo. Já no mercado interno as vendas devem subir de 386 mil
 
(entre veículos de passeio e comerciais leves) para 402 mil unidades
 
em 2006. 
 
Schmall, de 42 anos, não é novato em terras brasileiras. Antes de
 
ser transferido para a Eslováquia, passou cinco anos no país, sendo
 
três como diretor geral da unidade da Volks em São José dos
 
Pinhais (PR). Em Bratislava, comandava a unidade responsável pela
 
produção dos esportivos Touareg e Audi Q7. Ele vai se reportar a
 
Viktor Kilma, presidente na Argentina e que assumirá as operações
 
na América do Sul. O vice-presidente financeiro da Volks na África
 
do Sul, Carsten Isensee, será o responsável pelas finanças e
 
estratégias para o Brasil a partir de 2007. (PN)  Fonte: Valor  
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Las automotrices ponen más presión por suba de precios 
 
Luis Ceriotto SAN PABLO ENVIADO ESPECIAL 
 
lceriotto@clarin.com  
 
Felipe Rovera, titular de la Asociación de Fabricantes de Automotores
 
(Adefa), sumó presión al reclamo de la industria automotriz para
 
reformular el acuerdo de precios que rige desde mediados de año, por
 
otro que involucre en forma más activa a los demás integrantes del
 
sector, en especial a la industria autopartista. &quot;En los próximos 30
 
días deberemos buscar una salida, porque así no podemos seguir&quot;,
 
dijo el ejecutivo. 
 
El día anterior, durante la apertura del 24 Salón del Automóvil de
 
esta ciudad, directivos de cuatro automotrices habían coincidido en
 
reclamar &quot;flexibilidad&quot; al Gobierno para aplicar incrementos de precios,
 
los cuales permanecen sin cambios desde hace 100 días. Pero Rovera
 
planteó el tema desde otro ángulo: dejó de lado las diferencias de
 
tipo de cambio con Brasil, desde donde se importa 60 por ciento de los
 
autos que se venden en el país, y sugirió que parte de la
 
responsabilidad por los incrementos de precios hay que rastrearlo entre
 
las autopartistas. &quot;Hay que hablar con la cadena de valor y buscar
 
alternativas, para garantizar un crecimiento sustentable. Ya terminó
 
la etapa de la demanda reprimida y viene un crecimiento más moderado.
 
Es preferible crecer 5%, pero a 10 años&quot;, dijo. 
 
— Lo que pide es un acuerdo donde todos los integrantes de la cadena
 
de valor cedan margen comercial?, le preguntó Clarín. 
 
— En la cadena de valor hay algunas empresas que tienen la totalidad
 
de su mercado, lo cual representa un serio problema de cartelización.
 
No digo que ocurra sólo en la Argentina, es un problema a nivel
 
mundial, fue su respuesta, una alusión al grupo Techint, que provee de
 
chapa a las automotrices. 
 
Aquí la industria automotriz se mueve a otra escala, cinco veces más
 
grande que en la Argentina. Las terminales planean llegar a una
 
producción de 2,3 millones de unidades, en tanto las ventas (95%, de
 
autos locales) rozarán el 1,9 millón. En ese contexto, en el cual no
 
es un dato menor que en diez días el presidente Lula se juega su
 
reelección, ayer Volkswagen anunció una inversión para sus plantas
 
brasileñas de 1.100 millones de dólares hasta 2008. 
 
El brasileño Rovera, quien encabeza la filial argentina de General
 
Motors, también hizo anuncios, más a escala con el mercado local.
 
Dijo que comenzarán a exportar a Brasil la Suzuki Grand Vitara (la
 
venderán con la marca Chevrolet), con lo cual la producción de ese
 
vehículo en Rosario trepará de 600 unidades mensuales a 1.000. 
 
Y confirmó que durante el primer trimestre de 2007 anunciarán la
 
producción de un nuevo modelo, que demandará una inversión de 300
 
a 350 millones de dólares. 
 
A pocos días de entregar las riendas de Adefa a su colega Fernando
 
Fraguío (Iveco), Rovera arriesgó un pronóstico que representaría
 
para 2007 un crecimiento en ventas no inferior al 20%. &quot;Las ventas de
 
vehículos en el mercado interno podrían superar el récord
 
histórico de 1994, de 508.000 unidades&quot;, dijo.  Fonte: Clarín  
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Mantega: Queda do investimento estrangeiro não preocupa 
 
BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, minimizou dados
 
divulgados segunda-feira pela Conferência das Nações Unidas para o
 
Comércio e Desenvolvimento (Unctad) que revelaram que o Investimento
 
Estrangeiro Direto (IED) caiu 17% entre 2004 e 2005, um dos piores
 
desempenhos da América Latina. &quot;Não nos preocupa&quot;, afirmou o
 
ministro ressaltando que por alguma razão, que ele não soube
 
explicar, esses recursos diminuíram. &quot;Você que pergunte para eles&quot;,
 
disse Mantega, ao ser questionado sobre os motivos dessa redução no
 
IED. 
 
Segundo Mantega, os fluxos de capitais financeiros têm oscilações
 
em determinados períodos de tempo e não têm uma regularidade. &quot;Ano
 
que vem poderemos ter um afluxo maior de investimentos&quot;. Ele lembrou que
 
o que está ocorrendo no Brasil este ano é que as empresas nacionais
 
estão investindo no exterior. &quot;Isso é bom e é favorável&quot;, disse
 
Mantega. 
 
Segundo ele, pelas condições da economia brasileira o afluxo de IED
 
deveria ser maior. &quot;Eu não me preocupo com esses dados sobre
 
investimentos estrangeiros no País, mesmo porque está sobrando
 
capital estrangeiro, que provém do superávit comercial. As
 
aplicações de curto prazo em juros (estrangeiras), não fazemos
 
questão que venham. Nós queremos que venham os investidores de longo
 
prazo&quot;, afirmou. 
 
Mantega, afirmou que os dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro
 
de Geografia e Estatística (IBGE) sobre as vendas no varejo (em agosto
 
2,32% sobre julho) mostraram que o nível de atividade econômica no
 
País está muito aquecido. Segundo ele, a sua previsão é de que a
 
economia continuará aquecida até o final do ano. &quot;A economia está
 
crescendo numa velocidade boa. A economia está aquecida mais do que o
 
esperado e vamos continuar assim até o final do ano&quot;, afirmou o
 
ministro, em entrevista coletiva. 
 
O ministro disse que mantém a sua previsão de crescimento do PIB em
 
4% este ano. Segundo ele, o governo poderá fazer uma alteração
 
dessa previsão após o resultado do PIB do terceiro trimestre. O
 
ministro criticou as projeções de mercado e citou várias delas em
 
relação ao desempenho das vendas no varejo. 
 
Segundo ele, as projeções apontavam um resultado muito menor do que
 
o divulgado pelo IBGE. &quot;Quem projetou errou redondamente. Em geral, o
 
pessoal faz projeção da economia olhando para trás&quot;, afirmou,
 
reforçando o que tem repetido após a divulgação do resultado do
 
PIB no segundo trimestre. Mantega tem afirmado que as reduções das
 
projeções de crescimento da economia este ano foram feitas olhando o
 
desempenho do segundo trimestre, que foi abaixo do esperado, e não
 
consideram a retomada da atividade econômica no terceiro trimestre.
 
Fonte: Tribuna da Imprensa  
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Este Grupo de Discussões é parte da estrutura do Laboratório
 
Industrial Sindical Mercosul - União Européia, uma iniciativa dos
 
sindicatos metalúrgicos do Cone Sul e da Europa. O comitê sindical
 
de direção do Laboratório está a cargo da Confederação
 
Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e da Federación Minero
 
Metalúrgica (FM-CCOO).  
 
 
 
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